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Paraná implanta Agências de Inovação para o desenvolvimento nos pequenos municípios

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O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), está criando as Agências de Inovação com o intuito de promover o desenvolvimento nos municípios de menor e médio porte. Essas agências têm a responsabilidade de gerir a política de inovação em nível local, visando proporcionar maior acesso às novas tecnologias e ao empreendedorismo para os cidadãos em todas as regiões do Estado.

O secretário Marcelo Rangel destaca que as Agências de Inovação possibilitam o desenvolvimento de negócios em diversos setores. “São espaços públicos que abrem boas oportunidades para a população. Temos como política aproximar o cidadão das grandes oportunidades, por isso estamos investindo na qualificação e no apoio do Estado ao empreendedor”, disse o secretário. “Por exemplo, por meio da agência, um pequeno agricultor ou um jovem interessado em desenvolver algo inovador não precisa deixar sua cidade para impulsionar seu negócio”, explica Rangel.

Atualmente, há 14 processos em andamento para a implantação de novas agências, que impulsionarão negócios embrionários ou já existentes. As agências já estão mais avançadas com espaços definidos em três municípios: Carambeí, nos Campos Gerais; Morretes e Guaratuba, situados no Litoral.

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Em Carambeí e Morretes, os convênios entre o Estado e os municípios já foram assinados, e os espaços estão sendo revitalizados e preparados para a instalação de equipamentos de tecnologia, além da oferta de cursos para a qualificação profissional.

Em Guaratuba, será realizada na próxima semana uma apresentação das diretrizes da agência municipal para entidades do setor privado, com o objetivo de buscar parcerias para investimentos nesse espaço.

Além disso, os primeiros trâmites estão em curso com protocolos em andamento para convênios com os municípios de Ortigueira, Tibagi, Pitanga, Rio Azul, Teixeira Soares, Fernandes Pinheiro, Manoel Ribas, na região dos Campos Gerais; em Arapongas, no Norte; em Itapejara d’Oeste, no Sudoeste; e em Matelândia, no Oeste.

PROGRAMA – O projeto tem como objetivo a criação de espaços públicos com governança compartilhada entre os municípios, o governo estadual, instituições de ensino, secretarias municipais, Sistema S e setor privado. Com essa gestão compartilhada será possível criar uma agenda comum entre os parceiros e as lideranças locais, impulsionando e popularizando a geração de negócios inovadores.

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As agências, lideradas pelas prefeituras, atenderão todos os públicos, contando com a parceria de assessorias técnicas da SEI e gestão na governança. As ações buscam conectar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como a redução de desigualdades, o desenvolvimento de comunidades sustentáveis, o crescimento econômico, entre outros.

Essa iniciativa terá um impacto direto no ambiente produtivo e social, fomentando a criação de novos produtos e serviços por meio da qualificação e parcerias com o setor privado, além de capacitações para diferentes faixas etárias, com o intuito de promover a inclusão digital e a qualificação de mão de obra voltada para o mercado de tecnologia e inovação.

A parceria entre o município e o Estado é desenvolvida por meio de convênios, utilizando espaços públicos pouco aproveitados pela população. A Secretaria de Estado da Inovação investe na montagem do espaço, com a instalação de infraestrutura, como wi-fi, computadores, impressoras 3D, televisões e móveis, de acordo com as demandas e desafios de cada município.

A prefeitura cede o local, assume a manutenção do espaço e disponibiliza servidores para a gestão da agência.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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