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Paraná

Com fim das regionais, Bom de Bola define classificados para a fase macrorregional

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O Paraná encerrou neste domingo (7) a 2ª fase regional da 71ª edição dos Jogos Escolares Bom de Bola, competição exclusiva de futebol de campo que movimenta estudantes de todo o Estado. Ao todo, somando as duas etapas regionais no Interior e a regional de Curitiba, participaram mais de 18,5 mil alunos-atletas, representando 554 escolas de 341 municípios paranaenses, disputando partidas em 32 municípios-sede.

Promovida pelo Governo do Paraná, por meio da Secretaria do Esporte, em parceria com a Secretaria da Educação e apoio das prefeituras, a competição integra os Jogos Oficiais do Estado e já se consolidou como uma das mais tradicionais do calendário escolar.

As disputas da 2ª fase reuniram mais de 8,5 mil estudantes do Ensino Fundamental (12 a 14 anos) e do Ensino Médio (15 a 17 anos), em equipes masculinas e femininas. Os jogos aconteceram em 15 cidades: Novo Itacolomi, Lapa, Formosa do Oeste, Vera Cruz do Oeste, Verê, Itaipulândia, Guarapuava, Conselheiro Mairinck, Jacarezinho, Cantagalo, Ivatu, Iguajé, Tibagi, Ventania e Terra Roxa.

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De acordo com a coordenadora dos Jogos Escolares, Márcia Tomadon, os Jeps Bom de Bola vão além da competição esportiva. “A cada ano aumentamos o número de participantes e isto é resultado de um trabalho minucioso entre as secretarias do Esporte e da Educação. É muito gratificante recebermos o carinho e reconhecimento desses estudantes durante os jogos. Eles aprendem, mas nós também aprendemos junto com eles”, disse.

Agora, a competição avança para a fase macrorregional, que acontecerá entre 18 e 21 de setembro em oito municípios: Curitiba, São João do Triunfo, Itapejara D’Oeste, Assis Chateaubriand, Barbosa Ferraz, Tuneiras do Oeste, Cambé e Santo Antônio do Paraíso. A grande final será disputada em Planalto, no Sudoeste do Estado, entre 1º e 5 de outubro, coroando os melhores times escolares do Paraná no futebol de campo em 2025.

Os resultados e informações detalhados da segunda fase regional podem ser consultados no site da Secretaria do Esporte e também no aplicativo Paraná Esporte, disponível para download gratuito na App Store e no Google Play.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Araucária, MPPR denuncia 18 pessoas na Operação Cartão Fidelidade por tráfico de drogas e requer afastamento de policial militar envolvido nos crimes

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia contra 18 pessoas investigadas na Operação Cartão Fidelidade. O grupo é acusado da prática dos crimes de associação para o tráfico, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

Áudio da Promotora de Justiça Adriana Cordeiro Galvão

A investigação desarticulou uma organização que promovia a venda ilícita de entorpecentes na modalidade de entrega em domicílio, via aplicativo de mensagens, operando sob o nome fantasia Bob TV ou Pão de Queijo do Tio Bob. A estrutura ilícita contava com a distribuição de cartões físicos de fidelização com carimbos para os usuários. A fase ostensiva da operação, deflagrada em 19 de agosto de 2026, resultou na apreensão de estoques de entorpecentes do grupo, incluindo mais de 73 quilos de maconha, além de comprimidos de ecstasy, cocaína e haxixe.

Policial envolvido – Entre os denunciados, está um policial militar acusado de corrupção passiva e lavagem de bens e valores. Segundo a denúncia, o agente público recebia vantagens financeiras indevidas dos líderes do esquema para fornecer informações privilegiadas sobre investigações, realizar consultas não justificadas em sistemas restritos de segurança e facilitar as rotas de distribuição do narcotráfico. O MPPR apurou que o policial movimentou mais de dois milhões de reais em suas contas, valor totalmente incompatível com seus rendimentos como servidor público, tendo utilizado parte do dinheiro ilícito, recebido em repasses diretos, para adquirir um imóvel à vista no bairro Capela Velha. O Ministério Público requereu a suspensão cautelar do exercício da função pública do agente policial, além da decretação da perda do cargo em caso de condenação.

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Para dissimular a origem do dinheiro do tráfico, a organização operava uma complexa rede de lavagem de capitais, utilizando contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para integrar os recursos ilícitos à circulação econômica formal. Diante disso, o MPPR também solicitou ao Judiciário a suspensão das atividades de uma das empresas utilizadas no esquema de mescla de capitais ilícitos e lícitos.

Além das condenações pelos crimes cometidos, a Promotoria de Justiça requer a fixação de um valor mínimo para a reparação dos danos morais coletivos causados pela atuação da organização criminosa em Araucária, bem como a manutenção da prisão preventiva dos réus que já se encontram detidos, visando à garantia da ordem pública e a interrupção definitiva das atividades da organização.

Processo 0002613-86.2026.8.16.0025

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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