Paraná
Com espaço renovado e moderno, PCPR inaugura nova Delegacia de Rio Negro
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) inaugurou nesta quinta-feira (16) a nova sede da 2ª Delegacia Regional de Rio Negro. O espaço foi pensado para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento das atividades de polícia judiciária e assegurar um atendimento mais eficiente, digno e humanizado ao cidadão.
A Delegacia de Rio Negro é responsável por atender as populações da cidade sede, Campo do Tenente, Quitandinha e Piên. O novo espaço conta com mais de 400 m² e está localizado na Rua Professor Theodoro Henning. A definição do local considerou critérios técnicos e operacionais, levando em conta as demandas locais e a dinâmica da atividade policial.
“Mais do que uma nova sede, este espaço simboliza o compromisso contínuo da Polícia Civil do Paraná com a oferta de um serviço público de qualidade, pautado na eficiência, no respeito ao cidadão e na proximidade com a comunidade de Rio Negro”, afirmou o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach.
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O novo prédio conta ainda com uma Sala Lilás, espaço destinado ao acolhimento de vítimas de violência. O ambiente é voltado ao atendimento de mulheres, meninas e crianças vítimas de violência de gênero ou doméstica, com o objetivo de garantir privacidade durante os atendimentos e evitar a revitimização. Com a implantação do espaço, a unidade passa a dispor de condições específicas para o atendimento desses casos, seguindo diretrizes voltadas à proteção das vítimas e à qualificação do atendimento prestado.
A transferência da sede ocorreu depois que o imóvel anteriormente utilizado passou a integrar a estrutura do Departamento de Polícia Penal do Paraná como Cadeia Pública. O contrato para a mudança foi celebrado pela Secretaria da Segurança Pública, enquanto as adequações necessárias ao funcionamento da Delegacia foram realizadas com o empenho conjunto da própria unidade policial, do Departamento da Polícia Civil, por meio da Divisão de Infraestrutura e da Divisão Policial do Interior, bem como das Prefeituras dos municípios atendidos.
Segundo a delegada-chefe da unidade, Maiara Kasmirski, a estrutura permite a atuação integrada de profissionais, proporcionando suporte durante o registro da ocorrência e demais procedimentos. “A entrega desta unidade reforça o compromisso com o trabalho policial e com o atendimento à população, que continua orientando as ações da equipe. A iniciativa também evidencia o processo de modernização e evolução da PCPR”, afirmou.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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