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Com diversos investimentos urbanos, Estado ajuda a transformar Londrina

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Desde 2019, o Governo do Estado, via Secretaria Estadual das Cidades (Secid), já garantiu R$ 693,7 milhões em investimentos em Londrina, entre projetos em execução, em análise, licitação, concluídos e em elaboração. A maior parte destes valores, R$ 335,8 milhões, foi destinada para pavimentação em vias urbanas e R$ 40 milhões via Asfalto Novo, Vida Nova. Esse programa é uma iniciativa do Governo do Estado do Paraná, com o objetivo de eliminar ruas de terra e promover a requalificação urbana e mobilidade em todo o Estado.

A Secid tem como função definir as políticas, o planejamento, execução, coordenação e o controle das atividades ligadas ao desenvolvimento urbano e regional, incluindo as aglomerações urbanas do meio rural, além de integrar os municípios, a fim de ordenar o pleno desenvolvimento das cidades e garantir o bem-estar dos habitantes.

Na fase de licitações em Londrina, estão previstos investimentos de R$ 19,8 milhões, sendo R$ 7 milhões para a construção de três creches; R$ 5,7 milhões para aquisição de equipamentos rodoviários; são R$ 3,2 milhões para a construção da Casa da Mulher Paranaense; R$ 2,6 milhões para a urbanização e reforma/construção de calçadas; R$ 721 mil para aquisição de veículos e R$ 300 mil para construção de um espaço de prática esportiva e lazer do programa Meu Campinho.

Outros projetos em andamento tem previsão de investimento de R$ 267,6 milhões; sendo R$ 150,1 milhões para obras de pavimentação urbana; R$ 70,2 milhões para pavimentação de estradas rurais do município; R$ 29,4 milhões para obras no Autódromo Internacional Ayrton Senna; R$ 2,7 milhões para construção do Restaurante Popular; R$ 6,5 milhões para urbanização e construção/reforma de calçadas; R$ 2,3 milhões para obras em creches; R$ 1,7 milhão para obras em quadra de esportes; R$ 1 milhão para obras em ginásio de esportes; R$ 1 milhão para obras em Centro de Convivência; R$ 484 mil para construção de duas unidades do Projeto Meu Campinho e R$ 478 mil para a aquisição de veículos.

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Em relação ao autódromo, as obras envolvem recuperação do pavimento, adequação do sistema de escoamento de água da chuva e melhorias nas áreas construídas, como os boxes. A reforma contempla ainda a atualização e reestruturação das edificações existentes; implantação de novos setores funcionais de apoio; requalificação da pista e áreas técnicas; adequações de segurança conforme diretrizes esportivas; e valorização arquitetônica e funcional do complexo.

“Sabemos que o autódromo é uma mola propulsora para o turismo. Os grandes eventos de automobilismo atraem muitos turistas, movimentam o setor hoteleiro, restaurantes, serviço, transporte, entre outros. Então, estamos agora fazendo uma grande modernização, a maior desde a construção do autódromo, que vai colocá-lo como um dos melhores do Brasil em termos de infraestrutura”, explica o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

A Secid também já destinou R$ 274,6 milhões para projetos que estão sendo elaborados pela prefeitura de Londrina, tais como: R$ 103 milhões para pavimentação de vias urbanas; R$ 57,9 milhões para obras de urbanização e reforma/construção de calçadas; R$ 36,8 milhões para obras em duas pontes no município; R$ 28,4 milhões em obras de viaduto/trincheira; R$ 28,4 milhões para pavimentação de estrada vicinal no município; R$ 9,8 milhões para obras em escola municipal; R$ 3,9 milhões para obras em duas creches do município; R$ 1,9 milhão para quatro unidades do Projeto Meu Campinho; R$ 840 mil para obra em barracão industrial; R$ 805 mil para aquisição de veículos; R$ 526 mil para equipamentos rodoviários; R$ 420 mil para obras em quadra de esportes e R$ 400 mil para obras de complexo esportivo.

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Um dos projetos é a duplicação da Avenida Saul Elkind e da Rua Joni Belai Aguiar, totalizando 5,77 quilômetros. A duplicação beneficia a Cidade Industrial de Londrina.

Estão em fase de execução, com investimento de R$ 86,2 milhões, obras de pavimentação de vias urbanas, com custo de R$ 45,8 milhões; obras de infraestrutura básica urbana, com investimento de R$ 38,7 milhões; R$ 1,2 milhão para seis unidades do Projeto Meu Campinho e R$ 426 mil para a aquisição de veículos para a frota municipal.

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Foto: Amep

NOVO TERMINAL – As obras do novo Terminal Metropolitano de Londrina também seguem avançando dentro do cronograma estabelecido pelo Governo do Estado, através da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep). Após a conclusão das etapas iniciais de preparação da área, o empreendimento está na reta final de elaboração dos projetos executivos de engenharia, etapa fundamental para o início das frentes de construção previstas para os próximos meses.

O empreendimento é executado por meio do modelo de Contratação Integrada, modalidade que contempla desde a elaboração dos projetos básico e executivo até a execução das obras físicas. Atualmente, o contrato está concentrado na fase técnica de detalhamento dos projetos, com prazo previsto até o final de junho.

E estrutura será implantado em uma área superior a 12 mil metros quadrados e deverá atender cerca de 50 mil passageiros por dia que utilizam o transporte coletivo nos deslocamentos entre Londrina e municípios da região, como Cambé, Ibiporã, Rolândia e Jataizinho. O investimento é de cerca de R$ 36 milhões.

Fonte: Governo PR

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Estado apresenta anteprojeto com obras de R$ 1,3 bilhão para minimizar cheias do Rio Iguaçu

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O Governo do Estado apresentou na noite desta quinta-feira (11) o anteprojeto de engenharia com as obras necessárias para minimizar os efeitos das cheias do Rio Iguaçu. O investimento estimado é de R$ 1,3 bilhão, contemplando 20 possíveis intervenções, incluindo o aumento da capacidade de escoamento por meio de escavações, retificações, dragagens, construções de canais, túneis e diques.

A audiência pública ocorreu no Cineteatro Luz, em União da Vitória, no Sul do Estado, e contou com a presença de cerca de 400 pessoas. Os estudos foram elaborados pela Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), contratada pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) – o investimento apenas nesta fase foi de R$ 5 milhões.

“Essa é a primeira vez na história que, de fato, apresentamos uma proposta concreta para conter as cheias causadas pelo Rio Iguaçu. Um projeto robusto, com dimensionamento, valoração e cronograma, o que nos permite buscar os recursos necessários para, paulatinamente, executar as intervenções”, destacou o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável, Everton Souza.

“Importante ressaltar que todos os estudos existentes foram considerados para que chegássemos a essa modelagem. Modelagem que passou por simulações que comprovaram a eficiência das ações previstas no projeto”, acrescentou.

A proposta apresentada pela universidade combina uma série de soluções com a escavação do leito do rio; do leito da corredeira de Porto Vitória; alargamentos de curvas; e a construção de canais, túneis (no Morro da Dona Mercedes e em Porto Vitória) e de dique de proteção na área urbana.

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De acordo com a Unilivre, a junção dessas intervenções poderia diminuir em até 2,70 metros o nível das cheias no Vale do Iguaçu. O prazo estimado é de 48 meses. A contratação se daria pelo modelo contratação integrada (RDCi), em que a empresa vencedora é responsável por elaborar os projetos (básico e executivo) e por executar a obra física, agilizando o processo. A expectativa é que a licitação possa ocorrer nos próximos meses.

“Esse é um compromisso que assumimos com União da Vitória e toda a região do Vale do Iguaçu. Sabemos dos prejuízos e do sofrimento que as enchentes causam às famílias há décadas. Por isso, trabalhamos junto ao Governo do Estado para viabilizar os estudos necessários e agora seguiremos empenhados na busca dos recursos para transformar esse projeto em realidade. Não vamos medir esforços para encontrar uma solução para esse problema”, afirmou o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Hussein Bakri.

Agora, com o anteprojeto finalizado, o Governo do Estado buscará, com base nos apontamentos, os recursos necessários para realização das intervenções, podendo ter como fonte o Tesouro do Estado, em parceria com a Assembleia Legislativa, indenizações ambientais a serem recebidas, ou com a busca de recursos do governo federal, uma vez que se trata de uma divisa entre estados, envolvendo o Paraná e Santa Catarina.

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“Um momento histórico para o Paraná. Conseguimos, com muito esforço, apresentar uma proposta concreta que vai beneficiar milhares de paranaenses que sofrem com as enchentes. Temos um estudo pronto, que vai nortear os caminhos para um novo Rio Iguaçu”, disse o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT. José Luiz Scroccaro, que foi homenageado durante a audiência pelos serviços prestados ao meio ambiente em mais de 50 anos de carreira pública.

HISTÓRICO – Desde meados dos anos 1970 fala-se de iniciativas para acabar ou minimizar os efeitos das cheias do Iguaçu em União da Vitória. São quase 20 estudos que já foram apresentados, mas nenhum foi efetivamente colocado em prática.

Nos últimos 50 anos, foram pelo menos quatro grandes enchentes na cidade, a maior delas ocorrida em 1983, quando o Iguaçu alcançou 10,42 metros de altura, enquanto o nível normal do rio é de 2,5 metros. Eventos semelhantes ocorreram em 1992 e 2014.

Em outubro de 2023 ocorreu a segunda pior cheia, quando o nível do rio chegou a 8,38 metros. Cerca de 40% da área do município foi alagada, danificando cerca de 20 mil residências. Porto União, em Santa Catarina, também teve problemas com a cheia, com moradores desabrigados.

Fonte: Governo PR

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