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Com Comitê de Ética e Integridade, Portos do Paraná reforça segurança a investidores

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A estrutura de governança da Portos do Paraná fica mais robusta com a criação de um Comitê de Ética e Integridade. Esta é a primeira vez que um colegiado com esse foco é formalizado na empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina.

O comitê passa a se ocupar em atividades que vão desde a apuração de denúncias de desvios éticos, em apoio ao Conselho de Auditoria Estatutário (CAE), até o desenvolvimento de ações informativas voltadas ao conhecimento dos princípios e valores éticos que regem as relações interpessoais na companhia.

Na coordenação estão Cinthia Breidenbach, da Gerência de Arrendamentos e, como suplente, Jaqueline Dittich Trevisan, da Diretoria de Meio Ambiente. Ainda integram o comitê Adrielle Lourenço, da Diretoria de Operações, que tem como suplente Nívea Wajima, da presidência; e Adrian Lamek de Ramos, da Coordenadoria Financeira, que tem como suplente o coordenador de Desenvolvimento de Pessoal, Henrique Pires.

O mandato dos membros do Comitê tem duração de dois anos, sem recondução dos titulares. Além de atuar, de maneira autônoma, em apoio à Ouvidoria, o órgão recebe apoio técnico da Superintendência de Governança, criada em 2020.

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“Com certeza ele eleva o nível de governança na empresa, trazendo mais segurança na execução das nossas atividades. Além disso, traz ainda mais segurança jurídica para investidores e demais parceiros da empresa pública”, afirma o superintendente de Governança da Portos do Paraná, Carlos Eidam de Assis.

“Analisamos os exemplos já aplicados não apenas na nossa área de atuação – portuária –, mas em outros mercados. Com isso, buscamos tornar ainda mais sólido o trabalho de governança corporativa e compliance que vimos desenvolvendo desde 2020”, completa.

O grupo está focado em desenvolver ações de conscientização e abordar os mais diferentes temas para garantir as melhores práticas na empresa. “O Comitê se reflete tanto como um instrumento de efetivação e garantia de direitos dos colaboradores, como de conscientização e fomento acerca dos princípios e valores éticos que norteiam as relações na Portos do Paraná”, explica Cinthia, a coordenadora do grupo. 

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Nesse contexto, o grupo já traçou diretrizes para implementação de ações de conscientização a respeito do Código de Ética da Autoridade Portuária e do Código de Conduta e Integridade dos Empregados Públicos. Isso será feito com palestras e outras atividades de disseminação em larga escala de conteúdo educativo voltado à ética nas relações de trabalho.

“Nossa prioridade está voltada à saúde das relações interpessoais, com vistas a um ambiente laboral sadio, colaborativo e ainda mais produtivo, com ênfase no respeito à individualidade e à diversidade”, garante.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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