Connect with us


Paraná

Com avanço da pavimentação, obra da perimetral de Foz do Iguaçu alcança 24% de execução

Publicado em

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), registrou 24,7% de execução da Rodovia Perimetral Leste, em Foz do Iguaçu, na região Oeste, referente ao mês de julho. O investimento até o momento é de aproximadamente R$ 25,7 milhões.

O destaque ficou para a pavimentação do trecho entre a Avenida General Meira e a Avenida Mercosul (acesso para a Ponte Tancredo Neves), onde foram executadas duas camadas de pavimentação e uma camada de capa asfáltica final. Também foi finalizada a pavimentação de encaixe da Ponte da Integração com a futura Aduana Brasil Paraguai.

Ainda em julho foi pavimentada e liberada ao público uma nova via de acesso ao Marco das Três Fronteiras, uma vez que a via antiga estava no caminho dos serviços de terraplenagem da nova aduana.

No novo viaduto da BR-277, que fará a ligação da rodovia federal com a perimetral, foram concluídos os serviços na infraestrutura e mesoestrutura da obra de arte especial. As vigas, já prontas no canteiro de obras, serão lançadas após o remanejamento dos postes de rede elétrica no local.

Leia mais:  Em 6 meses, Unidades de Conservação já receberam 86% do total de visitantes de 2022

A execução dos serviços de drenagem avançou principalmente próximo ao novo viaduto da BR-469 (Rodovia das Cataratas), com o canal de pedra argamassada alcançando aproximadamente 74% de execução.

TREVO – O planejamento do DER/PR atualmente é finalizar a pavimentação das pistas entre a Ponte da Integração e a Avenida Mercosul em agosto, com execução da sinalização horizontal e implantação de dispositivos de segurança deste trecho em setembro. Com isso fica já garantida uma ligação entre o novo viaduto da BR-469 e a Ponte da Integração.

Os trabalhos continuarão a avançar na ligação entre o viaduto da BR-469 e o novo viaduto da BR-277, bem como nas novas aduanas, com as obras na Avenida Mercosul ficando como a última etapa.

A perimetral leste de Foz do Iguaçu é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da SEIL, governo federal e a Itaipu Binacional, responsável pelos recursos financeiros. A administração da obra cabe ao DER/PR.

Leia mais:  Arrecadação de alimentos na Ceasa Curitiba supera expectativa e chega a 33 toneladas

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Inverno de 2026 será mais quente e chuvoso do que a média, prevê o Simepar

Published

on

O inverno é a estação mais fria e mais seca do ano no Paraná. Em 2026, entretanto, a estação terá volumes de chuva acima da média, e temperaturas ligeiramente acima da média. É o que aponta o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná. O inverno de 2026 terá início às 5h24 de domingo (21) no Hemisfério Sul. 

A nova estação chega com o solstício de inverno. Domingo terá o dia mais curto e a noite mais longa do ano, devido à inclinação do eixo da Terra em relação ao sol. A climatologia aponta que, especialmente nas regiões Centro e Norte do Paraná, os volumes de chuva reduzem muito durante o inverno. 

“Historicamente, durante o inverno, sistemas de alta pressão associados ao avanço de massas de ar frio e seco atuam com maior frequência, tornando os intervalos entre eventos de precipitação mais prolongados. A passagem de sistemas frontais permanece como o principal mecanismo responsável pelas chuvas, com maiores acumulados normalmente registrados nas regiões Oeste e Sudoeste, enquanto os menores volumes ocorrem no setor Norte do Paraná”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.

Segundo o meteorologista, massas de ar polar oriundas da Antártica e do sul da América do Sul favorecem quedas acentuadas de temperatura e a ocorrência de geadas no Paraná, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Sudoeste, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba. Mas também há episódios de veranicos principalmente em agosto: períodos caracterizados por tempo seco e temperaturas elevadas para a época. Além disso, o inverno, assim como o outono, também é marcado pela ocorrência frequente de nevoeiros. 

Leia mais:  Nova exposição do MON promove diálogo da arte africana com obras contemporâneas

MUDANÇAS – Em 2026, entretanto, o inverno será influenciado por um fenômeno meteorológico de larga escala. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) americana confirmou na última quinta-feira (11) que as condições do El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico equatorial. O fenômeno gradativamente se intensifica e atinge o ápice entre a primavera e o verão 2026/2027 do Hemisfério Sul.

Os dados constatados pela NOAA apontam que a temperatura da superfície do mar já está acima de 0,5°C desde maio e as previsões apontam que essa temperatura seguirá subindo. Além da superfície, o aquecimento também ocorre nos primeiros 200 metros de profundidade. 

O oceano e a atmosfera funcionam como um sistema acoplado. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes do Pacífico se deslocam em direção à costa oeste da América do Sul. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e modifica padrões de chuva e tempestades em várias partes do planeta.

“O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais, ocasionará menor amplitude térmica, mais ocorrências de nevoeiros e geadas menos generalizadas”, detalha Leonardo. 

Com isso, a previsão para o inverno de 2026 é de que a amplitude térmica diminua ao longo de julho, o frio diminua ao longo de agosto e as temperaturas fiquem ligeiramente acima da média no fim da estação, em setembro. A chuva ficará acima da média histórica durante todo o período, com volumes crescentes até a primavera. 

PREPARAÇÃO E MITIGAÇÃO DE DESASTRES – Para melhorar a capacidade de prevenção, o Simepar já iniciou o processo de contratação de mais meteorologistas e também os editais do Monitora Paraná e Monitora Litoral, que preveem a aquisição de novos radares meteorológicos e bóias oceanográficas, com apoio do Instituto Água e Terra (IAT). As aquisições são mediadas pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Sustentável (Sedest). 

Leia mais:  MPPR obtém decisão liminar do Judiciário para que Município de Tunas do Paraná exonere servidores comissionados de sete cargos em situação irregular

Os projetos também farão a concepção e implementação do Sistema de Modelagem Oceanográfica com a compra de uma bóia oceanográfica; além da implementação do Sistema de Alertas de Desastres (Early Warning System). Os equipamentos vão reforçar o setor de monitoramento que acompanha o nível dos rios e as condições oceanográficas – dados que ajudam a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) na tomada de decisões em caso de enxurradas, alagamentos ou ressacas.

Desde março, a Cedec reforçou as orientações repassadas aos municípios voltados à preparação e mitigação de ocorrências associadas a inundações, alagamentos e deslizamentos. Neste sentido, foram realizados dois simulados de desastre em Antonina e Morretes, no litoral do estado. Desobstrução de galerias, desassoreamento de rios, revisão de áreas de atenção e de abrigos são algumas das recomendações feitas às prefeituras. 

“Estamos acompanhando a formação deste fenômeno com muita atenção aqui no Paraná. A Defesa Civil integra ações que envolvem outras secretarias e todos os municípios do estado. Não temos como prever agora quais locais serão mais suscetíveis às ocorrências ligadas ao aumento expressivo de chuva. Naturalmente aquelas áreas onde há um histórico de tragédias precisam concentrar um plano reforçado para reduzir os impactos à população”, destaca o coronel Fernando Schunig, coordenador estadual da Defesa Civil.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262