Paraná
Com adequações na RMC, Sanepar avança na entrada no mercado livre de energia elétrica
A Sanepar está avançando na entrada do mercado livre de energia elétrica em todo o Estado com a adequações dos sistemas de entrada de energia em unidades de operação de água e de esgoto.
Nesta semana, o serviço está sendo feito em unidades de Fazenda Rio Grande, Pinhais e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Na semana passada, foi feita a adequação elétrica na maior estação de tratamento de esgoto do estado, a ETE Belém.
A migração para o mercado livre visa a economia de energia e a redução de custos, uma vez que a energia elétrica é um dos insumos mais caros dos sistemas de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto da Sanepar. O atendimento será da Copel e da Tradener, que venceram as licitações.
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Até o fim deste ano, deve ser concluída a migração de 450 unidades consumidoras de energia, como reservatórios, laboratórios, estações elevatórias e de tratamento de água e de esgoto. Juntas, respondem por 74% do consumo total de energia usada pela empresa. Ainda em 2024, a economia com este insumo está estimada em R$ 50 milhões.
E, até 2028, o prognóstico é de que a compra de energia no mercado livre gere redução na conta de energia em torno de R$ 600 milhões. No total, 887 unidades passarão pelo processo.
Essa migração das unidades operacionais para o mercado livre de energia elétrica é possível devido à mudança da regulação que permite a aquisição de energia mais barata no chamado Ambiente de Contratação Livre (ACL).
Fonte: Governo PR
Paraná
Vereador de Curitiba denunciado pelo Ministério Público do Paraná por “rachadinha” é afastado do cargo por decisão judicial
Em resposta a pedido feito pelo Ministério Público do Paraná, a 7ª Vara Criminal de Curitiba determinou nesta quinta-feira, 13 de agosto, o afastamento cautelar do cargo público, pelo prazo de 90 dias, de um vereador de Curitiba denunciado pelo Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pela prática de “rachadinha”. Investigações apontaram que ele teria exigido de uma assessora comissionada de seu gabinete, entre novembro de 2025 e abril deste ano, o repasse mensal de R$ 5 mil, sob pena de demissão.
Além do afastamento do cargo, o parlamentar também fica impedido por força da decisão judicial de manter qualquer contato, de forma direta ou indireta, com as demais pessoas envolvidas nas investigações e de frequentar as dependências da Câmara Municipal.
A denúncia, oferecida em junho deste ano, aponta o crime de concussão cometido por cinco vezes ‒ com pena prevista de reclusão de 2 a 12 anos e multa (artigo 316 do Código Penal) ‒ em concurso material (com acumulação das penas para cada delito). O MPPR pede também que seja decretada a perda do cargo público e o pagamento de ao menos R$ 25 mil à vítima, em reparação pelos danos a ela causados, e de no mínimo R$ 50 mil a título de dano moral coletivo.
Processo 0007515-54.2026.8.16.0196
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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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