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CNA Participa de Reunião da FPA sobre Modernização da Jornada de Trabalho

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Encontro Reúne Setor Produtivo em Brasília

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na última terça-feira (3), de reunião promovida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com a Coalizão de Frentes Produtivas, com o objetivo de debater a modernização da jornada de trabalho no país.

O encontro foi realizado em Brasília (DF) e reuniu dirigentes de confederações patronais, associações setoriais e representantes da sociedade civil, que apresentaram um manifesto conjunto assinado por 100 entidades, reforçando a posição do setor sobre o tema.

CNA Representada por Lideranças do Agro

A CNA esteve representada pelos vice-presidentes Humberto Miranda e Marcelo Bertoni, além do diretor jurídico Rudy Ferraz. Durante o debate, Humberto Miranda destacou a preocupação do setor agropecuário com possíveis alterações na jornada de trabalho, ressaltando que as mudanças podem impactar diretamente trabalhadores, empregadores e a sociedade como um todo.

“É fundamental considerar a diversidade dos setores econômicos, inclusive dentro do agro, onde cada cadeia produtiva possui realidades e necessidades distintas”, afirmou Miranda.

Debate Inclui Análise de Impactos Econômicos

O encontro também contou com a participação do professor José Pastore, convidado para avaliar os efeitos da modernização da jornada de trabalho em diferentes setores da economia.

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O objetivo é subsidiar decisões legislativas e estratégicas, garantindo que qualquer alteração considere as especificidades das cadeias produtivas e os impactos sobre a competitividade e a geração de empregos.

Setor Agropecuário Reforça Diálogo com Legislativo

A participação da CNA no debate evidencia o compromisso do setor em manter o diálogo com o poder legislativo e contribuir para a construção de políticas trabalhistas equilibradas, que conciliem a proteção ao trabalhador e a viabilidade econômica das atividades agropecuárias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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