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Chuvas: rodovias estaduais têm dois novos pontos com bloqueio total e um trecho liberado

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa aos usuários as condições atuais de bloqueio de rodovias estaduais devido às fortes chuvas que atingem o Estado. Os trechos estão com sinalização de emergência e a orientação aos motoristas é que redobrem o cuidado.

NOVAS LIBERAÇÕES

PRC-476 em União da Vitória – Trecho danificado foi recomposto e liberado provisoriamente para o tráfego de veículos. Outros serviços serão realizados conforme as condições climáticas.

BLOQUEIOS TOTAIS:

PR-151 em Jaguariaíva – A rodovia cedeu na altura do km 214, local onde um bueiro tubular metálico de 3,5 m recebia o fluxo de água vindo do Rio Capivari, cujo volume aumentou excessivamente. O local já está em obras.

PR-540 em Entre Rios, distrito de Guarapuava – Bloqueio do km 0 ao km 6, devido ao rompimento de um bueiro tubular metálico, que comprometeu o pavimento. Trecho já está em obras.

PRC-466 em União da Vitória – Bloqueio próximo à Ponte dos Arcos Manoel Ribas em função do risco de escorregamento de rochas.

PR-836 e PRC-280 em União da Vitória – As duas rodovias com pistas alagadas devido à cheia do Rio Iguaçu, na altura do km 0.

PR-281 em Dois Vizinhos – Bloqueio total da rodovia entre Dois Vizinhos e a localidade de Alto da Bela Vista por alagamento das pistas.

PR-281 em Salto do Lontra – Bloqueio total da rodovia entre Salto do Lontra e a localidade de Alto da Bela Vista por alagamento das pistas.

PR-481 em Ampére – Bloqueio total da rodovia entre Ampére e Santo Antônio do Sudoeste por alagamento das pistas.

PR-433 na Lapa – Bloqueio total no km 26 devido a alagamento da pista. Trecho é não-pavimentado.

PR-151 em Ponta Grossa – Alagamento no km 342, próximo ao aeroporto de Ponta Grossa, devido às cheias do Rio Tibagi. Águas baixaram consideravelmente nesta quarta-feira (1º), e se continuarem deste modo será possível ao menos liberação parcial. O DER/PR permanece monitorando o trecho e vai analisar as condições do pavimento assim que ele ficar acima das águas.

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PR-092 em Rio Branco do Sul – Rachaduras no pavimento pioraram nas últimas 24h, levando ao bloqueio total da rodovia por risco de agravamento. DER/PR disponibilizou barreiras e está estudando as soluções para recuperar o pavimento e melhorias a curto prazo para retomar a trafegabilidade. Dano está localizado no km 48, rumo a Cerro Azul.

PR-554 em São Jorge do Ivaí – Cheia do Rio Andirá levou ao bloqueio total da ponte, coberta pelas águas. Trecho, que faz ligação com Doutor Camargo, está sinalizado e conta com monitoramento do DER/PR.

PR-459 em Clevelândia – Transbordamento do Rio Chopim causou ponto de alagamento no km 145+500, bloqueado o tráfego de veículos rumo a Mangueirinha. Este trecho da rodovia é não-pavimentado.

PR-323 entre Doutor Camargo e Jussara (novo) – Bloqueio da Ponte do Rio Ivaí, após águas alcançarem as vigas, ameaçando a estabilidade do tabuleiro. A estrutura fica no km 183, tem 327 metros de comprimento e 14 metros de largura. Verifique aqui as rotas alternativas sugeridas.

PR-239 em Pitanga (novo) – Bloqueio total do km 349+650 ao km 351 devido ao risco de queda do talude sobre a pista. Em função da gravidade do dano verificado, com surgimento de várias rachaduras de grande porte que inclusive danificaram o sistema de drenagem no local, será necessário manter a interdição enquanto é providenciada a recuperação total do maciço.

BLOQUEIOS PARCIAIS:

Estrada da Graciosa (PR-410) em Morretes – Bloqueio preventivo da rodovia somente à noite, durante esse período de chuvas. A rodovia é avaliada para liberação no dia seguinte, às 7h da manhã. Quando liberada, o tráfego é realizado com operação pare-e-siga do km 11 ao km 12, trecho em que as obras de recuperação ainda ocupam uma das pistas.

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PR-170 em Guarapuava – Bloqueio parcial de uma pista no km 389, devido a escorregamento de terra em talude de aterro, com tráfego fluindo normalmente nas duas pistas restantes. Trecho está em obras.

PR-170 em Bituruna – Tráfego com interdição em uma pista no km 473 devido ao surgimento de rachaduras no pavimento, próximo à Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto. Obras em andamento para melhoria da drenagem e na sequência recuperação da pista.

PR-364 entre Irati e São Mateus do Sul – Bloqueio parcial por escorregamento de terra que atingiu mais da metade da pista em um segmento. O trecho atualmente passa por obra de pavimentação. A empresa responsável pelos serviços já foi acionada para trabalhar na liberação da pista com a maior celeridade possível.

PR- 483 em Guaragi, distrito de Ponta Grossa – Bloqueio parcial da pista por alagamento, causado pela cheia do Rio Guaraúna

PR-090 em Campo Largo (novo) – A Estrada do Cerne está em meia pista após surgimento de uma trinca no leito da rodovia, na altura do km 48, a cerca de um quilômetro da ponte sobre o Rio Açungui. Além de monitorar este dano, o DER/PR realiza serviços de retirada de material e melhorias da pista em todos os pontos de queda de barreira que estão surgindo, liberando o tráfego em poucas horas.

Os trechos com bloqueios totais ou parciais contam com sinalização de emergência disponibilizada pelo DER/PR, sendo de extrema importância que os condutores obedeçam a estas orientações, também seguindo com cautela redobrada nestes locais.

Confira a localização dos bloqueios mencionados acima neste mapa.

Fonte: Governo PR

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Corpo de Bombeiros alerta para o perigo do uso de cerol e linhas cortantes em pipas

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Com a chegada dos dias mais secos e de ventos mais fortes, aumenta também a prática de soltar pipas em diversas regiões do Paraná. A brincadeira tradicional, porém, pode se transformar em um grave risco quando há utilização de cerol, linha chilena e outros materiais cortantes. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) faz um alerta à população sobre os perigos da prática e reforça orientações para prevenir acidentes.

Recentemente, dois casos chamaram atenção no Estado. Em um deles, em Curitiba, um ciclista de 51 anos sofreu um corte profundo no pescoço após ser atingido por uma linha cortante durante o deslocamento. O ferimento foi tão grave que chegou a expor a traqueia da vítima. Em outro caso, uma coruja ficou presa em uma linha de pipa também em Curitiba e precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros após sofrer ferimentos na asa provocados pelo material cortante.

A capitã Luisiana Guimarães Cavalca, porta-voz do CBMPR, explica que as consequências desse tipo de material podem ser extremamente graves, especialmente para motociclistas e ciclistas. “Além do risco de ferimentos para quem está manuseando essa linha de cerol, existe o risco para ciclistas e motociclistas, que durante um deslocamento podem ser surpreendidos por uma linha cortante. Dependendo da velocidade e da região atingida, esse ferimento pode ser muito grave, principalmente no pescoço, onde temos artérias importantes e de difícil controle em caso de sangramento”, afirma.

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LEGISLAÇÃO – No Paraná, a posse, o uso, a fabricação, o transporte e a comercialização de linhas cortantes são proibidos pela Lei Estadual nº 20.264/2020. A legislação prevê multa para pessoas físicas e jurídicas, podendo haver agravamento em caso de reincidência. Quando o infrator é menor de idade, os responsáveis legais respondem pelo ato praticado. Além das sanções administrativas, a utilização desses materiais também pode gerar responsabilização criminal em casos de lesão corporal ou morte.

Em Curitiba, a fiscalização também ficará mais rígida. A partir de julho, entra em vigor uma nova legislação municipal que aumenta para R$ 5 mil a multa pelo uso de cerol e linha chilena na Capital. O valor poderá ser dobrado em caso de reincidência, além da apreensão imediata do material utilizado.

BRINCADEIRA SAUDÁVEL – Apesar dos riscos, o Corpo de Bombeiros reforça que soltar pipa pode ser uma atividade saudável e recreativa quando realizada com segurança. “Soltar pipa é uma brincadeira muito legal e saudável, mas precisa acontecer de forma responsável, sem utilização de cerol ou linha chilena. O ideal é utilizar a linha comum e ter sempre um adulto acompanhando as crianças e adolescentes durante a atividade”, destaca a capitã Luisiana.

O cerol é produzido, tradicionalmente, a partir da mistura de cola com vidro moído. Atualmente, porém, existem materiais ainda mais perigosos, como a linha chilena e a linha indonésia, produzidas industrialmente com substâncias abrasivas que aumentam significativamente o poder de corte. Algumas versões ainda utilizam partículas metálicas, elevando também o risco de choques elétricos e acidentes na rede de energia.

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O CBMPR orienta ainda que denúncias envolvendo uso, venda ou transporte de cerol e linhas cortantes podem ser feitas à Polícia Militar pelo telefone 190.

Em caso de acidente, o Corpo de Bombeiros orienta que ferimentos superficiais sejam lavados com água e sabão, com realização de curativo simples. Já em situações de sangramento intenso, a recomendação é fazer compressão no local com um pano limpo e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Recomendações do CBMPR para soltar pipas com segurança:
    • Nunca utilize cerol, linha chilena ou qualquer material cortante.

    • Prefira linhas comuns de algodão.

    • Solte pipas em locais abertos, longe de ruas, avenidas e rodovias.

    • Mantenha distância da rede elétrica.

    • Nunca tente retirar pipas presas em postes ou fios de energia.

    • Crianças devem estar sempre acompanhadas por um adulto responsável.

    • Ciclistas e motociclistas devem redobrar a atenção em regiões onde há prática de soltar pipas.

    • Ao identificar uso de cerol ou linha chilena, denuncie à Polícia Militar pelo telefone 190.

    • Em caso de ferimentos graves ou sangramento intenso, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Fonte: Governo PR

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