Brasil
CGEE lança edição especial da Revista Parcerias Estratégicas durante a COP30
O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), unidade vinculada do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou a 55ª edição da Revista Parcerias Estratégicas, na terça-feira (11), durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA). A publicação é dedicada à agenda climática e ao papel da ciência, tecnologia e inovação na construção de soluções sustentáveis para o futuro do planeta. Com o tema Mutirão Científico Brasileiro para a COP30, a edição especial da revista reúne contribuições de especialistas, formuladores de políticas e pesquisadores sobre temas como cooperação internacional, desenvolvimento e transferência de tecnologias climáticas, finanças verdes, transição energética justa, soluções baseadas na natureza e o papel da inteligência artificial na previsão de eventos climáticos extremos.
O evento, realizado na Casa da Ciência do Museu Paraense Emílio Goeldi, contou com abertura realizada pelo diretor-presidente do CGEE, Fernando Rizzo. “Esta é uma edição especial, lançada em um momento decisivo para o Brasil e para o mundo, quando se reafirma a importância da ciência, da inovação e da cooperação internacional como pilares da ação climática e da transição para um modelo de desenvolvimento sustentável”, afirma. Rizzo lembrou que o CGEE tem contribuído historicamente para as discussões internacionais sobre clima, sempre com o propósito de “transformar evidências em ações”. “A coletânea reúne reflexões sobre temas fundamentais como cooperação internacional, finanças e tecnologias climáticas, transição energética, soluções baseadas na natureza e cadeias sustentáveis na Amazônia. Também aborda o papel da inteligência artificial na previsão de eventos extremos e o fortalecimento da diplomacia científica”, disse.
Também participaram do lançamento a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI, Andrea Latgé; o diretor do Departamento para o Clima e Sustentabilidade do MCTI, Oswaldo Moraes; o professor titular do Programa de Planejamento Energético da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Emilio La Rovere Emilio La Rovere; e o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Paulo Nobre.
Os autores e convidados debateram sobre o papel da ciência e da cooperação internacional frente aos desafios da governança climática global. Ao abordar a valorização da ciência brasileira, Andrea Latgé apontou o alinhamento político com o propósito da COP30, em um momento para o país reafirmar seu protagonismo global em ciência e clima.
De acordo com ela, sediar a conferência amplia o espaço para que a ciência nacional vá além do diagnóstico dos problemas e contribua com soluções concretas e implementáveis, reforçando a liderança do Brasil na construção de caminhos sustentáveis baseados em conhecimento e inovação. “A COP é uma oportunidade para refletirmos profundamente sobre todos os aspectos das mudanças climáticas e para mostrarmos ao mundo a força da ciência brasileira”, destacou.
Latgé também ressaltou o papel do CGEE e da Revista Parcerias Estratégicas como instrumentos de articulação e disseminação de saberes entre ciência, política e sociedade. “Essa edição das Parcerias Estratégicas é um instrumento valioso de reflexão e de ação. Ela traduz a capacidade do CGEE de reunir diferentes vozes em torno de uma agenda comum e de transformar o conhecimento científico em insumo estratégico para políticas públicas e é isso que torna a ciência viva e efetiva”, afirmou.
A secretária apontou, ainda, o compromisso do MCTI em fortalecer a ciência brasileira, promover a cooperação internacional e integrar pesquisa e política pública. “Temos uma ciência de excelência, diversa e inovadora. Falar de ação climática é falar de cooperação, de solidariedade e de equidade. A ciência é o nosso instrumento mais poderoso de transformação, é com ela que construiremos um futuro sustentável, justo e de oportunidades para todos”, disse.
A Revista Parcerias Estratégicas é uma publicação do CGEE voltada à reflexão e ao debate sobre temas estratégicos de ciência, tecnologia e inovação. A 55ª edição está alinhada à proposta da presidência brasileira da COP30 de transformar a conferência em um grande mutirão global pela ação climática, mobilizando governos, sociedade civil, academia e setor produtivo em torno de um futuro mais justo, inclusivo e sustentável.
A versão digital da revista está disponível no portal do CGEE: www.cgee.org.br
Brasil
Aprenda a fazer uma moqueca de pintado
A moqueca de pintado é um ensopado brasileiro saboroso, uma escolha perfeita para quem busca um prato estruturado, pois a carne firme do pintado não desmancha facilmente durante o cozimento. Esta receita rende 4 porções e fica pronta em cerca de 40 minutos.
Ingredientes
1 kg de postas de pintado
Tempero: suco de 1 limão, 3 dentes de alho, sal e pimenta.
Base: 2 cebolas, 3 tomates e 3 pimentões (verde, amarelo, vermelho) em rodelas.
Líquidos/Finalização: 200ml de leite de coco, 3 col. (sopa) de dendê, 2 col. (sopa) de azeite de oliva, coentro/salsinha e cebolinha.
Modo de Preparo
Marinar: Tempere o peixe com limão, alho, sal e pimenta, deixando descansar na geladeira por 20 minutos.
Montar: Em uma panela larga, faça uma cama com metade dos vegetais, coloque o peixe e cubra com o restante dos vegetais.
Cozinhar: Regue com os azeites e o leite de coco. Cozinhe tampado em fogo médio por 15-20 minutos, até que o peixe esteja opaco e os legumes macios.
Finalizar: Adicione coentro, salsinha e cebolinha picados, deixando levantar fervura antes de servir
Dicas importantes
Não mexer o peixe durante o cozimento evita que ele se desmanche.
Camadas de legumes e peixe ajudam a distribuir o sabor uniformemente.
Azeite de dendê é essencial para o sabor e a cor característicos da moqueca; substituições alteram o resultado.
Para um toque extra, adicione pimentas-de-cheiro ou raspa de limão siciliano na hora de servir.
Sugestões de acompanhamento
Arroz branco soltinho ou arroz de coco
Pirão feito com o caldo da moqueca
Farofa de dendê ou castanhas para crocância
Molho de pimenta à parte para quem gosta
Variações
Pode-se usar outros peixes firmes como tilápia, robalo ou badejo se o pintado não estiver disponível.
É possível preparar moqueca sem dendê, usando azeite comum, mas o sabor e a cor mudam, pode usar colorau junto do azeite.
A moqueca de pintado é um prato versátil, ideal para almoços de domingo ou ocasiões especiais, combinando o sabor suave do peixe com o aroma marcante do dendê e do coentro, resultando em um ensopado colorido e delicioso.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
-
Paraná4 dias agoGaeco e Polícia Militar cumprem 24 mandados em 11 cidades na segunda fase da Operação Via Pix, que apura possíveis crimes cometidos por policiais rodoviários
-
Esportes6 dias agoCorinthians encerra negociação e decide não renovar contrato de Memphis Depay
-
Educação6 dias agoConfira como acessar os resultados do Ideb por escola
-
Entretenimento6 dias agoAna Paula Siebert e Tati Barbieri trocam looks e arrancam risadas de fas: ‘Hahaha ‘
-
Política Nacional7 dias agoCAE vota emendas ao projeto que aumenta o piso salarial de médicos
-
Agro5 dias agoEl Niño forte pode atrasar soja e encurtar janela do milho
-
Educação6 dias agoUniversidades federais abrem 11 mil vagas em novos cursos para 2027
-
Esportes6 dias agoFluminense empata com Independiente Rivadavia e deixa decisão das oitavas em aberto
