Paraná
CGE vai promover encontro com municípios para debater controle interno
Todos os municípios estão convidados para a capacitação presencial do Controla Paraná, nos dias 27 e 28 de julho, em Paranaguá, no Litoral. O convite foi feito nesta quinta-feira (06) pela controladora-geral do Estado, Luciana Silva, durante a primeira reunião oficial dos integrantes dessa rede, que já assinaram a adesão. O Controla é um fórum de discussão formado por gestores das áreas relacionadas ao controle interno das administrações públicas.
A iniciativa da Controladoria-Geral do Estado vai difundir as boas práticas já aplicadas no Estado e trocar experiências com os órgãos municipais, para que todos melhorem suas rotinas de supervisão de gastos de dinheiro público. As áreas envolvidas, sob a coordenação da CGE, são, além do controle interno, compliance, auditoria, ouvidoria, transparência, controle social, corregedoria e cruzamento de dados.
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“Esta foi a primeira reunião de alinhamento das ações. Vamos estabelecer um cronograma de encontros para atender todos os municípios inscritos nessa rede. O Estado quer levar aquilo que já está implantado, como o Programa de Integridade e Compliance, que é referência no País, aos municípios”, afirmou Luciana.
CONVITE – Até agora, 62 prefeituras assinaram o termo de adesão e mais 123 estão em vias de aderir oficialmente. Para os encontros presenciais, a controladora-geral informou que qualquer órgão municipal de controle pode participar, basta entrar em contato pelo e-mail do Controla Paraná ([email protected]).
Nesses encontros, a equipe da CGE explica os procedimentos adotados por suas coordenadorias e dão orientações às prefeituras. “As prefeituras também ficam à vontade para apresentar suas dificuldades e experiências. Caso surja a necessidade, convidaremos representantes de outros órgãos para sanar dúvidas”, acrescentou Luciana.
Já aconteceram reuniões semelhantes em Maringá, Guarapuava e Curitiba. Conforme as prefeituras assinarem o termo de adesão ao Controla Paraná serão programados eventos regionais, para evitar longos deslocamento por parte dos gestores municipais.
Fonte: Governo PR
Paraná
A partir de ação do Ministério Público, Judiciário determina a suspensão de atividades clandestinas de empresa voltada à prática de esportes radicais em Castro
A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, a Vara Cível de Castro, nos Campos Gerais, determinou que uma empresa que vem prestando serviços de esportes radicais de alto risco sem autorização suspenda imediatamente todas as operações. A decisão liminar responde a ação civil pública ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Castro após apuração que demonstrou que a empresa vem promovendo, organizando e comercializando, de forma clandestina e sem as mínimas condições técnicas de segurança, atividades de bungee jump, rope jump, rapel e pêndulo humano.
A partir do recebimento de representação anônima em junho deste ano, a Promotoria de Justiça constatou que a empresa possuía alvará municipal restrito a serviços operacionais e comerciais (como limpeza predial, impermeabilização, serviços administrativos e comércio atacadista), sem ter licença ou autorização específica para operar no ramo de turismo de aventura ou esportes de alto risco.
Reiteração – Antes da judicialização pelo Ministério Público, o Município de Castro já havia notificado a empresa e lavrado termo de interdição após fiscalizações em locais como a Ponte Férrea sobre o Rio Iapó e a Rua Antônio Schendroski. Contudo, o empreendimento manteve a exploração econômica, apenas alterando os locais dos eventos no intuito de esquivar-se da fiscalização municipal – também foram identificadas atividades na Pedreira do Parque Lacustre II. Mesmo sem apresentar a documentação exigida pelos órgãos oficiais, como projetos estruturais, Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), laudos de equipamentos, plano de gestão de riscos, contingência e atendimento emergencial, a empresa continuou a realizar as atividades e utilizar as redes sociais para atrair o público e divulgar novos eventos. Na ação, a Promotoria de Justiça demonstra inclusive que as atividades contariam com a participação de crianças e adolescentes, o que torna mais grave a situação.
A decisão determina que a paralisação dure até a regularização cadastral e técnica da empresa junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes, sob pena de multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento, que deverá incidir sobre cada salto, evento, contratação ou publicação em redes sociais, entre outras atividades.
No mérito da ação, a Promotoria de Justiça pleiteia ainda a confirmação definitiva da suspensão dos serviços e a condenação da empresa ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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