Paraná
Centrais de relacionamento da Sanepar voltam ao horário normal na quarta-feira
A partir desta quarta-feira (30), as Centrais de Relacionamento da Sanepar voltam a atender os clientes em horário comercial – os horários de funcionamento estão neste site. Desde 1º de junho, as centrais de 26 cidades estavam atendendo em horário estendido, até as 20 horas, para facilitar o acesso de clientes aos programas Água Solidária, de Recuperação de Crédito e aos demais serviços da Companhia.
Até o fim de setembro, os clientes podem parcelar débitos em até 48 meses, com juros de 0,5% ao mês. Em outubro, novembro e dezembro, o parcelamento poderá ser feito em até 36 meses, com jutos de 0,7% ao mês.
- Com apoio da Sanepar, mulheres de União da Vitória fazem sabão ecológico
-
Com investimento de R$ 8,3 milhões, Sanepar amplia sistema de esgoto em Pranchita
Nos dois casos, não será cobrada multa de 2% referente às faturas em atraso nem serão cobrados juros moratórios de 0,033% ao dia, referente às faturas em atraso negociadas via Reclip; não há obrigatoriedade de valor mínimo de entrada; e nem de valor mínimo por parcela.
Além das Centrais de Relacionamento, o parcelamento pode ser feito pelo WhatsApp (41) 99544-0115, pelo e-mail [email protected], pelo 0800 200 0115 e pelo site www.sanepar.com.br.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré
O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.
Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.
De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.
Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.
Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.
Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.
Processo 0007837-42.2025.8.16.0024
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
-
Brasil6 dias agoSUS fortalece assistência especializada e atenção primária em Montes Claros (MG)
-
Educação6 dias agoMEC Livros organiza acervo com best-sellers e 26 categorias
-
Educação7 dias agoPrazo para escolha dos livros didáticos do PNLD termina nesta sexta (11)
-
Agro6 dias agoGalinhas soltas e felizes, ovos caipiras, orgânicos: Mapa acompanha diversificação do mercado
-
Política Nacional7 dias agoQuem fiscaliza as eleições no Brasil
-
Brasil6 dias agoSUS alcança mais de 1 milhão de crianças vacinadas contra doenças pneumocócicas
-
Paraná7 dias agoMinistério Público do Paraná ajuíza cumprimento de sentença para obrigar o Município de Ibaiti a implantar Centro de Atenção Psicossocial (Caps I)
-
Política Nacional6 dias agoSancionada lei que autoriza zerar ‘taxa das blusinhas’ até US$ 50
