Paraná
Celepar investirá R$ 40 milhões em 2023 para garantir proteção contra crimes digitais
Até um passado recente, havia uma separação clara entre segurança física e digital. Hoje, essa distinção não existe mais. Há crimes que começam na internet e transbordam para o mundo físico. E também há os que se iniciam num furto de celular na rua e se transformam num desfalque das contas bancárias, usando os aplicativos instalados nos aparelhos. Para dar conta desses desafios dentro do setor público, a Celepar vai investir R$ 40 milhões em segurança em 2023.
Esse recurso abrange várias áreas: de treinamentos, cursos e qualificação de profissionais da empresa até a compra de produtos e serviços de infraestrutura para reforçar a proteção de dados dos paranaenses.
A Celepar é responsável pelos sites do Governo do Paraná e sistemas que englobam o controle da Justiça (como o portal da Polícia Civil) e as informações sobre os estudantes da rede estadual ou pacientes atendidos nas unidades do Estado, e está implementando, com esses investimentos novas funcionalidades para modernização do relacionamento da população com o serviço público. Esse novo ciclo de investimento em segurança digital visa dar mais proteção aos clientes da empresa e fortalecer a colaboração com as forças de investigação do Estado.
Desde a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados, em setembro de 2020, a Celepar também tem se empenhado em adequar seus trabalhos às exigências da legislação, promovendo cursos para todos os colaboradores, com o objetivo de manter as melhores práticas de segurança em relação aos dados, considerando as especificidades de cada área.
“Isso reforça um dos pilares da nossa gestão, a preocupação com a segurança digital, e com a proteção dos dados que armazenamos em nosso Data Center. Isso é um compromisso com a sociedade e com o Estado”, explicou o CEO da Celepar, Gustavo Garbosa. “Para a concretização destas iniciativas, serão realizadas novas normatizações de processos internos sobre cibersegurança, relacionados a segurança da informação e privacidade de dados, de modo a otimizar esforços das equipes envolvidas e aplicar as melhores práticas de mercado”.
A Celepar tem uma longa tradição de investimento em segurança digital. A primeira empresa de tecnologia pública do País mantém infraestrutura e sistemas atualizados com o que existe de mais moderno no mundo da tecnologia. Além disso, desenvolveu plataformas e aplicativos para as forças de segurança e para outros órgãos do Estado na área. “A Celepar tem uma visão sistêmica de segurança, e esse é um dos nossos diferenciais como empresa de tecnologia pública”, completou Garbosa.
Segundo o gerente de Proteção de Dados da Celepar, Winfried Schumann, o universo de tecnologia da informação está em crescente evolução. “Isso demanda acompanhamentos e atualizações. Por isso, a Celepar tem investido tantos recursos, tendo em vista a consciência de que segurança digital é essencial”, afirmou.
PARCERIAS INTERNACIONAIS – Um dos escritórios internacionais da Celepar fica nos EUA, no Vale do Silício, um dos principais centros de inovação do mundo. Em fevereiro deste ano, uma missão da companhia passou uma semana no país para conhecer as soluções mais promissoras e relevantes desenvolvidas atualmente. O objetivo é entender o que se aplica ao setor público brasileiro e adaptá-las ao contexto do Brasil.
Além disso, a companhia está prospectando soluções em outras regiões do mundo, como Europa e Ásia. Isso é essencial porque, hoje, os crimes de maior complexidade são os digitais.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro
A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:
O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.
O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.
Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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