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Celepar celebra 59 anos apostando na transformação digital do Estado

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A Celepar completou 59 anos em novembro e o aniversário foi celebrado durante um evento na tarde desta quinta-feira (30), em Curitiba. As realizações da companhia ao longo das últimas décadas foram lembradas durante a comemoração. Um importante marco foi a criação do PIÁ (Paraná Inteligência Artificial) em 2019. A plataforma digital oferta mais de 700 serviços públicos à população de forma online. Mais de 600 mil usuários cadastrados podem, por exemplo, gerar códigos para pagamento de contas de água e luz ou agendar horário para procurar vagas de emprego.

Outra destaque foi o lançamento do aplicativo Nota Paraná. O programa incentiva a emissão de notas fiscais por estabelecimentos comerciais e recompensa os consumidores que solicitam notas nas compras. Por meio do sistema da Celepar, foram emitidas 310 mil notas fiscais eletrônicas e 1,7 bilhão de notas fiscais do consumidor eletrônicas apenas neste ano.

Muitos outros serviços ao cidadão foram realizados no Paraná por meio de sistemas ou operacionalização da companhia. Neste ano, foram cerca de 900 mil matrículas na rede estadual realizadas de forma online, 1 milhão de chamadas feitas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e acompanhadas por meio de software da Celepar, além de 95 mil registros de ocorrências no aplicativo 190, da Polícia Militar do Paraná, também desenvolvido pela empresa.

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As conquistas recentes também passam pela internacionalização da marca, inclusão social de idosos e novos programas para melhorar o fluxo do turismo e dos negócios internacionais do Estado.

“Eu vejo um futuro muito promissor para a Celepar. Podemos transformar a vida do cidadão por meio de soluções, entender as dores e desafios da sociedade e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos paranaenses”, disse Gustavo Garbosa, diretor-presidente da companhia.

Guto Silva, secretário do Planejamento, afirmou que a empresa tem o desafio de atender às demandas de um governo que valoriza a inovação tecnológica. “Num momento em que as coisas mudam tão rapidamente, isso é muito importante”, observou.

O evento contou ainda com uma palestra de Leandro Karnal e homenagens aos funcionários que fazem aniversário de tempo de casa. Também foi celebrada a história de instituições parceiras da Celepar: a Funcel (Fundação Celepar) e Previcel (Previdência Privada da Celepar).

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PRESENÇAS – Participaram do evento as secretárias Luciana Casagrande (Cultura), Louise Garnica (Desenvolvimento Sustentável, em exercício), Márcia do Valle (Fazenda, em exercício) e Leandre Dal Ponte (Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa); o secretário da Educação, Roni Miranda; Luciana Carla da Silva Azevedo, controladora-geral do Estado; Wilson Bley, diretor administrativo do BRDE; Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná; Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes; Samia Saad Bonavides, subprocuradora-geral do Ministério Público do Paraná; Adriano Furtado, diretor-presidente do Detran/PR; Rose Traiano, presidente do Conselho de Ações Solidárias e Voluntariado da Assembleia Legislativa do Paraná; e Cris Ricordi, superintendente da Ação Solidária do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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