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Campeões olímpicos do vôlei são ovacionados em show do Verão Maior Paraná

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O público de sábado (10) em Matinho de 167 mil pessoas nos shows de Zé Neto & Cristiano e Jiraya Uai – o segundo maior da história das apresentações do Verão Maior – teve quatro presenças ilustres do esporte nacional. Os shows foram assistidos pelos campeões olímpicos e mundiais do vôlei Giba, Serginho, Rodrigão e Dante, que participam neste domingo (11), às 10h, em Matinhos, do Desafio Olímpico de Vôlei de Praia.

O quarteto, ouro na Olimpíada de Atenas em 2004 – Serginho ainda conquistou outro primeiro lugar nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016 – foi ovacionado pelo público ao subir no palco do Verão Maior Paraná na noite de sábado. Os quatro também são campeões mundiais pela seleção em 2002, 2006 e 2010. Quem cruzou com os gigantes do vôlei durante a apresentação também aproveitou para tirar fotos dos campeões olímpicos.

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O dia teve um gosto especial para dois dos quatro ex-jogadores. Giba e Serginho são paranaenses, ambos pés vermelhos. O primeiro, ex-atacante, é nascido em Londrina, no Norte do Estado. Já o ex-líbero Serginho é nascido na cidade de Diamante do Norte, também no Norte do Paraná.

DESAFIO OLÍMPICO – Giba, Serginho, Dante e Rodrigão vão matar saudades dos tempos de atletas neste domingo no Litoral do Paraná. O quarteto participa do Desafio Olímpico de Vôlei de Praia às 10h em Matinhos. O evento terá transmissão ao vivo da TV Paraná Turismo diretamente da Arena de Esportes do Verão Maior Paraná, na praia de Caiobá, em Matinhos.

O evento reúne grandes estrelas do voleibol brasileiro em uma partida amistosa que promete emoção, técnica e muita nostalgia. De um lado, os campeões olímpicos e mundiais, do outro, um selecionado time paranaense formado por Raphael, Arthur, Marquinhos e Clésio, atletas que representam a força do voleibol local e a nova geração que mantém viva a tradição do esporte no Estado.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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