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Campanha Nacional de Multivacinação encerra nesta sexta-feira com mais de 7 milhões de doses aplicadas

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Após 26 dias de mobilização, o Ministério da Saúde encerra, nesta sexta-feira (31), a Campanha Nacional de Multivacinação, voltada à atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de até 15 anos. Ao longo da campanha, mais de 7 milhões de doses foram aplicadas, sendo cerca de 1 milhão apenas no Dia D, realizado em 18 de outubro. Mesmo com o fim da mobilização, a vacinação de rotina continua normalmente em todo o país.

Somente neste ano, mais de 22 milhões de doses das vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação foram enviadas aos estados e municípios, garantindo o abastecimento e reforçando a proteção contra diversas doenças imunopreveníveis, como poliomielite e sarampo.

Além da imunização infantil, a campanha também contemplou a vacinação contra sarampo e febre amarela para pessoas de até 59 anos. No caso da febre amarela, a estratégia teve foco nas áreas de maior risco de transmissão, especialmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

No Dia D de mobilização nacional, mais de 30 mil salas de vacinação foram abertas em todo o país, ampliando o acesso à imunização em um sábado e reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a proteção da população.

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Pais e responsáveis que ainda não levaram crianças e adolescentes para vacinar podem aproveitar o último dia da campanha para atualizar a caderneta. Basta procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Veja as vacinas disponíveis, conforme o Calendário Nacional de Vacinação:

  • BCG
  • Hepatite B
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Poliomielite inativada (VIP)
  • Rotavírus
  • Pneumocócica 10-valente (conjugada)
  • Meningocócica C (conjugada)
  • Meningocócica ACWY (conjugada)
  • Influenza
  • Covid-19
  • Febre amarela
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
  • Varicela
  • DTP
  • Hepatite A
  • HPV

João Vitor Moura
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Uma jornada de amor e fé pelas montanhas de São Paulo e Minas Gerais

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Inspirado no tradicional Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, o Caminho da Fé nasceu para estruturar e dar suporte aos milhares de peregrinos que realizam a jornada rumo ao Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo. A marca oficial da trilha traz o contorno da clássica pegada de bota abraçando a imagem estilizada de Nossa Senhora Aparecida, simbolizando o turismo religioso e a união entre caminhos espirituais.

Considerando todas as suas ramificações, o Caminho da Fé possui uma extensão total de 2.500 quilômetros, entre as regiões de planície no centro do estado de São Paulo e as áreas de serra de Minas Gerais. O ramal “principal” conta com 320 quilômetros, geralmente percorridos em cerca de 12 dias de expedição. Desse total da rede, aproximadamente 400 quilômetros atravessam as montanhas da Serra da Mantiqueira, alternando entre trilhas de terra, bosques e trechos de asfalto. 

Inserida no bioma Mata Atlântica, a rota atinge pontos de até 1.024 metros de altitude. Essa diversidade de ambientes garante uma ampla oferta de atrativos, com paradas em mirantes e picos, além de excelentes oportunidades para a observação de aves e da fauna nativa. Durante a jornada, o peregrino cruza dezenas de Unidades de Conservação como os Parques Estaduais de Águas da Prata, Campos do Jordão e Porto Ferreira, além de diversas Áreas de Proteção Ambiental, como as da Serra da Mantiqueira, Sapucaí-Mirim, Ibitinga e Bacia do Rio Paraíba do Sul. 

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Experiência do viajante 

Em média, quem opta por fazer o roteiro a pé caminha de 25 a 30 quilômetros por dia, enquanto os ciclistas costumam cobrir cerca de 60 quilômetros diários, variando conforme o preparo físico de cada um.

Ao passar por dezenas de municípios paulistas e mineiros, a trilha impulsiona fortemente o turismo de base comunitária. A presença constante de viajantes estimula o desenvolvimento econômico e social de pequenas cidades e vilarejos. O visitante vivencia autênticas experiências rurais e visita cidades históricas, compreendendo a simplicidade e o acolhimento dos pontos de apoio e das hospedagens, o que propicia uma rica integração cultural entre os moradores locais e peregrinos de todas as partes do Brasil e do mundo.

Como chegar 

A organização prévia é uma das chaves para o sucesso na travessia. Como o caminho é dividido em vários ramais com características próprias, o roteiro pode ser desenhado com base nos dias disponíveis e no modal escolhido. O percurso tem como um de seus marcos iniciais a cidade de Águas da Prata (SP), mas as opções de começo abrangem diversas outras cidades.

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Quem vem de estados mais distantes pode desembarcar em qualquer aeroporto da capital paulista ou no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. A partir dos grandes terminais rodoviários, como o do Tietê (SP) ou o da capital mineira, basta seguir de ônibus para a cidade do interior escolhida para iniciar a jornada. É recomendado simular o roteiro previamente e contatar os locais de hospedagem com antecedência.

Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UC). Juntas, têm mais de 25.000 km planejados, com cada trilha identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que pode ser personalizada com sua logomarca, inserindo um desenho próprio que a represente, dentro do formato de pegada.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, mas não se limitando a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outras.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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