Agro
Café e cachaça brasileiros são promovidos em evento na África do Sul
Cafés e cachaças do Brasil foram os protagonistas de um evento de promoção comercial realizado em Pretória, na África do Sul, no dia 22 de outubro. A iniciativa reuniu importadores, distribuidores, empreendedores locais, formadores de opinião e público em geral em uma programação que incluiu palestras, sessões de degustação e rodadas de negócios.
O objetivo foi apresentar o portfólio brasileiro, esclarecer os requisitos de acesso ao mercado sul-africano e fomentar conexões entre empresas brasileiras e potenciais parceiros locais. As palestras abordaram as características dos produtos, informações sobre oferta e processos produtivos, enquanto as degustações destacaram diferentes perfis sensoriais.
As rodadas de negócios proporcionaram encontros estratégicos entre representantes do setor privado brasileiro e potenciais parceiros no país africano.
A ação foi coordenada pelo adido agrícola do Brasil na África do Sul, Carlos Müller, em parceria com a Embaixada do Brasil em Pretória.
Reconhecidos mundialmente pela qualidade e diversidade sensorial, o café e a cachaça do Brasil combinam tradição produtiva com tecnologia. O país é líder global na produção e exportação de café, oferecendo perfis que vão do consumo cotidiano aos segmentos especiais. Já a cachaça, destilado tipicamente brasileiro, vem ampliando sua presença em mercados internacionais graças à versatilidade na coquetelaria e ao seu sabor inigualável.
A iniciativa integrou a agenda de promoção comercial coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da ApexBrasil e das embaixadas brasileiras ao redor do mundo. O objetivo é ampliar a visibilidade dos produtos nacionais e apoiar sua inserção em novos canais e mercados.
Informação à imprensa
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Agro
Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro
As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.
O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.
Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas
A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.
A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.
Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.
O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.
Carne suína mantém crescimento nas vendas externas
A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.
A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.
O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.
Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.
A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.
Exportações de pescado têm menor participação em maio
Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.
Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.
A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.
Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.
Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global
O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.
O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.
A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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