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BRDE reforça carteira de crédito climático com atendimento ao Fundo Clima

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) reforçou a carteira de crédito sustentável com nova oferta do BNDES Fundo Clima, linha voltada a projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa, adaptação aos efeitos das mudanças climáticas e aumento da resiliência de empreendimentos, cadeias produtivas e cidades. A reabertura da disponibilidade de recursos amplia as alternativas de financiamento para empresas, produtores, cooperativas e entes públicos com projetos enquadrados nas regras do programa.

A linha financia implantação de empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos e desenvolvimento tecnológico relacionados à redução de emissões e à adaptação climática. Entre as condições previstas estão taxas a partir de 4,46% ao ano para projetos de florestas nativas e recursos hídricos e a partir de 10,14% ao ano para projetos verdes.

Os prazos podem chegar a 25 anos, incluída carência de cinco anos, para logística de transporte, transporte coletivo e mobilidade verdes; e a 16 anos, com carência de até seis anos, para itens de transição energética. O teto por operação é de R$ 150 milhões. Mais informações sobre a linha podem ser obtidas neste material.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Junior, a operação do Fundo Clima reforça o papel do banco na agenda de financiamento ao desenvolvimento sustentável. “A questão climática passou a integrar a estratégia de investimento de empresas, produtores e governos. Ao operar o Fundo Clima, o BRDE amplia sua capacidade de apoiar projetos que reduzem emissões, melhoram a eficiência dos negócios e preparam a infraestrutura para um cenário de maior risco climático”, afirma.

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MITIGAÇÃO E ADAPTAÇÃO – O Fundo Clima é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima e tem como objetivo apoiar projetos de mitigação e adaptação. A parcela reembolsável é operada pelo BNDES, com recursos vinculados ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, do Ministério do Meio Ambiente.

A linha é voltada para projetos em áreas como desenvolvimento urbano resiliente e sustentável, indústria verde, logística de transporte, mobilidade verde, transição energética, serviços e inovação verdes, além de ações voltadas à conservação, recuperação e gestão de florestas nativas e recursos hídricos. 

Na prática, podem ser enquadrados investimentos em geração de energia limpa, eficiência energética, modernização de processos industriais, compra de equipamentos com menor impacto ambiental, transporte coletivo de baixa emissão, logística sustentável, recuperação de áreas degradadas, proteção de recursos hídricos, gestão de resíduos, agricultura de baixo carbono e soluções tecnológicas aplicadas à economia verde.

Para o diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, a linha amplia a capacidade de atendimento do banco junto ao setor produtivo e aos municípios. “O Fundo Clima chega para apoiar projetos que já fazem parte da demanda de empresas e administrações públicas. São investimentos que reduzem custos, aumentam a segurança operacional e ajudam a preparar os territórios para eventos climáticos mais frequentes”, destaca.

Segundo Heraldo Neves, a atuação do BRDE como operador da linha também contribui para aproximar a instituição das demandas regionais. “O banco conhece a realidade das regiões onde atua e tem equipes preparadas para orientar o enquadramento dos projetos. Esse papel é importante porque muitos investimentos climáticos exigem esse acompanhamento próximo”, afirma.

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FUNDOS DE DESENVOLVIMENTO – A experiência com o Fundo Clima também reforça a capacidade do BRDE de operar recursos vinculados a políticas públicas de desenvolvimento. O banco avalia, em articulação com instituições federais e respeitadas as regras de cada programa, possibilidades de ampliar sua atuação na intermediação de fundos setoriais e instrumentos com finalidade pública.

Entre as agendas acompanhadas estão mecanismos como o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), voltado à expansão, ao uso e à melhoria dos serviços de telecomunicações, e o Fundo da Marinha Mercante (FMM), destinado ao desenvolvimento da indústria naval.

Hoje, esses instrumentos seguem normas próprias de operação e definição de agentes financeiros. No caso do FUST, o BNDES é o agente financeiro responsável pela aplicação dos recursos em projetos de conectividade. No caso do FMM, as regras vigentes concentram a atuação no BNDES e em bancos públicos federais. “O BRDE entende que sua experiência em crédito de longo prazo pode contribuir, quando houver espaço regulatório e institucional, para ampliar a capilaridade e a execução dessas políticas”, complementa Heraldo.

As condições finais de cada operação dependem do enquadramento do projeto, da análise de crédito, das garantias apresentadas e das regras vigentes do BNDES. Interessados no Fundo Clima devem procurar a equipe de atendimento do BRDE para avaliação técnica e orientação sobre a documentação necessária.

Fonte: Governo PR

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Vacinação contra gripe nos grupos prioritários do Paraná está acima da média nacional

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O Paraná aplicou 1.783.418 doses da vacina contra a Influenza até o dia 25 de maio. A campanha nacional de imunização para os grupos prioritários se encerra nesta semana, no dia 30 de maio, e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da vacinação para prevenção de casos graves da doença.

Os idosos acima de 60 anos lideram a procura pelos imunizantes, registrando mais de 925 mil aplicações. As crianças de seis meses a menores de seis anos receberam 207 mil doses no período. A cobertura vacinal dos grupos prioritários no Estado atingiu 39,97%, índice superior à média nacional, que está em 36,24%.

O secretário da Saúde, César Neves, diz que a população deve procurar as unidades de saúde nos próximos dias para garantir a proteção contra o vírus e reforça que as equipes estão mobilizadas para atender os paranaenses e ampliar a barreira imunológica antes da chegada do inverno.

“Queremos chamar a atenção dos paranaenses para vacinarmos e fecharmos essa campanha com todas as doses disponíveis utilizadas. A vacina é segura e representa a principal estratégia para evitar casos graves e internamentos decorrentes das complicações da gripe”, afirmou o secretário.

GRUPOS PRIORITÁRIOS – Segundo dados do painel de vacinação do Ministério da Saúde, Conselheiro Mairinck registra a maior taxa de cobertura vacinal de idosos do Paraná, alcançando 82,43% do público-alvo do imunizado. Iguatu aparece na sequência com 73,36%, seguido por Guapirama com 71,64% e Uniflor com 71,04%. O ranking das dez cidades com melhor desempenho inclui ainda Santo Antônio do Paraíso (67,65%), Virmond (66,58%), Jardim Olinda (66,39%), Coronel Domingos Soares (64,50%), Lunardelli (63,93%) e Salgado Filho (62,63%).

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Na outra ponta do levantamento, Diamante do Norte apresenta o menor índice de adesão de idosos à campanha, com apenas 3,76% de cobertura. Mauá da Serra contabiliza 4,58% e Inácio Martins tem 5,73%. A lista de municípios com menor adesão dos grupos prioritários engloba também Alto Paraíso (6,05%), Saudade do Iguaçu (17,68%), Quatro Pontes (21,84%), Primeiro de Maio (22,98%), Santa Amélia (23,90%), Catanduvas (27,91%) e Sertanópolis (27,92%).

Em crianças entre seis meses a menores de seis anos, as cidades com maior índice de cobertura vacinal são Porto Rico (86,75%), Esperança Nova (78,95%), Iguatu (75,76%), Paranapoema (74,31%) e Corumbataí do Sul (71,71%). Entre as menores estão Mauá da Serra (3,47%), Diamante do Norte (3,57%), Alto Paraíso (4,43%), Inácio Martins (5,75%) e Primeiro de Maio (9,83%).

Os municípios de Godoy Moreira, Iguatu, Nova América da Colina, Pitangueiras, Pinhal de São Bento, Diamante do Sul, Alto Paraíso, Cafeara, Cruzeiro do Iguaçu, Esperança Nova, Uniflor, Mariluz, São Jorge do Ivaí, Lupionópolis e Jundiaí do Sul já vacinaram todas as suas gestantes. Itaipulândia, Leópolis, Rancho Alegre, Porto Vitória, Cerro Azul, Boa Ventura de São Roque, Japira, Lunardelli, Ourizona e Ventania já possuem cobertura vacinal acima de 90%.

Curitiba teve adesão de 38,15% das gestantes. Os municípios com menor cobertura vacinal para esse grupo são Diamante do Norte (8,7%), Inácio Martins (12%) e Mauá da Serra (12,36%).

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NÚMEROS ABSOLUTOS – O volume total de doses aplicadas reflete o porte populacional das maiores cidades paranaenses. Curitiba lidera os números absolutos com 195.051 vacinas aplicadas. Londrina aplicou 66.080 doses e Maringá imunizou 47.761 pessoas. Cascavel contabiliza 33.483 aplicações, enquanto Ponta Grossa soma 29.608 doses.

O grupo dos dez municípios com maior quantitativo de vacinas aplicadas conta também com São José dos Pinhais (26.880 doses), Foz do Iguaçu (23.263 doses), Colombo (19.887 doses), Guarapuava (18.162 doses) e Araucária (14.188 doses).

CAMPANHA E GRUPOS PRIORITÁRIOS – No Estado, a população-alvo da vacinação soma 4.815.445 pessoas, sendo elas crianças de seis meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais, gestantes, profissionais de saúde, puérperas, professores dos ensinos básico e superior, povos indígenas, pessoas em situação de rua, integrantes das forças de segurança e de salvamento, e militares das Forças Armadas.

Também estão incluídos indivíduos com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e de longo curso, portuários, funcionários do sistema penitenciário e a população privada de liberdade, incluindo jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos.

Até o momento, o Paraná recebeu 2,8 milhões de doses enviadas pelo Ministério da Saúde, distribuídas aos municípios conforme a necessidade de cada região, garantindo o abastecimento da rede pública. Ainda não há definição sobre o número total de doses que o Estado deverá receber durante toda a campanha.

Fonte: Governo PR

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