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Brasil reforça liderança na parceria FAST e apresenta prioridades agrícolas na Blue Zone

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Para debater sistemas agroalimentares, financiamento climático e acelerar soluções práticas de adaptação, mitigação e restauração de terras, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) integrou os painéis promovidos pela parceria FAST Partnership (Alimentação e Agricultura para a Transformação Sustentável) e pela Coalizão pelo Clima e Ar Limpo (CCAC).

Na quarta-feira (19), a Pasta foi representada pelo diretor do Departamento de Produção Sustentável da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Bruno Brasil, no painel ministerial “Ampliando Soluções Práticas para Sistemas Agroalimentares Resilientes”. Ele destacou que a participação do Brasil reforça o compromisso do país com uma agenda agrícola climática robusta e contínua. “O Brasil é copresidente da iniciativa e, junto com a FAO, estamos trabalhando para avançar os legados das COPs anteriores. Definimos como prioridades a recuperação de áreas degradadas, o uso sustentável de fertilizantes, a captura de carbono no solo agrícola e o aumento de produtividade para mitigar o metano na pecuária”, afirmou.

De acordo com o diretor, essas frentes serão consolidadas com apoio técnico da FAO e dos países parceiros. “Todos esses temas serão conduzidos com os membros da FAST, sempre com suporte da FAO, garantindo a implementação de projetos e ações concretas nos próximos anos”, completou Bruno Brasil.

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Já nesta quinta-feira (20), o auditor fiscal agropecuário do Mapa, Luís Rangel, esteve presente no painel “Parceria FAST: Desbloqueando soluções financeiras inovadoras para a transformação inclusiva dos sistemas agroalimentares”.

Ao abrir a sessão, Rangel reforçou o espírito colaborativo da iniciativa. “Mais do que uma parceria, a FAST funciona como uma rede. Trabalhamos juntos para destravar financiamentos e apoiar todos os modelos de agricultura – pequena, média e grande”, pontuou.

O auditor observou que o Brasil tanto compartilha conhecimento quanto aprende com as contribuições internacionais, fortalecendo sua capacidade de execução de políticas públicas. “É uma via de mão dupla. Não sabemos se levamos boas ideias ou se voltamos inspirados com novas soluções, mas o fato é que conseguimos implementar com excelência. Isso se reflete no Plano ABC+, no Programa Caminho Verde Brasil e em tantos projetos que mostram a confiança e a capacidade do Brasil em avançar nessa agenda”, destacou Rangel.

A FAST Partnership foi lançada pela presidência da COP27, no Egito, em 2022, sob operacionalização da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O objetivo principal é catalisar e acelerar a transformação dos sistemas agroalimentares rumo a 2030, atuando para que a agricultura e os sistemas alimentares sejam parte integrante das soluções para as mudanças climáticas, para a segurança alimentar e para a conservação da natureza.

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Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Suínos no Brasil: preços do animal vivo e da carne atingem mínimas históricas mesmo com exportações recordes

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Queda nos preços persiste no mercado de suínos

O mercado brasileiro de suínos continua enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços. Mesmo com o desempenho positivo das exportações, as cotações do animal vivo e da carne seguem em trajetória de queda, refletindo condições desfavoráveis no mercado interno.

Demanda doméstica enfraquecida limita reação

A baixa procura no mercado interno, já observada ao longo de março, se manteve na primeira quinzena de abril. O enfraquecimento do consumo doméstico permanece como um dos principais entraves para a recuperação dos preços, reduzindo a capacidade de reação do setor.

Oferta elevada e forte concorrência pressionam cotações

Além da demanda enfraquecida, o setor enfrenta um ambiente de elevada oferta e forte concorrência. De acordo com agentes consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), esse cenário tem intensificado o movimento de desvalorização tanto do suíno vivo quanto da carne suína.

Quedas mais intensas desde janeiro indicam sobreoferta

Entre os dias 7 e 14 de abril, as cotações do suíno vivo registraram as quedas mais expressivas desde janeiro deste ano. O comportamento reforça a percepção de sobreoferta no mercado interno, ampliando a pressão sobre os preços.

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Preços atingem os menores níveis em anos

Em termos reais, os valores do suíno vivo atingiram os níveis mais baixos desde março de 2022. Já os preços da carne suína recuaram ao menor patamar desde maio de 2020, conforme levantamento do Cepea.

Cenário exige atenção do setor produtivo

Diante de uma oferta elevada e do consumo doméstico ainda enfraquecido, o mercado de suínos segue desafiador. Mesmo com o suporte das exportações em níveis recordes, o equilíbrio entre oferta e demanda interna será decisivo para uma possível recuperação dos preços nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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