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Bombeiros de Cascavel resgatam vítimas de incêndio em apartamento no 13º andar

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O 4º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), com sede em Cascavel, foi acionado na manhã desta quarta-feira (15) para atender a um incêndio em um apartamento localizado no Edifício João Batista, situado no cruzamento das ruas Riachuelo e Londrina, no Bairro Country, no mesmo município.

No local, as equipes constataram fogo em um dos apartamentos do último pavimento, com intensa emissão de fumaça e risco de propagação para unidades vizinhas. Imediatamente, foi realizada a evacuação do edifício e iniciado o combate direto às chamas, com o emprego de viaturas de combate a incêndio e resgate.

Dentro do apartamento incendiado havia três vítimas, entre elas uma mulher de 51 anos com queimaduras na face, vias aéreas, braços e pernas, e uma criança de 4 anos, com queimaduras na pelve, pernas e mãos. Elas foram retiradas pelos moradores do prédio. Outra vítima foi resgatada de dentro do apartamento em estado grave pela guarnição do Corpo de Bombeiros. Todas foram encaminhadas para unidades hospitalares.

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Durante a atuação das equipes do CBMPR, dois bombeiros militares, o 1º sargento Edemar de Souza Migliorini e o cabo Leandro Batista, ficaram feridos e necessitaram de atendimento médico.

“O apartamento estava totalmente em chamas, mas o sargento atravessou pelo fogo, procurou a vítima e a retirou. Saiu em chamas de dentro do apartamento, jogamos cobertor em cima dele para apagar o fogo e ele ainda queria voltar lá pra ver se tinha mais vítimas. Ele não se intimidou e teve muito controle emocional”, relatou o subtenente Ananias Maciel, que também atendeu a ocorrência.

As chamas foram controladas e extintas, evitando a propagação para outros apartamentos e minimizando os danos estruturais. Após o rescaldo, o imóvel foi isolado para inspeção técnica e perícia pelas equipes competentes, que deverão apurar as causas do incêndio.

O CBMPR reforça a importância de manter equipamentos elétricos e de gás em boas condições, além de seguir as normas de segurança predial e condominial, contribuindo para a criação da cultura da prevenção de incêndios e desastres.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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