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BNDES apoia o desenvolvimento do agronegócio

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reconhecendo essa importância do agronegócio, tem sido um forte apoiador do desenvolvimento da produção.

Com quase 20% da força de trabalho do Brasil empregada no ramo agropecuário e a produção agrícola representando cerca de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do país, fica claro o peso e a relevância desse segmento para a economia nacional.

O BNDES desempenha um papel crucial nesse contexto, oferecendo linhas de crédito ao longo de todo o ano para a cadeia produtiva do agronegócio, priorizando os produtores rurais e suas cooperativas. No recente Plano Safra de 2023, o BNDES já injetou mais de R$ 20 bilhões em financiamentos destinados a esses agentes, contribuindo para impulsionar o desenvolvimento e a produtividade no campo.

Uma das vertentes importantes do apoio do BNDES é o reconhecimento do cooperativismo como um sistema econômico significativo para o progresso do setor agropecuário. Para atender às necessidades específicas dos produtores cooperados, o banco disponibiliza linhas de crédito dedicadas, como a linha BNDES Crédito Rural Cooperativas.

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Essa linha especial destina recursos para capital de giro às cooperativas de produtores rurais em todo o país, oferecendo condições especiais para fortalecer e impulsionar suas atividades:

  • Taxas de juros pré e pós-fixadas.
  • Possibilidade de indexação da dívida em variação do dólar para quem possui receita na mesma moeda, com condições exclusivas.
  • Prazo de pagamento de até 5 anos e carência de até 1 ano.

O BNDES reforça sua missão de contribuir para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro, oferecendo suporte financeiro e condições favoráveis para impulsionar a produtividade, a inovação e a competitividade nesse setor tão vital para a economia do país.

Fonte: Pensar Agro

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Proagro muda regras: entenda o que altera no custo e na vistoria

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A partir desta quarta-feira (01.07) o Proagro entra em uma nova fase para a safra 2026/27. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ajustes nas taxas que o produtor paga para acessar o seguro público. A mudança, segundo o Banco Central (BC), deve baratear o custo médio do seguro para boa parte dos beneficiários, pois as alíquotas agora serão calculadas com base no risco real de cada lavoura e região, e não mais de forma generalizada.

O BC explica que desde 2024, o programa vem passando por uma “limpeza” nas suas regras de enquadramento. Como o seguro ficou mais preciso e o controle sobre quem realmente precisa da ajuda aumentou, a inadimplência e o risco sistêmico do programa caíram. Essa economia foi repassada para o custo da alíquota. Em resumo: quanto melhor monitorada e menos arriscada for a operação (considerando a cultura e a tecnologia aplicada), menor tende a ser o valor que o produtor pagará para se proteger.

Além de mexer no bolso, a nova norma aperta o cerco contra fraudes, o que dá mais segurança jurídica para quem realmente sofreu perdas. A principal mudança está na “prova de vida” da lavoura.

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A partir de agora, não basta mais o aviso de perda. Para garantir a indenização, o produtor precisará utilizar fotografias georreferenciadas nas vistorias. Isso significa que o aplicativo ou o sistema de vistoria deverá capturar fotos que contenham os metadados de localização e data, provando matematicamente que o registro foi feito dentro da área atingida pelo clima ou praga, eliminando qualquer margem para questionamentos técnicos.

Outro ponto que exige atenção do produtor: em casos de perdas de alta gravidade, a regra foi endurecida. Se a lavoura foi parcialmente atingida, mas ainda houve colheita, o que foi produzido será obrigatoriamente descontado do valor da indenização. A intenção, segundo o BC, é evitar que o seguro seja usado como fonte de lucro, garantindo que ele cumpra sua função essencial: cobrir o custo de produção quando a safra é comprometida por eventos fora do controle do agricultor.

O Proagro é voltado ao pequeno e médio produtor rural, sendo um seguro público que garante o pagamento dos financiamentos de custeio agrícola quando a lavoura é atingida por fenômenos naturais (como seca, excesso de chuva ou geada), pragas ou doenças de difícil controle. Com o ajuste, o objetivo do governo é tornar o programa autossustentável, evitando que o Tesouro Nacional precise arcar com rombos que, no passado, encareciam o seguro para todos.

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Fonte: Pensar Agro

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