Connect with us


Paraná

Bloqueio parcial de ponte de Morretes para novas obras começa nesta segunda-feira

Publicado em

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), informa que a ponte metálica sobre o Rio Nhundiaquara em Porto de Cima, distrito de Morretes, no Litoral, será bloqueada parcialmente a partir desta segunda-feira (24) para finalizar as obras de reforma e manutenção em andamento.

A ponte, que fica na rodovia PR-411, já recebeu serviços de tratamento e reforço das estruturas metálicas e de concreto nas laterais e abaixo dela, mas para a etapa final, no tabuleiro, será necessário o bloqueio parcial do tráfego de veículos. O investimento na reforma é de R$ 1.844.444,43.

Atendendo a solicitações de lideranças, comunidade e comércios locais, os serviços serão realizados em intervalos e, principalmente, no período noturno com o objetivo de garantir o acesso de visitantes ao distrito nos dias e horários de maior movimento, uma vez que o turismo é a principal fonte de renda da localidade.

A operação pare-e-siga, típica em obras desse tipo, não será possível no caso da ponte sobre o Rio Nhundiaquara, já que ela é de pista única.

A maior atividade na obra agora será a demolição das placas de concreto do tabuleiro da ponte e sua substituição por um novo gradil metálico, que vai exercer menos peso sobre o restante da estrutura e garantir uma sobrevida maior. Os serviços estavam previstos para a semana passada, mas foram adiados para esta, uma vez que não é possível realizar a soldagem do gradil embaixo de chuva.

Leia mais:  Ideathon Paraná terá novas datas; Apucarana sediará a largada da maratona

DESVIO – Durante os horários de interdição, usuários podem acessar Porto de Cima ou a PR-410 por meio de Morretes, pela PR-408. Pedestres e ciclistas poderão fazer a travessia mesmo durante os serviços na ponte, por meio de uma passarela temporária ao lado da estrutura.

CRONOGRAMA – Os serviços na obra serão executados principalmente durante o período noturno, sem bloqueios de tráfego nas sextas-feiras e sábados, e no domingo somente após as 22h. Iluminação específica para as atividades será empregada durante os trabalhos, que devem durar 45 dias, até 6 de setembro.

Confira o cronograma previsto (a programação pode ser alterada devido às condições climáticas e ao desenvolvimento dos serviços previstos):

Julho

24 – Interdição a partir das 19h

25 – Interdição o dia todo

26 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

27 – Interdição das 19h às 06h

28 – Sem interdição

29 – Sem interdição

30 – Interdição das 22h às 06h

31 – Interdição a partir das 19h

Agosto

1 – Interdição o dia todo

2 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

3 – Interdição das 19h às 06h

Leia mais:  Vendas no comércio do Paraná crescem 1,6% no primeiro semestre de 2023

4 – Sem interdição

5 – Sem interdição

6 – Interdição das 22h às 06h

7 – Interdição a partir das 19h

8 – Interdição o dia todo

9 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

10 – Interdição das 19h às 06h

11 – Sem interdição

12 – Sem interdição

13 – Interdição das 22h às 06h

14 – Interdição a partir das 19h

15 – Interdição o dia todo

16 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

17 – Interdição das 19h às 06h

18 – Sem interdição

19 – Sem interdição

20 – Interdição das 22h às 06h

21 – Interdição a partir das 19h

22 – Interdição o dia todo

23 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

24 – Interdição das 19h às 06h

25 – Sem interdição

26 – Sem interdição

27 – Interdição das 22h às 06h

28 – Interdição a partir das 19h

29 – Interdição o dia todo

30 – Interdição o dia todo até as 06h do dia seguinte

31 – Interdição das 19h às 06h

Setembro

1 – Sem interdição

2 – Sem interdição

3 – Serviços finais sem interdição

4 – Serviços finais sem interdição

5 – Serviços finais sem interdição

6 – Serviços finais sem interdição

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

Published

on

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

Leia mais:  Portaria da Adapar moderniza atividades de fiscalização de trânsito agropecuário

A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

Leia mais:  Ideathon Paraná terá novas datas; Apucarana sediará a largada da maratona

Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262