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Polícial

Batalhão da PM comemora o 144º aniversário de nascimento do Coronel João Gualberto

Publicado em

Por Marcia Santos
Jornalista PMPR
O 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), pertencente ao 1º Comando Regional da PM (1º CRPM), promoveu uma cerimônia nesta quinta-feira (11/10) para marcar o 144º aniversário do Coronel João Gualberto, Patrono da unidade. O evento ocorreu no Shopping Curitiba, devido à chuva. Houve homenagens com a entrega do Certificado Amigo do 12º BPM às personalidades civis, e da medalha João Gualberto aos militares estaduais.
Durante o evento, o Subcomandante da Instituição, Coronel Arildo, fez questão de ressaltar a importância que a PM tem dentro da sociedade, mesmo que, por muitas vezes, ela não seja reconhecida como deveria. “Ao longo do tempo, como foi com Joao Gualberto e tantos outros, que construíram caminhos que, ao nosso ver, eram pautados pela disciplina, lealdade, honra, defesa da família, da pátria e da sociedade, com a nossa Corporação não é diferente. Ela se pauta, justamente, pelos ensinamentos de defesa social, defesa do cidadão, defesa daqueles que, em situação de alto risco, mais precisam do apoio do Estado”, afirma.
O Coronel João Gualberto, enquanto servia à Polícia Militar, foi convidado ao cargo de prefeito de Curitiba, mas recusou o convite, optando por se tornar comandante da Instituição. Foi combatente na guerra do Irani, ocorrida em 12 de outubro de 1912, época de um marco único para a história do Paraná: a Guerra do Contestado.
“O sacrifício extremo deste homem não foi em vão, jamais será esquecido”. Foi assim que o Comandante do 1º Comando Regional de Polícia Militar (1º CRPM), Coronel Péricles de Matos, definiu a importância do Patrono durante o evento. Ele ainda ressaltou o valor dos ensinamentos deixados por João Gualberto, eternizados até os dias atuais: “Hoje eu consigo ver à minha frente que o Coronel continua vivo, dentro de cada um de nós, do mais antigo ao mais moderno, representado pela manutenção dos seus valores e ideias perpetuados dentro da nossa formação”, diz.
O atual Comandante do 12º Batalhão, tenente-coronel Wagner, também destacou a importância de Joao Gualberto para a história paranaense: “Tenho um orgulho muito grande de ser o atual comandante do 12º Batalhão, um batalhão histórico, que possui um patrono que foi herói não só para a Policia Militar do Paraná, mas também para a história do nosso Estado”, destaca.
Ao longo do evento, foram distribuídas diversas homenagens aos presentes. Os ex-comandantes receberam uma placa comemorativa, enquanto que os demais militares e civis homenageados foram prestigiados com a entrega do “Diploma Amigo do 12º Batalhão” e da “Medalha Coronel João Gualberto”. Criada em 5 de novembro de 2012, a medalha alusiva ao ex-Comandante é destinada a militares e civis que, de alguma forma, contribuem ou contribuíram com serviços prestados ao Batalhão.
PRESENÇAS – Estiveram no evento, além do coronel Arildo, do coronel Péricles e do tenente-coronel Wagner, o Chefe do Estado Maior, coronel Antônio Zanatta Neto, o Reitor da PUC, Waldemiro Gremski, o Diretor Presidente dos Supermercados Condor e Presidente da APRAS – Associação Paranaense de Supermercados, Pedro Joanir Zonta, o Diretor de Segurança no Coritiba Foot Ball Club, Odivonzir Frega, a Promotora de Justiça Danielle Cristine Cavali Tuoto, o Presidente da Associação dos Servidores Públicos do Paraná, Alvaro Miguel Rychuv, o Coordenador do Conselho de Segurança da Associação Comercial do Paraná (ACP), Acef Antônio Said, a Gerente Geral do Bourbon Curitiba Convention Hotel, Tatiane Marques, além de ex-comandantes do 12º Batalhão, demais integrantes da PM, convidados e agraciados.

Fonte: Polícia Militar PR

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PCPR prende 23 suspeitos por caça de animais silvestres no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 23 pessoas em uma operação deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (16) contra suspeitos dos crimes de caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo e munições. A ofensiva aconteceu em três estados e contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da Polícia Científica do Paraná (PCI-PR), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) e do Instituto Água e Terra (IAT).

Mais de 150 policiais atuaram para o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 32 de busca e apreensão nas cidades de Campo Largo, São José dos Pinhais, Lapa, Tijucas do Sul, Palmeira, Guaratuba, Ponta Grossa, São João do Triunfo, Imbituva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, União da Vitória, Mallet, Coronel Vivida e Itaipulândia; Rio dos Cedros, Brusque e Itajaí (SC); Canarana (MT).

Nos endereços dos suspeitos, foram apreendidas 25 armas de fogo ilegais, diversos troféus de caça, 15 cães utilizados em atividades de caça, pássaros silvestres, centenas de munições e carne de caça. Os animais resgatados apresentavam sinais de maus-tratos e serão acolhidos pelo Instituto SOS 4 Patas para que recebam os cuidados necessários.

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As investigações tiveram início em julho de 2025 após o registro de uma denúncia anônima sobre a realização de comércio de armas de fogo em um grupo de conversas em um aplicativo de mensagens. “Além da venda de armamentos e munições, verificamos que o grupo era utilizado pelos membros para a divulgação e compartilhamento de fotos e vídeos de caça ilegal de animais silvestres”, disse o delegado da PCPR Guilherme Dias.

A investigação contou com trabalho de inteligência policial que envolveu as equipes da PCPR e da PMPR. “As forças de segurança do Paraná vêm desenvolvendo um trabalho integrado de combate aos crimes ambientais. Essa operação iniciou por meio de trabalhos de levantamento de campo, atendimento de ocorrências, tanto pela Polícia Militar Ambiental quanto pela Delegacia de Proteção Ambiente”, destacou o comandante do BPMA da PMPR tenente-coronel Álvaro Gruntowski.

Durante os meses de apuração, foi possível identificar a dinâmica da comercialização de armamentos e verificar que os suspeitos caçavam diversos animais como pacas, cotias, veados e tatus. As carnes chegavam a ser comercializadas por até R$ 600 o quilo.

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Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário. A PCPR segue em investigação.

Fonte: PJC PR

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