Paraná
Balanço das rodovias estaduais traz novo bloqueio em Santa Cruz de Monte Castelo
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) atualiza as condições atuais de bloqueio de rodovias estaduais, onde trechos estão com sinalização de emergência. A orientação aos motoristas é que redobrem o cuidado.
BLOQUEIOS TOTAIS:
PR-540 em Entre Rios, distrito de Guarapuava – Bloqueio do km 0 ao km 6, devido ao rompimento de um bueiro tubular metálico, que comprometeu o pavimento. Instalada a nova galeria celular dupla de concreto e já estão em andamento os serviços de aterro do trecho demolido. Tráfego deve ser retomado em breve.
PR-836 e PRC-280 em União da Vitória – As duas rodovias com pistas alagadas devido à cheia do Rio Iguaçu, na altura do km 0.
PR-433 na Lapa – Bloqueio total no km 26 devido a alagamento da pista. Trecho é não pavimentado.
PR-092 em Rio Branco do Sul – Bloqueio devido ao surgimento de rachaduras no pavimento na altura do km 48. DER/PR está preparando um desvio provisório no local para retomar parcialmente o tráfego de veículos e elabora os estudos para contratação de obra emergencial.
PR-239 em Pitanga – Bloqueio total do km 349+650 ao km 351 devido ao risco de queda do talude sobre a pista. Em função da gravidade do dano, com surgimento de várias rachaduras de grande porte que inclusive danificaram o sistema de drenagem no local, será necessário manter a interdição enquanto é providenciada a recuperação total do maciço.
PR-170 em Pinhão – Rachaduras no pavimento no km 468, entre Faxinal do Céu e a Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto. Bloqueio total entre Faxinal e a usina, e entre Bituruna e a usina. Já foram iniciados os serviços de recuperação do trecho, visando retomar a trafegabilidade o mais breve possível.
PR-151 entre São Mateus do Sul e a divisa com Santa Catarina – Devido às condições no município de Três Barras (SC), a ponte sobre o Rio Negro está com bloqueio total de tráfego.
PR-170 em Bituruna – Tráfego com bloqueio total em função dos danos recentes gerados pelas chuvas, próximo à Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto, e também devido à interdição do trecho seguinte, em Pinhão.
PR-578, em Santa Cruz de Monte Castelo (novo) – Trecho bloqueado por causa de alagamento e pontos de erosão causados pela cheia do Rio Ivaí. Segmento da rodovia é não pavimentado, com os danos concentrados a cerca de 8 quilômetros do distrito de Santa Esmeralda, e antes de chegar na balsa que faz a travessia para Herculândia, distrito de Ivaté.
BLOQUEIOS PARCIAIS:
Estrada da Graciosa (PR-410) em Morretes – Bloqueio preventivo da rodovia somente à noite, a partir das 21h, desde segunda-feira (6). A rodovia é avaliada para liberação no dia seguinte, às 7h da manhã. Quando liberada, o tráfego é realizado com operação pare-e-siga do km 11 ao km 12, trecho em que as obras de recuperação ainda ocupam uma das pistas.
PR-170 em Guarapuava – Bloqueio parcial de uma pista no km 389, devido a escorregamento de terra em talude de aterro, com tráfego fluindo normalmente nas duas pistas restantes. Trecho está em obras.
PR-090 em Campo Largo – A Estrada do Cerne está em meia pista após surgimento de uma trinca no leito da rodovia, na altura do km 48, a cerca de um quilômetro da ponte sobre o Rio Açungui. Além de monitorar este dano, o DER/PR realiza serviços de retirada de material e melhorias da pista em todos os pontos de queda de barreira que estão surgindo, liberando o tráfego em poucas horas.
PRC-466 em União da Vitória – Trecho está com operação pare-e-siga das 7h às 20h, com bloqueio total somente à noite, devido ao risco de escorregamento de rochas sobre o pavimento.
Os trechos com bloqueios totais ou parciais contam com sinalização de emergência disponibilizada pelo DER/PR. É fundamental que os condutores obedeçam a estas orientações, também seguindo com cautela redobrada nestes locais.
Confira neste mapa a localização dos bloqueios mencionados acima.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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