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AveSummit & AveExpo 2025 abre inscrições com programação técnica de referência na avicultura

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O AveSummit & AveExpo 2025, fórum internacional voltado à avicultura, abre suas inscrições ao público para a edição deste ano, que será realizada nos dias 17, 18 e 19 de novembro, no Anhembi – Convention Hall, em São Paulo (SP). O evento visa aproximar autoridades, profissionais e empresas da cadeia avícola nacional e internacional, em um ambiente dedicado ao conhecimento, inovação e geração de parcerias estratégicas.

Autoridades e nomes de destaque na abertura do evento

A abertura contará com a presença de autoridades de peso, como:

  • Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária;
  • Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo;
  • Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Segundo Adalberto Vial, diretor da Originale Eventos e Turismo, organizadora do evento:

“Participar do AveSummit & AveExpo é integrar um ambiente que une conhecimento e colaboração, fortalecendo a avicultura como pilar estratégico e seguro na produção global de alimentos.”

Programação técnica: debates e painéis estratégicos

No dia 17 de novembro, a programação contará com painéis sobre perspectivas globais do agronegócio, incluindo:

  • Marcos Troyjo, economista e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD/BRICS), sobre agro global 2026;
  • Fernando Iglesias, coordenador de Mercados da Safras & Mercado, discutindo desafios da avicultura brasileira;
  • Zeina Latif, economista e ex-secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, sobre visão de investidores para o setor.
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No 18 de novembro, os debates abordarão:

  • ESG na avicultura, com Giovana Araújo, sócia-líder de Agronegócio da KPMG Brasil;
  • Gestão e viabilidade da agroindústria brasileira, com participação de executivos de empresas como Seara, BRF, GTF, Granja Faria e Mantiqueira Brasil;
  • Painel das Cooperativas, com líderes da Lar Cooperativa, Aurora Coop e Copacol.
Temas estratégicos para a cadeia avícola

Ao longo do evento, especialistas discutirão:

  • Tecnologia e inovação;
  • Ambiência e sanidade animal;
  • Genética e nutrição;
  • Bem-estar animal;
  • Sustentabilidade na produção avícola.

A programação será concluída na manhã de 19 de novembro.

Participação e inscrições

De acordo com Adalberto Vial, os participantes terão a oportunidade de:

“Participar de debates internacionais, fortalecer conexões estratégicas e interagir com autoridades e especialistas de renome no setor avícola.”

Inscrições com desconto e informações completas estão disponíveis no site oficial do evento: www.aveexpo.com.br

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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