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Aula inaugural no LNCC debate origens e novos rumos da Inteligência Artificial

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O Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCTI) realizou, na última segunda-feira (9), a abertura do Ciclo de Seminários da Pós-graduação 2026. A aula inaugural apresentou a estrutura da nova disciplina “Inteligência Artificial” (GA-035), que passará a integrar o programa de Modelagem Computacional da instituição com uma proposta que une rigor técnico e análise histórica. 

A nova disciplina está vinculada à linha de pesquisa “Ensino e História da Inteligência Artificial”, do grupo Futuros Turing. O objetivo central é capacitar os estudantes a avaliarem as metodologias de IA não apenas por sua funcionalidade atual, mas por meio de uma visão crítica sobre suas transformações culturais e econômicas ao longo das décadas.  

Ministrada pelo tecnologista Bernardo Nunes Gonçalves, a palestra detalhou como o novo curso pretende diferenciar-se das abordagens tradicionais. O pesquisador explicou que, enquanto o ensino da área costuma focar no conceito moderno de “agentes inteligentes” consolidado nos anos 1990, a nova disciplina do LNCC retoma a definição clássica da década de 1950, inspirada nos trabalhos de Alan Turing sobre a imitação do comportamento humano. 

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Para Gonçalves, essa retomada histórica permite compreender melhor a evolução da área. “Coloca-se a questão de saber se a definição clássica não apresenta maior flexibilidade do que a moderna para explicar a capacidade da área de incorporar técnicas matemáticas e computacionais tão diversas”, pontuou o palestrante durante a apresentação no Auditório A. 

O seminário foi aberto ao público e contou com transmissão ao vivo. A gravação da aula inaugural permanece disponível para consulta no canal oficial do LNCC no YouTube. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Ministério da Saúde firma contrato para ampliar atendimento especializado pelo SUS em Belo Horizonte

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Nesta sexta-feira (14), o Ministério da Saúde formalizou um contrato de R$ 8,9 milhões com o Hospital São Francisco, em Belo Horizonte (MG), para ampliar a oferta de procedimentos especializados e cirurgias eletivas a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas, criado pela Lei nº 15.233/2025, e tem como objetivo reduzir o tempo de espera da população por consultas, exames e procedimentos especializados.

O acordo prevê a realização de 1.476 procedimentos ao longo de um ano, contemplando áreas como cardiologia, ortopedia, cirurgia geral, ginecologia e oncologia. A contratação foi assinada pela diretora-adjunta do programa Agora Tem Especialistas, Ana Luiza Afonso Guimarães, e pelo superintendente-geral do Hospital São Francisco, Helder Yankous.

A parceria com o Hospital São Francisco, que se destaca na área de ortopedia e recebe pacientes de várias regiões de Minas Gerais, reverterá atendimentos especializados no SUS em créditos financeiros para o abatimento de tributos federais vencidos ou a vencer, conforme as regras estabelecidas pelo programa.

“Quando ampliamos a oferta de serviços, reduzimos o tempo de espera de quem está aguardando por uma consulta, um exame ou uma cirurgia. O grande ganho é garantir que o diagnóstico, o encaminhamento e o tratamento aconteçam no momento oportuno”, destacou Ana Luiza Guimarães.

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A iniciativa também busca aproveitar a capacidade dos hospitais para ampliar a realização de atendimentos em áreas de maior demanda.

Expansão da capacidade assistencial

Durante a agenda no Hospital São Francisco, a diretora-adjunta do programa Agora Tem Especialistas também conheceu as novas estruturas que integram o projeto de expansão da instituição. Entre elas estão um novo ambulatório e um bloco cirúrgico com quatro salas, além de 70 novos leitos que deverão entrar em funcionamento ainda neste ano. Com a ampliação, a capacidade de atendimento da instituição aos pacientes do SUS vai crescer cerca de 34%.

Ronny Rodrigues
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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