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Athletico se reapresenta no CT do Caju pra se preparar pra maratona mais decisiva

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Por Ricardo Brejinski-Tribuna Paraná

Após dez dias de folga, o elenco principal do Athletico volta aos treinamentos nesta segunda-feira (24) e terá 16 dias de ‘intertemporada’ para se preparar para uma nova maratona de jogos que terá pela frente. Se no final do primeiro semestre foram 15 jogos em 51 dias, agora a sequência será ainda mais pesada, com duelos mais decisivos e viagens mais longas.

Logo pela frente, o Furacão irá encarar o Flamengo, pelas quartas de final da Copa do Brasil, com o primeiro jogo já no dia 10 de julho, e a volta no dia 17. Em seguida, pega o Boca Juniors, pelas oitavas de final da Libertadores, nos dias 24 e 31. Mal volta da Argentina, o Rubro-Negro terá que atravessar o mundo para ir para o Japão disputar a final da J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana, a antiga Copa Suruga, contra o Shonan Bellmare. Tudo isto com três partidas do Campeonato Brasileiro pelo caminho, contra Internacional, CSA e Cruzeiro.

“É uma maratona, não só pela primeira parte, com jogos a cada dois, três dias, mas temos também enfrentamento com times do mais alto gabarito, como Boca Juniors, Flamengo, Inter, Cruzeiro, um CSA com uma viagem desgastante. Todos jogos definitivos para Libertadores e Copa do Brasil. Então temos que estar voando baixo para conseguir estes resultados importantes”, disse o técnico Tiago Nunes.

Tiago Nunes sabe que segundo semestre será intenso e quer aproveitar bem estes dias no CT. Foto: Felipe Alves

Tiago Nunes sabe que segundo semestre será intenso e quer aproveitar bem estes dias no CT. Foto: Felipe Alves

Se avançar nos torneios mata-mata, o Athletico não terá descanso até o final do ano, com dois jogos por semana até dezembro, quando termina a temporada. Se chegar a todas as decisões, ao longo de todo o ano a equipe pode entrar em campo 63 vezes. Por isso, a preparação nestes próximos dias será fundamental.

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Embora o elenco principal tenha iniciado a pré-temporada mais tarde em relação aos demais clubes – uma vez que optou por um grupo alternativo no Campeonato Paranaense -, e tenha estreado em 2019 apenas em março, a sequência de confrontos desde o final de abril foi desgastante. Tanto que o treinador precisou poupar alguns atletas no Brasileirão.

No total, já foram 19 jogos, em um intervalo de dois meses e meio. Só que a partir de julho, estas mesmas 19 partidas podem ser realizadas em apenas dois meses, caso se classifique tanto na Copa do Brasil quanto na Libertadores. Por isso, estes primeiros dias de volta aos treinos serão fundamentais.

“A gente se reapresenta, fica uma semana em concentração dentro do CT, para que possamos fazer um trabalho de foco para o jogo contra o Flamengo. Vamos tentar fazer dois amistosos neste período, para dar ritmo de jogo”, acrescentou o comandante atleticano.

Um destes amistosos já está marcado. No próximo sábado (29), o Furacão encara o Cerro Porteño, que também está classificado para as oitavas de final da Libertadores. Um outro jogo deve acontecer no meio da semana que vem, para que o time também não fique sobrecarregado pra pegar o Flamengo na sequência.

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Ou seja, um período para que a equipe possa aproveitar não só para descansar, mas também para corrigir erros, aprimorar algumas jogadas e, principalmente, melhore a performance fora de casa para, enfim, viajar e voltar com os três pontos na bagagem.

“Temos que evoluir, vencer fora de casa. O torcedor não tem mais paciência para isso de que jogamos bem e não ganhamos. Temos que ser competitivos fora de casa, para não ficarmos nesse meio de tabela”, completou Nunes.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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