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Educação

Aplicativo MEC Enem apresenta questões e simulados do exame

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A partir desta sexta-feira, 10 de outubro, os estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão contar com o apoio do aplicativo MEC Enem – o Simuladão do Enem, lançado pelo Ministério da Educação (MEC). A ferramenta disponibiliza simulados de questões alternativas por campo do conhecimento, correção automatizada de redação, materiais de reforço (vídeos e apostilas) e assistente virtual. Além disso, o aplicativo possibilita o envio de mensagens diretas aos usuários, tornando-se uma ferramenta estratégica de comunicação com os estudantes. 

O MEC Enem está disponível nas principais lojas de aplicativos, como Apple Store e Google Play. Também pode ser acessado via navegador, por meio da URL: app.mecenem.mec.gov.br. A ferramenta pode ser baixada por todos os estudantes, jovens e adultos que queiram testar seus conhecimentos para potencializar seus resultados na prova do Enem, principalmente egressos do ensino médio, estudantes dos cursinhos populares e beneficiários do Pé-de-Meia.  

Após se cadastrar na ferramenta com o login gov.br, o estudante terá acesso às seguintes funcionalidades:  

  • trilhas de estudo segmentadas por complexidade e campo do conhecimento;  
  • simulados completos com questões de provas do Enem;  
  • assistente virtual com inteligência artificial para construir planos ou cronogramas de estudo personalizados, bem como tirar dúvidas do estudante, com base em conteúdos exclusivos das matérias que caem no Enem;  
  • transcrição e correção automatizada de redação, por meio de uma tecnologia que conta com a maior velocidade e acurácia de correção do mercado. 
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Vale ressaltar que o MEC Enem tem um cronômetro nas seções de questionário e redação, simulando a experiência completa do exame. As conquistas e as pontuações de cada estudante ficam dispostas em um perfil privado, sendo possível para o usuário do aplicativo compartilhar sua evolução nas redes sociais.  

Redação – Para testar seus conhecimentos na redação, basta acessar a seção Redação do MEC Enem, e logo aparecerá o tema do simulado baseado em provas antigas do exame. Em seguida, o usuário deverá escrever a redação a próprio punho, como na prova do exame, e tirar uma foto do texto. 

Em seguida, a plataforma transcreve automaticamente a redação, permitindo ao usuário editar o que achar necessário e enviar a redação para a plataforma. Na sequência, a inteligência artificial do MEC Enem corrige a redação e devolve um gabarito com sugestões de melhoria e pontuação estimada em até 60 segundos. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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