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AgroForte Expande para Pecuária de Corte e Projeta R$ 1 Bilhão em Crédito para 2026

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A AgroForte, fintech especializada em crédito para o agronegócio, anunciou um novo plano de crescimento e projeta atingir R$ 1 bilhão em originação de crédito em 2026. A meta ambiciosa será impulsionada pela entrada no setor de pecuária de corte, marcando um novo ciclo de expansão para as regiões Norte e Centro-Oeste do país.

Até então, a empresa concentrava suas operações em pequenos e médios produtores de aves, suínos e leite, com foco nas regiões Sul e Sudeste. Com a nova estratégia, a AgroForte se posiciona como a única agfintech a atuar em todos os segmentos estratégicos de proteína animal, mantendo o modelo de parcerias com agroindústrias e cooperativas — hoje, já são mais de 40 parceiros ativos.

Crédito sob medida e análise de risco personalizada impulsionam crescimento

Segundo Felipe d’Ávila, CEO da AgroForte, o foco está em oferecer crédito de forma ágil, personalizada e segura para o produtor rural.

“Criamos uma análise setorial e customizada para cada produtor. Assim conseguimos chegar dentro da fazenda com rapidez e eficiência. Nossa metodologia de avaliação de risco permite oferecer um crédito sob medida para quem move o país todos os dias”, afirma o executivo.

A entrada na pecuária de corte é vista pela companhia como um movimento estratégico para ampliar o mercado potencial e consolidar a liderança em todos os setores de proteína animal. “Ao ingressarmos na pecuária, que representa cerca de metade do PIB primário da proteína animal, dobramos o tamanho do nosso mercado endereçável”, complementa d’Ávila.

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Eficiência financeira e novos investidores fortalecem estrutura de crédito

A expectativa otimista para 2026 é sustentada pela melhora na eficiência financeira da empresa. Com inadimplência controlada e validação do modelo de crédito, a AgroForte conseguiu reduzir seu custo de captação e ampliar o FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de R$ 100 milhões para R$ 160 milhões.

A fintech projeta ainda superar os R$ 200 milhões em captação nos próximos três meses.

Entre os novos cotistas e parceiros do fundo estão a EQI, ligada ao BTG Pactual, e a XP Investimentos, o que reforça a confiança do mercado financeiro no modelo da startup, que combina inteligência artificial e dados operacionais da cadeia produtiva para análise de risco.

Expansão e resultados reforçam confiança do setor

A AgroForte encerra o ciclo atual com R$ 500 milhões em crédito concedido, distribuídos em 4 mil operações, com ticket médio de R$ 85 mil. O ano de 2025 também marcou a integração definitiva da RúmiCash, movimento que adicionou 15 mil novos produtores à base potencial da empresa.

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Com o novo foco em pecuária e o avanço em tecnologia financeira, a agfintech se consolida como uma das principais provedoras de crédito do agronegócio brasileiro, aliando inovação, eficiência e expansão regional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços da mandioca acumulam nove semanas de queda com oferta elevada no mercado brasileiro

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Preços da mandioca acumulam nove semanas consecutivas de queda diante da alta oferta

O mercado brasileiro de mandioca segue enfrentando pressão nos preços devido ao elevado volume de oferta disponível. Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que as cotações da raiz registraram a nona semana consecutiva de recuo, refletindo a maior disponibilidade do produto e o movimento de comercialização por parte dos produtores.

De acordo com os pesquisadores do Cepea, a oferta permanece sustentada principalmente pela necessidade de capitalização dos produtores e pela liberação de áreas destinadas ao arrendamento e à implantação de outras culturas. Mesmo com a redução no ritmo de entrega por parte de alguns agricultores que possuem apenas lavouras de primeiro ciclo, com até 12 meses de idade, o volume disponibilizado ao mercado continua elevado.

Esse cenário tem mantido a pressão sobre os preços e ampliado as preocupações em relação à rentabilidade da atividade. Segundo o Cepea, os atuais patamares de preços podem influenciar diretamente o comportamento da oferta nos próximos meses.

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Rentabilidade pode limitar a oferta futura

Especialistas destacam que a continuidade dos baixos preços poderá alterar as estratégias dos produtores. Com a redução gradual da disponibilidade de áreas com mandioca de segundo ciclo, agricultores poderão optar por adiar ou reduzir a comercialização de raízes mais jovens, de até um ano de idade, caso a remuneração permaneça pouco atrativa.

Além disso, a rentabilidade da cultura tende a influenciar as decisões sobre novos plantios e sobre a área destinada à mandioca nas próximas safras. Caso o cenário de preços baixos persista, parte dos produtores poderá redirecionar investimentos para atividades consideradas mais rentáveis.

Clima entra no radar do setor

Outro fator que começa a ganhar importância para o mercado é o comportamento do clima. Projeções do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) indicam redução dos volumes de chuva entre os meses de junho e agosto em importantes regiões produtoras do Centro-Sul do país.

A menor incidência de precipitações pode impactar o preparo do solo, o calendário de plantio e até mesmo a logística de comercialização da mandioca. Dessa forma, além dos fundamentos de mercado, as condições climáticas passam a ser um componente relevante para a definição da oferta e da formação dos preços ao longo do segundo semestre.

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Mercado acompanha próximos movimentos

Enquanto a oferta segue elevada, compradores permanecem abastecidos e sem necessidade de disputar volumes adicionais, mantendo o viés baixista das cotações. O setor acompanha agora a evolução da rentabilidade das lavouras e os efeitos do clima sobre a produção para avaliar se haverá uma redução da oferta capaz de interromper a sequência de quedas observada nas últimas semanas.

A expectativa dos agentes de mercado é que os próximos meses sejam decisivos para o equilíbrio entre oferta e demanda da mandioca no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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