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Agências bancárias reabrem em Curitiba, mas com limite de três clientes por vez

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As agências bancárias de Curitiba e Região Metropolitana reabriram nesta segunda-feira (30), mas com limite de até três clientes por vez e número menor de funcionários. A decisão que autorizou a reabertura foi da desembargadora Ilse Marcelina Bernardi Loram, da Justiça do Trabalho, e é da última na sexta-feira (27).

A desembargadora derrubou uma liminar que havia sido obtida pelo Sindicato dos Bancários, com base em decreto do governador Ratinho Junior, que não incluía a atividade como essencial durante a pandemia de coronavírus.

No entanto para voltassem a reabrir as agências deverão seguir regras para evitar aglomerações, além disso os funcionários que se enquadrem no grupo de risco, ou seja, com mais de 60 anos ou com doenças pré-existentes sejam afastados, e as agências devem limitar o trabalho presencial a 30% do contingente de cada agência, em sistema de rodízio, permitindo-se ao excedente o teletrabalho; para apuração do percentual indicado, considere-se o total de empregados de cada agência, e não apenas os habilitados ao trabalho.

A desembargadora exigiu ainda a disponibilização de luvas e álcool gel e a limitação da presença simultânea no interior de cada agência a no máximo três clientes, com observância do distanciamento social.

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A ação foi feita pelo Banco Bradesco, mas também vale para os demais envolvidos: Banco do Brasil, Itaú, Banrisul, Safra, Santander e Caixa Econômica Federal.

Entre os principais argumentos do Bradesco para o recurso foi o pagamento de salário a aposentados e pensionistas do INSS: “Sustenta que há necessidade de atendimento presencial para diversos serviços essenciais à população, a exemplo do pagamento do salário de milhões de trabalhadores em geral e aposentados e pensionistas do INSS.”

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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