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Aeroporto de Londrina (PR) recebe tecnologia que permite pousos em condições adversas

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O secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, do Ministério de Portos e Aeroporto (MPor), participou, na manhã desta quarta-feira (10), da cerimônia de inauguração do Sistema de Pouso por Instrumentos (ILS) do Aeroporto de Londrina, no Paraná (PR). O equipamento permite operações de pouso de decolagens em condições de baixa visibilidade como chuvas forte e nevoeiro.

Para o secretário a operação do ILS eleva o padrão de segurança e eficiência do aeroporto a um novo nível. “Com a precisão desse sistema, diminuímos de forma significativa os impactos de condições meteorológicas e ampliamos a capacidade operacional. Isso representa voos mais regulares, menor índice de arremetidas, mais oferta e mais confiança para empresas e passageiros.” pontuou.

A entrada em operação do ILS conclui mais uma etapa das obras de melhorias no aeroporto. Em janeiro, o ministro Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho participou da inauguração do terminal, que recebeu investimento de R$ 180 milhões realizados pelo grupo Motiva, gestora do aeroporto. As obras contemplaram um aumento de 40% na área do terminal, passando de 8.500 m² para 11.500 m², uma nova e ampla sala de embarque de passageiros, ampliação do pátio de aeronaves, realocação dos sistemas de navegação (PAPI) e as infraestruturas necessárias para receber o ILS.

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Em mensagem, o ministro reafirmou o compromisso com a modernização dos aeroportos. “Essa é uma demanda antiga da população e de toda a região. Com o ILS, nós vamos preparar o nosso aeroporto para cada vez mais operar com segurança, receber mais voos e evitar cancelamentos pelo mau tempo. Essa é uma ação conjunta a favor da cidade de Londrina, sobretudo fortalecendo o turismo de negócios, o turismo de lazer e desenvolvendo essa região tão estratégica para o estado do Paraná.”, declarou Silvio Costa Filho.

O aeroporto de Londrina opera, em média, 700 voos e movimenta cerca de 50 mil passageiros por mês. Em Londrina, o ILS Categoria I permite aproximações com altura mínima de 60 metros e visibilidade de pelo menos 800 metros, o que garante maior segurança nas operações. O equipamento deve reduzir o número de cancelamento de voos no terminal o que possibilita um melhor aproveitamento da estrutura por parte das empresas aéreas.

Segurança

O ILS é usado para permitir pousos com mais segurança quando a visibilidade está ruim, como em dias de nevoeiro ou chuva forte. Ele permite que o piloto enxergue melhor o caminho da pista, seguindo limites de visibilidade que variam conforme a categoria do equipamento que pode ser um, dois ou três.

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Hoje, o Brasil tem 46 sistemas ILS instalados, que é considerado um dos sistemas mais avançados do mundo quando falamos de precisão para pousos. A tecnologia básica é a mesma em todas as categorias; o que muda são os ajustes de precisão, os equipamentos adicionais e algumas adaptações na infraestrutura do aeroporto.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Dia D mobiliza crianças e adolescentes para atualizar a caderneta de vacinação

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O Dia D de Multivacinação acontece neste sábado (22) e mobiliza pais, mães, responsáveis e equipes de saúde de estados e municípios para intensificar a vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Ao longo do dia, Unidades Básicas de Saúde, pontos móveis e ações em locais públicos, como parques e espaços de lazer, estão abertos para receber as famílias. São mais de 20 doenças que podem ser prevenidas com as vacinas do calendário do SUS. A iniciativa faz parte da Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até 1º de setembro.

Durante a ação, pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação, em papel ou disponível no Meu SUS Digital para que os profissionais verifiquem a situação vacinal e indiquem as doses necessárias.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a ação em Brasília (DF) e reforçou a mobilização em todo o país. “Todos os estados e municípios brasileiros responderam ao chamado do Ministério da Saúde para a atualização da imunização de crianças e dos adolescentes. Essa é uma campanha diferente porque ela não é de uma vacina, mas de todas que estão no calendário infantil. Leve o seu filho, leve a sua filha para se proteger”, ressaltou.

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Foto: Rafael Nascimento/MS

Na noite de ontem (21), Padilha também fez um pronunciamento em rede nacional para convocar a população para a vacinação e reforçar a importância de manter a caderneta atualizada, contribuindo para a prevenção e o controle de doenças imunopreveníveis.

Entre as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e dengue.

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Esta é a primeira edição da campanha com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

A verificação da caderneta é especialmente importante para crianças que iniciaram um esquema vacinal, mas não receberam todas as doses previstas ou os reforços. A vacinação é seletiva: os profissionais de saúde conferem a situação de cada pessoa e aplicam somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto.

Abaixo, as vacinas disponíveis:

  • BCG;
  • Hepatite B recombinante;
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Pólio inativada VIP;
  • Rotavírus humano;
  • Pneumo 10-v e 20-v;
  • Meningo C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningo ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • Pneumo 23-v;
  • dT;
  • HPV 4;
  • Dengue tetravalente. 

Vacinação contra o sarampo

Como parte da estratégia, a vacinação contra o sarampo foi intensificada nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Nesses locais, a vacina está sendo ofertada para pessoas de 6 meses a 59 anos, conforme a situação vacinal e as orientações para cada faixa etária.

A medida foi adotada após o registro de casos de sarampo relacionados à importação do vírus. Para crianças de 6 a 11 meses, a chamada dose zero é adicional e não substitui as doses de rotina, previstas aos 12 e aos 15 meses. Para as demais faixas etárias, os profissionais de saúde verificam a idade e o histórico vacinal para indicar as doses necessárias.

Em 2024, o Brasil recebeu a recertificação da eliminação da circulação endêmica do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e mantém esse status. Durante o Dia D e até o fim da campanha, a vacinação contra o sarampo estará disponível em todos os estados, conforme a indicação para cada faixa etária e situação vacinal.

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Foto: Rafael Nascimento/MS

Abastecimento

Para a Campanha de Multivacinação deste ano, foram distribuídas 1,5 milhão de doses aos estados. No total, mais de 177 milhões de doses foram distribuídas no país para abastecimento da rede de vacinação.

Até o momento, foram registradas mais de 94,8 milhões de doses aplicadas das vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação. 

Novo reforço contra a poliomielite

Desde 3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade.

A mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado no Brasil desde 2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi erradicada mundialmente.

O Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus. Por isso, é importante que as crianças recebam todas as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

Vacinação infantil

Dados divulgados em 14 de julho pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) indicam avanço no cenário da vacinação infantil no Brasil.

Segundo as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o número de crianças que não receberam a primeira dose da vacina Penta (DTP/Hib/HepB) — as chamadas crianças “zero-dose” — passou de 360 mil em 2023 para 255 mil em 2024 e 50 mil em 2025, uma redução de aproximadamente 86% em relação a 2024 e de quase 90% em relação a 2023. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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