Educação
Ações do MEC apoiam retorno às aulas no Cefet-RJ
O Ministério da Educação (MEC) acompanhou, na quarta-feira, 10 de dezembro, o retorno das atividades presenciais no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), Campus Maracanã, de forma escalonada e com orientações específicas para cada grupo de estudantes. O objetivo é garantir a organização e o fluxo adequado nos espaços da unidade seguindo os parâmetros de segurança e cuidado. Também foram oferecidos espaços de acolhimento de escuta e apoio psicossocial.
Entre os dias 5 e 10 de dezembro, foi realizada uma série de ações com uma programação especial de acolhimento, dedicada a oferecer suporte emocional, pedagógico e momentos de reflexão e diálogo aos alunos e servidores do Cefet/RJ – Unidade Maracanã. A iniciativa foi elaborada para atender às demandas emocionais e institucionais do momento, após a perda das servidoras Allane Pedrotti e Layse Costa, e dar suporte para o retorno gradual das atividades.
Para apoiar esse processo, participaram das atividades a equipe do Núcleo de Resposta e Reconstrução da Comunidade Escolar (NRRCE) do MEC, vinculado à Coordenação-Geral de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), além de representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec).
O núcleo foi criado para oferecer suporte psicossocial e está focado em três frentes: prevenção (mapeamento de riscos e elaboração de planos de contingência); resposta rápida (mobilização de apoio psicossocial imediato, gestão de crise e primeiros socorros psicológicos); e reconstrução (planejamento para retomada segura das atividades escolares, atendimento contínuo às vítimas e capacitação de gestores e professores).
O núcleo apresentou diretrizes fundamentadas em protocolos e manejo de crises escolares, visando otimizar as abordagens de acolhimento e segurança psicossocial.
A psicóloga do MEC, Ariel Pontes, apresentou o programa Escola que Protege e o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave), criado para ampliar a capacidade de as escolas promoverem ações de prevenção e resposta à violência em ambiente educacional.
Na ocasião, ela aprofundou o debate ao explicar situações de violência extrema em ambientes escolares e o funcionamento do protocolo de emergência do programa Escola que Protege. Foram apresentados os eixos de atuação voltados à prevenção e à reconstrução da comunidade escolar, com orientações sobre reações emocionais esperadas após eventos traumáticos. A profissional reforçou a importância de cada gestor reconhecer seus limites, compreender que o luto é vivenciado de formas diferentes e buscar apoio quando necessário.
Atuação – O apoio do NRRCE pode ser solicitado pelos secretários de educação estaduais e municipais sempre que uma instituição enfrentar um episódio de violência extrema que exija intervenção psicossocial imediata e ações de reconstrução comunitária.
Para isso, é necessário entrar em contato direto com o MEC pelo telefone (61) 2022-9163 ou pelo e-mail [email protected]. O núcleo atuará de forma articulada com os governos locais. Portanto, para garantir um suporte integrado e eficiente, são importantes o envolvimento e o diálogo com as autoridades locais de saúde, segurança e assistência social.
Após o primeiro contato, se necessário, o MEC deslocará uma equipe de especialistas ao local afetado para oferecer apoio psicossocial in loco, a fim de orientar a gestão da crise e conduzir ações de reconstrução da comunidade escolar.
Escola que Protege – Na página do programa Escola que Protege, é possível encontrar materiais para fortalecer a estratégia de enfrentamento das violências nas escolas, como a nota técnica que embasa a criação do NRRCE, além de guias, estudos e protocolos voltados à prevenção e resposta à violência extrema no ambiente escolar.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Último dia de inscrição no Enare para área profissional de saúde
Termina nesta quarta-feira, 15 de julho, as inscrições para participar do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 em Área Profissional de Saúde nas modalidades uni e multiprofissionais. O procedimento deve ser realizado no portal do processo seletivo. Nesta edição, 158 instituições ofertam mais de 5,9 mil vagas distribuídas em todas as regiões do país. A taxa de inscrição é de R$ 220 para todas as profissões contempladas pelo certame.
Para participar, é necessário que o candidato seja graduado em uma das áreas da saúde com vagas disponíveis e que possua registro ativo ou provisório no respectivo conselho de classe da sua profissão. As provas ocorrerão em 13 de setembro.
O Enare oferta vagas em programas de residências para as seguintes formações: biologia; biomedicina; educação física; enfermagem; farmácia; física médica; fisioterapia; fonoaudiologia; medicina veterinária; nutrição; odontologia; psicologia; saúde coletiva; serviço social; terapia ocupacional. Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no portal oficial do Enare. O edital completo pode ser acessado neste link.
Enare – Organizado pela HU-Brasil, o exame tem um sistema de classificação semelhante ao que é visto no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em que é utilizado o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Na residência em Área Profissional da Saúde – Multiprofissional e Uniprofissional, o candidato é avaliado primeiro e, depois, escolhe a especialidade e a instituição desejadas. Já na residência médica, o candidato se inscreve em uma especialidade e, posteriormente, escolhe a instituição onde deseja atuar.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da HU-Brasil
Fonte: Ministério da Educação
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