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Ação integrada prende três pessoas por arrombamentos em cofres na região Sudoeste

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR) e a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), prendeu três pessoas por uma série de arrombamentos ocorridos no Sudoeste do Paraná. A operação foi realizada nesta segunda-feira (1°), em Palmas, no Sudoeste do Estado. Além das prisões preventivas, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão contra integrantes de um grupo criminoso especializado em arrombamentos de cofres em estabelecimentos comerciais.

De acordo com a delegada Alini Simadon, as investigações tiveram início após uma série de crimes registrados em empresas de Palmas.   Durante os levantamentos, os policiais identificaram que o mesmo grupo também havia atuado em Chopinzinho e em uma cidade do Oeste de Santa Catarina, evidenciando a atuação interestadual dos suspeitos.

“As apurações indicaram ainda que o grupo pretendia cometer novo arrombamento nesta segunda-feira, ação que foi frustrada pela rápida atuação integrada das forças de segurança”, completou. Os suspeitos foram encaminhados ao sistema penitenciário.

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DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem na elucidação de crimes. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia. Em casos de flagrante ou crime em andamento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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