Paraná
Abril Indígena com programação gratuita: MUPA promove oficinas e visitas mediadas às exposições
O dia 19 de abril celebra, em todo o território nacional, a diversidade dos povos indígenas do Brasil. Para marcar não apenas o dia, mas todo o mês, o Museu Paranaense preparou uma ampla programação: o Abril Indígena no MUPA será dedicado à valorização e promoção da cultura e da arte dos povos originários.
Entre as ações propostas, o público poderá participar de visitas mediadas com a equipe do Educativo na mostra “Mejtere: histórias recontadas”, inaugurada em fevereiro deste ano no museu como resultado de um projeto de curadoria compartilhada da instituição com estudantes indígenas selecionados em edital público. A exposição reverbera uma pluralidade de vozes indígenas e carrega novas perspectivas sobre as coleções etnográficas do museu.
As visitas mediadas são gratuitas e para participar é necessário fazer inscrição prévia através da plataforma Sympla, neste link. As datas marcadas são: 01/04 (sábado) às 10h e 14h; 15/04 (sábado) às 10h e 14h; 16/04 (domingo) às 15h30 e 22/04 (sábado) às 15h30.
No sábado, 29 de abril, o Coletivo Kókir vem ao MUPA promover a oficina “Uma história dentro do cesto”. Serão duas sessões (ver serviço), ambas gratuitas, uma voltada para crianças de 8 a 13 anos, e outra para os professores interessados em arte indígena. A oficina apresentará diferentes produções relacionadas às práticas e vivências de indígenas Kanhgág, Guarani, Dessana, Terena e Tupinambá.
A proposta dessa ação é que os participantes criem objetos feitos com argila a partir da reflexão sobre as conexões entre nossos corpos e os quatro elementos: terra, água, fogo e ar. As oficinas buscam, por meio de rodas de conversa e da criação artística, oferecer a experiência de um mergulho na ancestralidade, no contato com elementos de diferentes grupos indígenas.
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Catálogo do artista Rodrigo Andrade está disponível na MON Loja
COLETIVO KÓKIR – Formado pelos artistas Tadeu dos Santos Kaingang e Sheilla Souza, o Coletivo Kókir apresenta em suas criações questões relacionadas às culturas indígenas na contemporaneidade. Kókir significa “fome” na língua Kaingang.
Tadeu e Sheilla são também professores no curso de Artes Visuais na Universidade Estadual de Maringá, Paraná (UEM) e membros da Associação Indigenista (Assindi) Maringá. O diálogo entre arte, cidade e povos indígenas configura-se em diferentes meios, como instalações, pinturas, vídeos, performances e publicações, entre outros. Muitos dos trabalhos realizados pelo coletivo buscam a reflexão sobre a importância dos saberes indígenas em interações com grupos, comunidades e artistas indígenas e não indígenas.
Serviço:
Abril Indígena no MUPA (programação gratuita)
Visitas mediadas à exposição Mejtere: histórias recontadas
Datas: 01/04 (sábado), 15/04 (sábado), 16/04 (domingo) e 22/04 (sábado).
Necessário inscrição prévia.
Oficina “Uma história dentro do cesto”
Data: 29/04
Horário: das 9h às 12h
Oficina para crianças. 20 vagas
Inscrições AQUI.
Oficina “Uma história dentro do cesto”
Data: 29/04
Horário: das 14h30 às 17h30
Oficina para adultos (professores, estudantes e interessados em arte e cultura indígena)
20 vagas. Inscrições neste link.
Museu:
O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba – Paraná.
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 17h30.
Telefone: 41 3304-3300.
Fonte: Governo PR
Paraná
A partir de denúncia do MPPR, homem que agrediu recepcionista de hotel em Curitiba será julgado pelo Tribunal do Júri por tentativa de feminicídio
A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, a 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba decidiu que o homem que agrediu uma recepcionista de um hotel na capital no dia 7 de março último será julgado pelo Tribunal do Júri. A sentença de pronúncia (autorização dada pelo juiz para que o acusado de um crime intencional contra a vida seja julgado pelo Tribunal do Júri) acolhe os pedidos feitos na denúncia pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida – o acusado será julgado pelos crimes de feminicídio tentado, estupro tentado que resultou em lesão grave e fraude processual.
De acordo com o apurado, o denunciado passou a agredir a mulher com socos, chutes e golpes com objetos cortantes após ela se recusar a acompanhá-lo até o seu quarto. Enquanto tentava tirar a vida da vítima, o autor também teria tentado estuprá-la. Os crimes só não foram consumados porque a vítima começou a gritar pedindo por socorro, conseguiu fugir do local e recebeu pronto atendimento médico.
Na ação penal, a Promotoria de Justiça aponta como qualificadoras o uso de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima. A fraude processual caracterizou-se pelo fato de o denunciado haver retirado da tomada o computador que registrava as imagens das câmeras que filmam a área da recepção do hotel.
O denunciado foi preso em flagrante no dia do crime e teve a prisão convertida em preventiva a pedido do MPPR, permanecendo detido desde então. Cabe recurso da decisão de pronúncia.
Processo 002870-83.2026.8.16.0196 (sob sigilo)
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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