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Brasil

MPA participa de Workshop sobre Acordo de Estoques Pesqueiros no Japão

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do Workshop Global de Capacitação e Compartilhamento de Experiências sobre o Acordo de Estoques Pesqueiros das Nações Unidas (UNFSA), realizado na Universidade das Nações Unidas em Tóquio, Japão, de 8 a 11 de dezembro de 2025. O evento foi organizado pela Divisão de Assuntos Oceânicos e do Direito do Mar da ONU, em cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). 

O treinamento foi destinado a representantes governamentais, abordando os avanços e desafios para a implementação do UNFSA. O acordo foi adotado em 1995 para a implementação da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar relativo à pesca. 

As sessões de estudo de casos promoveram debates e compartilhamento de experiências sobre quatro principais temas: 

  • interface ciência-política nos processos de avaliação e alocação de estoques; 
  • proteção da biodiversidade marinha e a implementação de medidas de gestão baseadas em áreas;   
  • compatibilidade de metodologias e compartilhamento de dados de pesca; e   
  • deveres do Estado de bandeira das embarcações pesqueiras em alto-mar.   
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Além disso, o workshop destacou o papel central das Organizações Regionais de Ordenamento da Pesca (OROPs) para o fortalecimento dos sistemas de monitoramento, controle e fiscalização, visando ao uso sustentável dos recursos pesqueiros em nível global. 

O MPA foi representado pelo Chefe da Assessoria Especial Internacional, Eduardo Sfoglia, e o Coordenador de Temas Técnicos e Comerciais, Diógenes Lemainski. 

Para Eduardo Sfoglia, o encontro foi uma oportunidade para apresentar avanços importantes na governança da pesca no Brasil, como a retomada da estatística pesqueira nacional e o restabelecimeito do grupo técnico interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não-declarada e não-regulamentada. “Além de oferecerem mais segurança à pesquisa, à gestão e à construção de políticas públicas, esses avanços refletem os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, voltados a assegurar a sustentabilidade das atividades pesqueiras”, afirmou. 

Diógenes Lemainski, por sua vez, destacou visitas feitas ao Mercado Tsukiji, tradicional feira do peixe de Tóquio, e ao Mercado Toyosu, maior centro atacadista de pesca do mundo. “A infraestrutura do Toyosu é impressionante. Com 400 mil m² de área, comercializam-se naquele mercado mais de 1.500 toneladas de peixes e frutos do mar todos os dias. Lá também ocorrem os famosos leilões de atum, que chegam a ser vendidos por mais de 1 milhão de dólares por unidade”, completou. 

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A participação dos países em desenvolvimento no Workshop sobre o Acordo de Estoques Pesqueiros no Japão foi viabilizada pelas Nações Unidas, com suporte financeiro da União Europeia, no âmbito do Projeto UNFSA POA.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Brasil

Governo do Brasil anuncia ações para fortalecer proteção ambiental e enfrentar mudanças climáticas

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A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta quarta-feira (10), da cerimônia em que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou um conjunto de ações para fortalecer a proteção ambiental, enfrentar a mudança do clima e impulsionar o desenvolvimento sustentável no País. O evento, que ocorreu no Palácio do Planalto e celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente, reuniu ministros, autoridades e representantes da sociedade civil.   

Durante a cerimônia, o Governo do Brasil apresentou medidas voltadas à conservação dos biomas brasileiros, à ampliação do reconhecimento dos serviços ambientais prestados por comunidades tradicionais e à preparação do País para os desafios da transição ecológica e da adaptação climática. 

Um dos principais atos foi a sanção da Lei da Política Nacional para Recuperação da Caatinga que, acompanhada do lançamento do Programa Recaatingar, passa a contar com aporte inicial de R$ 60 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste (BNB). Além disso, foi anunciada a regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), investimentos voltados para a agenda ambiental brasileira, além de outras ações.  

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Segundo Luciana Santos, a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reforça a importância da produção científica e da inovação tecnológica para subsidiar políticas públicas de proteção ambiental, monitoramento dos biomas, enfrentamento dos eventos climáticos extremos e desenvolvimento de soluções sustentáveis para o País. “A ciência, a tecnologia e a inovação têm papel decisivo na construção de um modelo de desenvolvimento capaz de combinar crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. O conhecimento científico é fundamental para orientar políticas públicas e gerar soluções para os desafios climáticos do presente e do futuro”, destacou. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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