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Agro

Plantio de melancia avança no RS; áreas sem irrigação podem sofrer perdas

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Cultivo de melancia se intensifica em novembro no Rio Grande do Sul

O plantio de melancia no Rio Grande do Sul registrou avanço significativo em novembro, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. Na regional de Pelotas, as chuvas recentes favoreceram o desenvolvimento da cultura, e produtores estudam ampliar a área cultivada devido aos bons preços da safra anterior. Em Capão do Leão, onde a comercialização ocorre diretamente ao consumidor, o plantio foi concluído, totalizando 15 hectares.

Desenvolvimento da cultura avança, mas seca preocupa

Na regional de Soledade, as lavouras apresentam desenvolvimento vegetativo, pegamento e formação dos frutos. O boletim destaca que, apesar do progresso predominante na cultura, a sequência de dias secos gera preocupação entre os produtores.

Em Rio Pardo, a falta de chuvas tem efeitos mistos: favorece a qualidade dos frutos e o crescimento das plantas, mas o solo começa a apresentar sinais de ressecamento, o que pode ocasionar perdas caso não haja precipitações nos próximos dias. Além disso, o clima seco contribui para a incidência de doenças.

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Colheita inicia de forma gradual e deve se intensificar

A colheita da melancia começou em pequenas áreas plantadas mais cedo e deve ganhar ritmo entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as regiões de Rio Pardo, Câmara Geral e Encruzilhada do Sul concentram a produção comercial mais expressiva, com uma área plantada estimada em 1.800 hectares.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Valor Bruto da Produção supera R$ 1,4 trilhão em agosto

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A estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em agosto é de R$ 1,403 trilhão, de acordo com levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O indicador representa o valor da produção agropecuária dentro das propriedades rurais e considera o desempenho das lavouras e da pecuária.  

Do total estimado, as lavouras respondem por R$ 894,1 bilhões, o equivalente a 63,7% do VBP. A pecuária representa R$ 509,1 bilhões, ou 36,3% do valor total. 

Entre os produtos agrícolas, a soja permanece na liderança, com valor estimado em R$ 340,6 bilhões, correspondente a 24,3% do VBP. Na sequência, aparecem o milho, com R$ 158 bilhões (11,3%), a cana-de-açúcar, com R$ 106,3 bilhões (7,6%), e o café, com R$ 102,9 bilhões (7,3%). 

Na pecuária, a carne bovina apresenta o maior valor estimado, de R$ 249,2 bilhões, equivalente a 17,8% do VBP. A carne de frango aparece em seguida, com R$ 107,4 bilhões (7,7%). 

No recorte regional, o Centro-Oeste lidera o VBP, impulsionado pelo resultado de Mato Grosso, estimado em R$ 218,2 bilhões, o equivalente a 15,6% do total. Na sequência está o Sudeste, com destaque para Minas Gerais, que apresenta estimativa de R$ 166,8 bilhões (11,9%). 

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CÁLCULO 

O VBP é calculado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola do Mapa com base nas estimativas de produção e na variação dos preços de mercado recebidos pelos produtores rurais. Os valores referentes a 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até agosto. 

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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