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Remate Santa Angélica e Estribillo registra média acima de R$ 20 mil e total liquidez

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O Remate Santa Angélica e Estribillo encerrou na noite de 2 de dezembro com total liquidez e média de R$ 21,96 mil por lote, segundo informações da Trajano Silva Remates, responsável pelo evento na modalidade virtual.

O leilão contou com diversos animais de destaque, atraindo compradores de diferentes estados e consolidando-se como referência no mercado de cavalos Crioulos.

Égua e garanhão lideram valor de venda

Entre os lotes, a égua Estribillo Fogosa e o garanhão Ignácio de Santa Angélica se destacaram como os mais valorizados.

Estribillo Fogosa foi arrematada por R$ 40 mil por uma tradicional cabanha do Paraná, a São Rafael, que retomou recentemente seus investimentos no setor.

Ignácio de Santa Angélica teve parcelas de R$ 1,15 mil, totalizando R$ 57,5 mil.

“Fogosa foi uma surpresa agradável e uma venda marcante para nós, mostrando a confiança do mercado no retorno de investidores tradicionais”, destacou Marcelo Silva, leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates.

Evento reforça força do mercado de cavalos Crioulos

Segundo Marcelo Silva, a liquidez total e os valores alcançados confirmam o interesse crescente por animais de qualidade e a consolidação dos leilões virtuais como ferramenta estratégica de comercialização no setor.

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O remate também reforça a importância de investimentos contínuos em qualidade genética e apresentação dos lotes, garantindo retorno financeiro e fortalecimento do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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