Agro
Bayer fortalece agricultura familiar no Norte de Minas com doação de caminhão transmódulo e tecnologias para algodão
Doação de caminhão transmódulo moderniza logística do algodão
A Bayer reforçou seu compromisso com o fortalecimento da agricultura familiar no Norte de Minas Gerais ao doar um caminhão transmódulo à Cooperativa dos Produtores Rurais de Catuti (Coopercat). O veículo, adquirido por R$ 150 mil, é destinado ao transporte de fardos pré-compactados de algodão do campo até a unidade de beneficiamento, agilizando a colheita e beneficiando pequenos produtores.
Segundo o técnico agropecuário José Tibúrcio de Carvalho Filho, a iniciativa moderniza a cadeia produtiva da região. “A colheita manual ficou no passado, devido à contaminação por polipropileno, à escassez de mão de obra e aos altos custos. O transmódulo reduz despesas e aumenta a eficiência no transporte do algodão em caroço”, explica.
Parceria de duas décadas fortalece agricultura familiar
A Bayer mantém parceria com a Coopercat há cerca de 20 anos, investindo em transferência de tecnologia, sementes de alta performance, ferramentas digitais e treinamentos técnicos. Entre as ações recentes, estão:
- Doação de sacos de sementes certificadas Deltapine com biotecnologia Bollgard® 3 RRFlex®, adaptadas ao clima semiárido e resistentes a lagartas e doenças;
- Doação de drone em 2024, capacitando os produtores para aplicações precisas de inseticidas, reduzindo os danos do bicudo-do-algodoeiro;
- Treinamentos em agricultura digital, que permitem maior monitoramento e manejo eficiente das lavouras.
Segundo Fernando Prudente, diretor-executivo de Algodão e Relacionamento com Stakeholders da Bayer, “investir na agricultura familiar é essencial para a sustentabilidade do setor e para o desenvolvimento econômico regional”.
Tecnologia e biotecnologia elevam produtividade
O uso combinado de biotecnologia e agricultura digital tem impulsionado a produtividade das lavouras familiares em Catuti, superando a média nacional. Produtores da região conseguiram colher até 400 arrobas por hectare, acima da média regional de 250 arrobas, produzindo pluma de alta qualidade.
José Tibúrcio destaca que a adoção dessas tecnologias tornou possível modernizar o manejo das lavouras, aumentar a eficiência e reduzir perdas, consolidando o algodão como um produto estratégico para Minas Gerais e para o Brasil, que desde 2024 lidera as exportações mundiais de algodão em pluma. O estado ocupa a terceira posição entre os maiores produtores nacionais.
Investimento em inovação garante resiliência e sustentabilidade
O caminhão transmódulo é mais uma ação da Bayer para fortalecer a cadeia do algodão, garantindo eficiência logística, redução de custos e capacitação tecnológica. Com a combinação de infraestrutura, biotecnologia e práticas digitais, pequenos agricultores familiares da região aumentam sua resiliência econômica e ambiental, contribuindo para a competitividade do algodão brasileiro no mercado global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Agro movimentou mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026
As exportações do agronegócio paulista movimentaram mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), consolidando o Estado como principal fornecedor nacional de produtos agropecuários ao mercado internacional.
O desempenho é puxado pelo complexo sucroenergético, que concentra a maior parte das vendas externas. O açúcar respondeu por 95,3% das exportações do setor no período, com forte demanda de países da Ásia e do Oriente Médio. São Paulo detém 65,3% da produção nacional voltada à exportação nesse segmento.
A citricultura mantém protagonismo. O Estado é responsável por cerca de 80% dos sucos exportados pelo Brasil, com o suco de laranja representando 97,2% da categoria e movimentando aproximadamente R$ 2,8 bilhões no trimestre, com foco na União Europeia e nos Estados Unidos.
Na diversificação da pauta, as carnes somaram cerca de R$ 5 bilhões, o equivalente a 16,1% das exportações do agro paulista, com liderança da bovinocultura. Já os produtos florestais, como celulose e papel, movimentaram aproximadamente R$ 4,3 bilhões, com a China como principal destino.
A força do agro paulista está distribuída regionalmente. O complexo sucroenergético se concentra nas regiões de Araçatuba, Barretos e Sorocaba, enquanto a citricultura tem base nas regiões de Bauru e Central, sustentando a competitividade do Estado no mercado global.
Para dar suporte ao crescimento, o governo estadual mantém políticas de fomento como o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), voltado ao financiamento e ao seguro rural, além de programas de incentivo à inovação e à tecnologia no campo.
Fonte: Pensar Agro
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