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Paraná

Unidades de Socioeducação de Londrina realizam olimpíada para incentivar espírito esportivo

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As Unidades de Socioeducação Londrina I, Londrina II e a Casa de Semiliberdade do município realizam, entre esta terça e quinta-feira (25 a 27), a II Olimpíada Esportiva, que neste ano traz como tema central “Diversidade e Respeito”. O evento reunirá cerca de 50 adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, que vão competir e acompanhar as disputas, além de contar com a participação dos servidores das unidades, que terão uma categoria própria.

A programação inclui modalidades como atletismo, tênis de mesa, jogo eletrônico de futebol, voleibol e futsal, incentivando o espírito esportivo, o trabalho em equipe e a convivência saudável entre os participantes. A olimpíada também contará com a participação da Unidade de Socioeducação do município de Santo Antônio da Platina, que foi convidada para integrar as atividades.

O coordenador de Gestão do Sistema Socioeducativo, da Secretaria da Justiça e Cidadania, Alex Sandro da Silva, afirma que as olimpíadas trazem diversos benefícios, como a promoção de uma competição saudável e a oportunidade de vivenciar na prática as regras das competições, além do cuidado com a  saúde.

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“As equipes trabalham o senso coletivo e, com certeza, toda a atividade esportiva tem o seu cunho de cuidado com a saúde, mas também a sua perspectiva social e de uma vivência cooperativa durante esse processo entre todos os adolescentes e os servidores das unidades”, comenta.

Para a agente socioeducativa Marluce Zambrin, que idealizou e coordena a Olimpíadas, o esporte traz aprendizados importantes para os adolescentes que vivem nos Censes. “Eles não estão competindo apenas em uma corrida ou um jogo, estão aprendendo a viver em sociedade, a lidar com desafios, a respeitar o outro e acreditar neles mesmos”.

“É por isso que esse projeto existe, para garantir que cada adolescente viva o esporte como um direito e como um caminho de desenvolvimento”, acrescenta. “Inspirado nos valores olímpicos de amizade e respeito, reunimos as unidades para celebrar não apenas a competição, mas a superação e a inclusão e a convivência de forma democrática.”

Fonte: Governo PR

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Paraná

Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

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A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

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Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

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De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

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