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Economia

MDIC e INPI promovem seminário sobre valoração e financiamento de ativos intangíveis

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o INPI promovem, no dia 26 de novembro, das 9h30 às 17h, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, o seminário “Valoração e Financiamento de Ativos Intangíveis: Caminhos para um Novo Mercado de Inovação”.

Com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros, dos setores público e privado, o evento tem como objetivo discutir metodologias para valoração de ativos intangíveis, como marcas e patentes, além de estratégias para que tais ativos sejam cada vez mais aceitos como garantia para financiamentos. Nesse sentido, o seminário destacará também como o Governo e o sistema financeiro nacional podem contribuir para essa agenda.

Durante o evento, o INPI estará representado pelo presidente Júlio César Moreira, pelo economista-chefe Rodrigo Ventura e pelo coordenador-geral de Contratos de Tecnologia, Bernardo Bemvindo.

Além do MDIC e do INPI, as seguintes instituições estão promovendo o seminário: Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Associação Brasileira dos Executivos de Licenciamento (LES Brasil/LESI) e Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

O evento é gratuito e as inscrições estão abertas. Inscreva-se aqui.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Investigações do MDIC e da Receita interrompem fraudes em importações de vários produtos

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Investigações conduzidas pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda (MF) interromperam, nos últimos meses, diversas operações de importação que burlavam regras de comércio exterior com práticas como subdeclaração de valor e classificação indevida de mercadorias.

Foram 50 denúncias recebidas entre agosto de 2024 e dezembro de 2025. Em 21 desses casos, as investigações confirmaram os indícios de irregularidades, que alcançavam empresas e produtos dos setores têxtil, siderúrgico, de linha branca, autopeças, químico, eletroeletrônicos e produtos esportivos, além de itens como pneus, secadoras de roupa, redes de pesca e vestuário, entre outros.

Para três dos 50 casos, as denúncias se mostraram improcedentes. Outras 26 denúncias ainda estão sob investigação.

“A atuação do governo busca coibir práticas indevidas na importação, que prejudicam empresas que cumprem as regras. Ao fortalecer os mecanismos de controle e fiscalização, ampliamos a previsibilidade e garantimos um ambiente mais equilibrado para quem atua de forma regular”, afirmou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

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Os dados sobre as investigações constam de relatório do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), elaborado conjuntamente pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB).

Constatado o indicativo de conduta irregular, a Secex adota medida de controle prévio sobre as importações da empresa, em relação ao produto alvo da investigação. Conhecida como licenciamento não automático, a ação permite, com base em gestão de riscos, a verificação da autenticidade, veracidade e exatidão das informações prestadas pelos importadores antes do despacho aduaneiro.

A exigência de licenciamento mais rigoroso tem se mostrado eficaz. De acordo com o relatório, entre 19% e 79% das licenças de importação, a depender da empresa e do produto, são canceladas pelo próprio importador ou indeferidas enquanto a medida está em vigor.

A atuação do Grupo de Inteligência também conta com o reforço da fiscalização aduaneira pela Receita Federal, com ações realizadas tanto antes quanto após o desembaraço das mercadorias. O grupo tem como atribuição identificar indícios de infração à legislação de comércio exterior, propor medidas para sua prevenção e repressão, além de articular cooperação com outros órgãos da administração pública federal.

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“Com essa atuação coordenada, o GI-CEX contribui para assegurar isonomia competitiva, fortalecer o ambiente de negócios e coibir práticas irregulares no comércio exterior brasileiro, sem aumento de burocracia”, destaca Renato Agostinho da Silva, diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secex.

Mais informações, incluindo a íntegra do relatório e orientações para envio de denúncias, estão disponíveis em:
https://www.gov.br/siscomex/pt-br/informacoes/combate-a-praticas-ilegais

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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