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Paraná

Força-tarefa garante atendimento psicossocial a vítimas do tornado em Rio Bonito do Iguaçu

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A saúde mental dos moradores também é foco da atenção das equipes que atuam em Rio Bonito do Iguaçu, município do Centro-Sul do Paraná que foi devastado por um tornado na última sexta-feira (7). Desde domingo (9), cerca de 300 moradores e famílias inteiras afetadas pelo evento climático receberam acolhida, orientações e atendimento psicossocial – individual ou coletivo – de profissionais da saúde.

Entre os servidores da Secretaria de Estado de Saúde (Sesa-PR) que atuam na força-tarefa na cidade há um clínico com especialização em saúde mental e servidores especializados da 5ª Regional de Saúde de Guarapuava. Eles oferecem suporte ao município, atendem nas tendas na praça da igreja, vão até os abrigos e também estão presentes nas unidades de saúde locais.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, é fundamental retomar e manter atendimentos que vão além dos considerados de urgência. “Nós seguimos trabalhando para garantir, com a maior brevidade, que tudo possa retomar a normalidade. Temos nossa equipe da 5ª Regional de Saúde que está em Rio Bonito do Iguaçu, com profissionais que estão prestando atendimentos relativos à saúde mental da população atingida e também dos trabalhadores da saúde”, afirmou.

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Desde os primeiros socorros, os protocolos de atendimento à população de Rio Bonito do Iguaçu ocorrem de forma conjunta entre forças de saúde municipais, estaduais e federais. Presente ao município, a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) também oferta atendimento psicossocial aos moradores afetados pelo tornado, em serviço integrado às forças da Sesa-PR, da Semipi-PR e agentes municipais de saúde.

Pessoas que perderam tudo o que tinham têm buscado acolhida e esperança junto aos profissionais especializados em atendimento psicológico para situações extremas. Orientações em grupo também têm sido realizadas, durante reuniões coletivas e eventos religiosos.

A Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi) também está presente em Rio Bonito do Iguaçu com uma equipe técnica formada por dois psicólogos e uma internacionalista. “Nossa equipe está aqui para acolher as famílias, ajudar as pessoas e, principalmente, transmitir esperança. Também vamos apoiar o município em ações técnicas, planejamento e busca de informações para ter a maior efetividade nas políticas públicas”, explicou a secretária de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte.

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Facilmente identificada pelo ônibus na cor lilás, a equipe da Semipi também presta atendimento à população na Praça da Igreja, onde qualquer pessoa pode buscar orientações, acolhida ou serviços psicológicos a partir das 8h e até por volta das 17h. O ônibus deve permanecer em Rio Bonito do Iguaçu até sexta-feira (14).

“Em momentos como esse, vêm à tona as emoções e preocupações, especialmente para as pessoas diretamente afetadas pela catástrofe. A vulnerabilidade se acentua e muitas dificuldades podem surgir se as pessoas não buscarem ajuda. Estamos aqui para orientá-las, a fim de que possam encontrar forças para seguir em frente e acessar os serviços do município e do Estado”, acrescentou a internacionalista Kelly Letchakovski, integrante da equipe técnica da Semipi.

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Foto: Ricardo Ribeiro/AEN

ATENDIMENTO INTEGRADO – Nesta semana uma comitiva formada por representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Ministério da Saúde também esteve no município para avaliar os danos e coordenar os próximos passos da resposta da saúde à população. A visita técnica teve como objetivo verificar o funcionamento do Centro de Operações e Emergências (COE) municipal e alinhar as ações de apoio.

Foram realizados mais de 800 atendimentos médicos, incluindo cirurgias, em diferentes unidades de saúde da região desde o início da tragédia causada pelo tornado. Foram mais de 400 pessoas mobilizadas, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais, para atender todas as vítimas.

A comitiva foi composta pela diretora de Atenção e Vigilância da Sesa, Maria Goretti David Lopes, o diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências do Ministério da Saúde, Edenilo Baltazar Barreira Filho, e o coordenador de Vigilância e Resposta a Emergências da OPAS, Alexander Rosewell.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Paranaguá, Gaeco denuncia 15 pessoas por organização criminosa com atuação no Litoral, e quatro alvos, incluindo o líder foragido, tiveram prisão decretada

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O núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia contra 15 pessoas por integrarem uma organização criminosa com atuação no Litoral do estado, voltada especificamente para o tráfico de drogas. A denúncia foi recebida pelo Judiciário e tramita na 1ª Vara Criminal da comarca. A partir de requerimento formulado pelo Gaeco, o Judiciário deferiu a decretação da prisão preventiva de quatro desses denunciados, que foram presos nos últimos dias.

Áudio do Promotor de Justiça Edson Ricardo Scolari Filho

Entre os denunciados que tiveram a prisão preventiva decretada, está o líder da organização criminosa, que figurava na lista dos criminosos mais procurados do Brasil. De acordo com os autos do procedimento investigatório, ele comandava o esquema ilícito a distância, emitindo ordens para seus subordinados em Paranaguá enquanto residia em outros estados, operando sob identidades falsas para fugir da Justiça. Ele foi preso recentemente pela Polícia Civil do Paraná no estado do Espírito Santo, onde usava documentos falsos.

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As investigações demonstraram que as identidades falsas adotadas pelo líder foram criadas com o auxílio direto de uma então escrevente de um cartório no Maranhão, que também integra a lista dos 15 denunciados.

Além do líder da organização, os outros três alvos com mandados de prisão preventiva expedidos exerciam funções de alto escalão na estrutura ilícita, sendo responsáveis pela administração financeira, pela logística de armazenamento dos entorpecentes e pela supervisão de pontos de comercialização na cidade de Paranaguá.

Os envolvidos na ação penal responderão por diversos delitos, como constituição de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, falsificação de documento público, uso de documento falso e posse irregular de munição.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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