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Academia de Ciências Forenses completa seis anos dedicados à formação de peritos no Paraná

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A Academia de Ciências Forenses (ACF) completa nesta quarta-feira (12) seis anos de atuação na capacitação e no desenvolvimento de profissionais da Polícia Científica do Paraná (PCIPR). Desde a sua criação, em 2019, a ela tem se consolidado como um espaço de conhecimento, inovação e integração entre ciência e segurança pública, contribuindo para o fortalecimento de perícias e da busca por provas técnicas.

Ao longo dos últimos seis anos, a ACF se tornou referência na formação e aperfeiçoamento de peritos e técnicos com a promoção de cursos, pesquisas e parcerias com instituições nacionais e internacionais, resultando em uma formação sólida e atualizada aos profissionais. A Academia também estimula a troca de experiências e o avanço tecnológico na área forense, reforçando o compromisso do Paraná com a excelência e a credibilidade na produção de provas científicas.

“Em um cenário onde o conhecimento e a tecnologia evoluem de forma acelerada. A Justiça precisa estar atualizada com técnicas avançadas para a obtenção de provas norteadas pelo rigor científico. Nesse sentido, a Academia se torna um pilar essencial para a excelência profissional e a credibilidade da justiça”, destaca o diretor da ACF, Alexandre Lara.

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“A capacitação oferecida pela academia vai além da simples aquisição de conhecimentos. Ela envolve a aplicação prática dos conceitos aprendidos em cenários reais.”, explica o diretor. “Os profissionais têm a oportunidade de simular situações de crime e praticar as técnicas de coleta, análise e interpretação de evidências. Essa prática direta permite que eles ganhem confiança em suas habilidades, aprendam a lidar com pressões e desafios do trabalho forense e desenvolvam a capacidade de tomar decisões com base em evidências”.

INTEGRAÇÃO – Outro destaque é o papel da Academia na integração entre os profissionais da perícia e o meio acadêmico. Por meio de programas de mestrado e doutorado em parceria com universidades paranaenses, a ACF incentiva a produção científica e a pesquisa aplicada, aproximando a ciência forense do ambiente universitário. Essa aproximação fortalece o desenvolvimento de soluções inovadoras e contribui para a construção de um conhecimento técnico-científico, o que impacta diretamente a qualidade das investigações e a credibilidade diante de órgãos judiciais.

PESQUISA E PRESENÇA INTERNACIONAL — Além de investir na formação contínua dos servidores, a Academia também tem ampliado sua atuação em pesquisa e inovação. Atualmente, a ACF coordena o Comitê Científico da Polícia Científica, com mais de 90 estudos em andamento, e conduz o maior curso de formação da história da instituição, que prepara 197 novos profissionais entre peritos e técnicos de perícia.

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A Academia também mantém parcerias com universidades e centros de pesquisa, fortalecendo o intercâmbio de conhecimento e o desenvolvimento de novas metodologias científicas.

Nos últimos anos, a ACF marcou presença em missões internacionais nos Estados Unidos e na França, onde representantes do Paraná participaram de intercâmbios com instituições de referência mundial, como o FBI, o NIST e a Polícia Científica Francesa. “Essas iniciativas reforçam o papel da Academia de Ciências Forenses como um centro de excelência e inovação, comprometido em integrar ciência, tecnologia e justiça em benefício da sociedade paranaense e brasileira”, enfatiza o diretor da ACF Alexandre Lara.

Fonte: Governo PR

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Reforço histórico: Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

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O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição.

A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson.

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Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

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Fonte: Governo PR

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