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Cooxupé anuncia ranking dos 50 melhores cafés especiais da safra 2025

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A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) iniciou o processo de ranqueamento dos 50 melhores cafés especiais produzidos por cooperados durante a safra 2025, em sua área de atuação, que abrange mais de 360 municípios do Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana, em São Paulo.

Os vencedores serão anunciados durante a cerimônia do Programa Especialíssimo, marcada para o dia 21 de novembro, às 19h, em Guaxupé (MG). O evento é promovido pela Cooxupé em parceria com a SMC Specialty Coffees.

Cafés especiais ganham destaque no mercado internacional

Os cafés selecionados pelo Programa Especialíssimo têm alto valor agregado e conquistam espaço no mercado internacional, pela qualidade, sustentabilidade e origem rastreável.

Os grãos são exportados para diversos países, como Japão, Reino Unido, Estados Unidos, Coreia do Sul, Itália, Alemanha, Bélgica, Irlanda, Austrália, África do Sul, Espanha, Holanda, Canadá, Turquia, Noruega, China e Emirados Árabes Unidos, entre outros. Parte da produção também é comercializada no mercado brasileiro.

Além da visibilidade internacional, os produtores cooperados têm a oportunidade de vender seus cafés com preços superiores aos da commodity, recebendo premiações em dinheiro. Nesta edição, o ranking do Especialíssimo distribuirá R$ 330 mil entre os 50 melhores colocados.

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Critérios de seleção mais rigorosos em 2025

A edição 2025 do programa traz novas exigências para participação. Agora, os produtores devem comprovar o cumprimento de práticas trabalhistas regulares e atender aos critérios de sustentabilidade e boas práticas agrícolas previstos no Protocolo Gerações, da cooperativa.

Apenas cooperados da Cooxupé podem concorrer, com cafés das categorias cereja descascado e natural. Para serem classificados como especiais, os grãos precisam atingir pontuação mínima de 83 pontos na tabela da Specialty Coffee Association (SCA), com destaque para atributos como acidez, doçura, corpo, equilíbrio e retrogosto, além de aromas frutados, florais, enzimáticos e caramelados.

Os cerejas descascados devem conter ao menos 50% de peneira 16 acima, enquanto os naturais exigem mínimo de 40% na mesma faixa.

Premiação e transmissão ao vivo

O campeão do Especialíssimo 2025 receberá R$ 50 mil, enquanto o segundo colocado será premiado com R$ 30 mil e o terceiro com R$ 20 mil.

A cerimônia será transmitida ao vivo pelo portal Hub do Café e pelo canal da Cooxupé no YouTube, permitindo que produtores e apreciadores de cafés especiais acompanhem o evento em tempo real.

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As regras e critérios completos estão disponíveis nos sites oficiais da Cooxupé e da SMC Specialty Coffees.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Unesp desenvolve nova abordagem para nanoherbicidas mais eficientes e sustentáveis no controle de plantas daninhas

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) propuseram uma nova abordagem científica para o desenvolvimento de nanoherbicidas, com foco em maior eficiência agronômica e sustentabilidade ambiental. O estudo, conduzido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável, sugere inverter a lógica tradicional de criação desses insumos, colocando as características das plantas daninhas no centro do processo.

A proposta foi publicada na revista científica Nature Reviews Methods Primers e representa um avanço relevante para o manejo de invasoras que impactam diretamente a produtividade agrícola no Brasil.

Plantas daninhas seguem como desafio no campo

Espécies como caruru, capim-azevém e capim-pé-de-galinha estão entre as principais ameaças às lavouras, podendo reduzir em cerca de 15% a produtividade de grãos, mesmo em áreas com manejo.

Esse cenário tem impulsionado a busca por soluções mais eficientes, como os nanoherbicidas — tecnologia que permite a liberação controlada e direcionada de ingredientes ativos, aumentando a absorção pelas plantas e reduzindo o volume aplicado.

Novo conceito melhora eficiência dos nanoherbicidas

Atualmente, o desenvolvimento de nanoherbicidas é baseado principalmente nas propriedades dos materiais utilizados. A nova proposta da Unesp, chamada de Plant-informed nanodesign (PIND), muda esse paradigma ao priorizar as características biológicas das plantas-alvo.

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Na prática, isso significa desenvolver nanopartículas específicas para cada espécie daninha, aumentando a eficácia do controle e reduzindo perdas.

Caracterização detalhada das plantas orienta tecnologia

Para viabilizar essa abordagem, os pesquisadores realizam análises aprofundadas das plantas invasoras, considerando fatores como:

  • Espessura e tamanho das folhas
  • Quantidade de estômatos
  • Espessura da cutícula
  • Presença de tricomas
  • Rugosidade da superfície foliar

Essas informações permitem projetar nanopartículas mais aderentes e eficientes na absorção dos herbicidas.

Tecnologia alia produtividade e sustentabilidade

As análises utilizam técnicas avançadas, como microscopia confocal e microscopia eletrônica de varredura, que permitem observar estruturas microscópicas com alta precisão.

O objetivo é desenvolver soluções que aumentem a eficiência do controle de plantas daninhas, reduzam o uso de insumos químicos e minimizem impactos ambientais — uma demanda crescente no agronegócio brasileiro.

Inovação fortalece agricultura de precisão

A nova metodologia reforça o papel da nanotecnologia na agricultura de precisão e na transição para sistemas produtivos mais sustentáveis. Ao alinhar ciência, inovação e eficiência no campo, a proposta da Unesp abre caminho para uma nova geração de defensivos agrícolas mais inteligentes e adaptados às condições reais das lavouras.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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