Brasil
Ministério da Saúde amplia rede do SUS na COP30 com hospital de campanha em Belém
A Força Nacional do SUS, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), iniciou nesta semana as atividades do Hospital de Campanha da Força Nacional (HCamp), instalado na Usina da Paz Jurunas/Condor, em Belém (PA). A estrutura temporária foi montada para reforçar o atendimento em saúde durante o período da 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).
Ao todo, 144 profissionais voluntários de diferentes estados, entre médicos, enfermeiros, farmacêuticos e técnicos, estarão mobilizados. A estrutura contará ainda com quatro postos avançados de atendimento na Blue Zone da COP30, garantindo cobertura médica em todas as áreas do evento.
Com atendimento de baixa e média complexidade, em regime de porta aberta à população, o hospital terá capacidade para atender 200 pacientes por dia e garantirá acolhimento e suporte rápido tanto a moradores da área quanto aos visitantes que participam do evento internacional.
A estrutura do HCamp, que funcionará 24 horas, é composta por oito módulos — seis voltados à assistência direta à população e dois dedicados ao apoio logístico e administrativo, que abrangem desde triagem e emergência até regulação e logística.
O coordenador do Hospital de Campanha da Força Nacional do SUS, Djair Soares, explica que a iniciativa representa um importante reforço à capacidade de resposta do SUS, ampliando o acesso da população a serviços de urgência e emergência. Além disso, para ele, a estrutura garante prontidão em um momento de grande movimentação na capital. “É uma ação concreta de cooperação entre as esferas federal, estadual e municipal para proteger vidas e fortalecer o SUS, operando entre os dias 7 e 25 de novembro”, informou.
A secretária de Estado de Saúde Pública, Ivete Gadelha Vaz, destacou que a iniciativa é uma demonstração do compromisso do governo com o cuidado e a segurança da população.“Essa ação conjunta simboliza o nosso compromisso com a saúde, a segurança e o bem-estar não apenas dos participantes da COP30, mas também da população paraense. Estamos trabalhando para garantir uma rede assistencial preparada, integrada e eficiente durante todo o evento”, ressaltou a titular da Sespa. A Força Nacional do SUS, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), entregou, nesta sexta-feira (7), o Hospital de Campanha da Força Nacional (HCamp), instalado na Usina da Paz Jurunas/Condor, em Belém (PA). A estrutura temporária foi montada para reforçar o atendimento em saúde durante o período da 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).
Vanessa Aquino
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Brasil
Em ação inédita, Ministério da Saúde leva prontuário eletrônico à Saúde Indígena do Ceará
O Ministério da Saúde disponibilizou, nesta sexta-feira (12), o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS) para uso nas unidades básicas de saúde indígenas contempladas no Polo Base Maracanaú, no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Ceará. Segundo território-piloto beneficiado com a iniciativa, o Ceará passa a contar com a ferramenta em mais uma etapa da ação inédita do Governo do Brasil para fortalecer a saúde digital nos territórios indígenas, qualificar o cuidado ofertado à população indígena e ampliar a integração das informações com as bases nacionais do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, a medida representa a informatização dos registros e qualificação do cuidado na saúde indígena. “Com o PEC e-SUS APS, os profissionais passam a contar com informações organizadas em um único ambiente digital, incluindo histórico de atendimentos, evolução clínica, exames e demais registros de saúde. Além de reduzir retrabalho, a iniciativa garante continuidade da assistência e o acompanhamento individual dos usuários indígenas”, pontuou.
Para o secretário-adjunto de Atenção Primária à Saúde, Ilano Barreto, a implantação do prontuário eletrônico qualifica a organização da Atenção Primária nos territórios indígenas. “O prontuário eletrônico fortalece a gestão do cuidado ao integrar as informações às bases nacionais do SUS. Essa é uma ferramenta estratégica que vai promover ainda mais a Atenção Primária. Na saúde indígena, esse avanço significa resolutividade adequada à realidade de cada comunidade e monitoramento dos indicadores”, destacou.
A chegada da ferramenta ao DSEI Ceará dá continuidade ao projeto piloto iniciado na Casa de Saúde Indígena (Casai) Brasília, onde a implantação ocorreu em maio. O sistema já está disponível para as unidades contempladas nesta fase, e o uso pelas equipes será ampliado conforme o avanço das capacitações presenciais, que já estão em andamento.
No DSEI Ceará, as equipes lotadas no Polo base Maracanaú e nas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) Dona Joaquina Vieira, e Pajé Barbosa, foram as primeiras a receberem treinamento no estado.
Sistema adaptado
Atualmente, a Sesai utiliza como ferramenta oficial o Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (Siasi), uma plataforma que contém dados demográficos e epidemiológicos. Com a ampliação do PEC e-SUS APS, a expectativa é que haja a integração entre os mecanismos, além do reforço da confiabilidade e consistência das informações. Entre outros pontos, o prontuário eletrônico recebeu adequações específicas para a realidade dos povos originários como, por exemplo, inclusão do nome tradicional, informações sobre o DSEI, Polo Base, aldeia de referência, períodos de ausência do território indígena, entre outras informações relevantes para o acompanhamento da saúde dessa população.
Capacitação e expansão
A expansão e utilização do prontuário está condicionada à realização de treinamentos coordenados por equipes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps). Até o momento, mais de 100 profissionais já foram qualificados para operar a ferramenta nas unidades consideradas piloto.
A previsão é que o PEC e-SUS APS seja gradualmente implantado nos 34 Distritos Sanitários, respeitando as especificidades locais de infraestrutura tecnológica, conectividade, organização dos serviços e diálogo permanente com os povos indígenas. Na próxima etapa, a expectativa é que ação chegue ao DSEI Yanomami, distrito estratégico responsável pelas populações indígenas dos estados brasileiros do Amazonas e de Roraima.
Leidiane Souza
Raiane Azevedo
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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