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Dólar abre estável e investidores aguardam decisão do Copom e dados econômicos dos EUA

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O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (5) próximo da estabilidade, enquanto investidores se preparam para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic, prevista para ser anunciada no fim do dia pelo Banco Central. No exterior, dados de emprego e atividade econômica nos Estados Unidos movimentam o humor do mercado, influenciando o comportamento da moeda norte-americana.

Dólar mantém leve variação

Após se aproximar de R$ 5,40 na véspera, o dólar à vista abriu a sessão cotado a R$ 5,3975, apresentando recuo de 0,03% por volta das 9h08. Mais tarde, por volta das 9h30, a moeda americana avançava 0,01%, sendo negociada a R$ 5,3995.

No mercado futuro, o contrato de dólar para dezembro, atualmente o mais líquido do país, registrava queda de 0,29%, cotado a R$ 5,4270 na B3. O Banco Central programou para às 11h30 leilão de 45.000 contratos de swap cambial, com objetivo de rolagem do vencimento de 1º de dezembro.

Ibovespa inicia a quarta-feira em alta moderada

O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, encerrou a terça-feira com leve alta de 0,17%, aos 150.704 pontos. Para esta quarta-feira, a abertura do índice está prevista para as 10h, com investidores acompanhando de perto o impacto do cenário internacional e os dados econômicos que chegam dos Estados Unidos.

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Expectativa para a decisão do Copom

O mercado aguarda o resultado da reunião do Copom, com expectativa de que o Banco Central mantenha a Selic em 15% ao ano, conforme sinalizações recentes. A decisão será determinante para a percepção de risco no mercado doméstico e influencia diretamente o comportamento do câmbio e da bolsa.

Indicadores semanais e anuais do câmbio e da bolsa

Segundo dados de mercado:

  • Dólar: acumulado da semana +0,35%; acumulado do mês +0,35%; acumulado do ano -12,64%.
  • Ibovespa: acumulado da semana +0,78%; acumulado do mês +0,78%; acumulado do ano +25,29%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Zelensky endurece discurso e alerta Rússia após ataques: “Se a Ucrânia pegar fogo, Moscou também pegará”

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, elevou o tom contra a Rússia nesta quinta-feira (18) ao afirmar que Moscou poderá enfrentar consequências cada vez mais severas caso os ataques russos ao território ucraniano continuem. A declaração foi feita após uma nova onda de ataques com drones atingir a capital russa durante a madrugada.

Segundo Zelensky, a ofensiva ucraniana foi uma resposta direta aos recentes bombardeios promovidos pela Rússia, que resultaram em mortes e danos significativos à infraestrutura civil da Ucrânia, incluindo um ataque que atingiu o histórico Mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.

“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso. Mas, se a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará fogo”, declarou o presidente ucraniano em mensagem enviada a jornalistas.

Ataques atingem Moscou e refinaria de petróleo

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades russas, dezenas de drones foram lançados contra Moscou durante a madrugada. Entre os alvos atingidos está uma refinaria de petróleo da capital, que sofreu impactos pela segunda vez na mesma semana.

Os ataques refletem uma intensificação das operações de ambos os lados do conflito, que já ultrapassa quatro anos e segue sem perspectivas concretas de encerramento.

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Analistas avaliam que a ampliação das ofensivas em território russo busca aumentar a pressão sobre o governo do presidente Vladimir Putin, especialmente em um momento de crescente desgaste econômico e militar provocado pela guerra.

Ataque em Kiev deixou mortos e atingiu patrimônio histórico

Na última segunda-feira, uma ofensiva russa com drones e mísseis deixou pelo menos dez mortos em diferentes regiões da Ucrânia. Um dos alvos foi o tradicional Mosteiro de Pechersk Lavra, considerado um dos principais símbolos religiosos e históricos do país.

O episódio provocou forte reação do governo ucraniano e ampliou os pedidos por apoio internacional para reforçar a defesa aérea do país.

Defesa aérea e novas medidas serão debatidas na Otan

Zelensky participa nesta quinta-feira de reuniões com aliados da Ucrânia em Bruxelas, onde a ampliação da assistência militar estará entre os principais temas da agenda.

Entre as propostas em discussão estão o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea fornecidos pela OTAN e o desenvolvimento de uma estrutura integrada de defesa contra mísseis balísticos envolvendo Ucrânia e países parceiros.

O presidente ucraniano argumenta que a ampliação dessas capacidades é fundamental para proteger cidades, instalações estratégicas e a população civil dos ataques russos.

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Ucrânia pede novas sanções contra a Rússia

Além do apoio militar, Zelensky voltou a defender o endurecimento das sanções econômicas contra Moscou. O líder ucraniano pediu que Europa, Estados Unidos e demais aliados ampliem as restrições aos setores de energia, defesa e finanças da Rússia.

Segundo ele, o aumento da pressão econômica é uma das principais ferramentas para forçar o Kremlin a rever sua estratégia militar e buscar uma solução para o conflito.

“Todos precisam pressionar Putin: ucranianos, europeus, norte-americanos e também os russos. É hora de encarar a realidade e pressionar seu líder”, afirmou.

Guerra segue sem perspectiva de trégua

O conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo um dos principais focos de instabilidade geopolítica global, com impactos diretos sobre os mercados internacionais, energia, fertilizantes, commodities agrícolas e cadeias de abastecimento.

A escalada dos ataques em ambos os territórios aumenta as preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação da guerra e seus reflexos sobre a economia mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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