Paraná
Carreta Saúde da Mulher faz 8,4 mil exames e consultas gratuitas em 26 cidades do Paraná
A Carreta Saúde da Mulher, projeto que percorre o Paraná levando exames e consultas gratuitas pelo Programa Paraná Rosa, chegou à metade do percurso com resultados expressivos. Até a cidade de Colorado, que é a 6ª entre as 13 localidades previstas, foram feitos mais de 8,4 mil atendimentos gratuitos.
Até agora, foram realizados 6.221 exames de mamografia, ultrassonografia vaginal, de mamas e tireoide e de citopatologia (papanicolau) e 2.266 consultas médicas. As mulheres atendidas com ultrassom saíram do local com os resultados em mãos. Para as mamografias e exames citopatológicos, elas recebem um protocolo para acessar os resultados on-line em até 5 dias da mamografia e 15, da citopatologia.
Além das cidades-polos: São José dos Pinhais, Cerro Azul, Castro, Conselheiro Mairinck, Primeiro de Maio e Colorado, o atendimento também foi feito para os municípios que estão na região e somaram 26 até agora.
“Cada cidade que a Carreta Saúde da Mulher visita representa mais mulheres amparadas, mais vidas cuidadas e mais histórias transformadas. Ver esse projeto chegar à metade do percurso com tantos atendimentos realizados é a certeza de que estamos no caminho certo: o da prevenção, do acolhimento e do amor ao próximo”, ressaltou a primeira-dama do Estado e madrinha do Paraná Rosa, Luciana Saito Massa.
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CARRETA SAÚDE DA MULHER – A Carreta Saúde da Mulher foi lançada no mês de setembro com o objetivo de percorrer todo o Estado e dar atendimento a até 18 mil mulheres em mais de 60 cidades. A Carreta tem sido de grande importância para reduzir ou mesmo acabar com a demanda por exames, como na cidade de Cerro Azul, onde a fila para mamografia foi zerada.
O projeto é estratégico com atendimento especializado a mulheres que vivem longe dos grandes centros, ampliando o acesso a exames preventivos e consultas médicas de rotina. “Estruturamos uma Carreta com equipamentos modernos e com exames que podem mudar a realidade de muitas mulheres, porque elas terão em mãos informações que ajudarão a definir a necessidade de um tratamento de saúde”, lembrou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A Carreta Saúde da Mulher tem um investimento de R$ 10,8 milhões e atua de forma integrada com as secretarias municipais e o Governo do Estado.
Nesta semana (27 de outubro a 1º de novembro), são as mulheres de Santo Antônio do Caiuá, Inajá, Cruzeiro do Sul, Alto Paraná, Nova Londrina e São João do Caiuá que têm a oportunidade de receber os atendimentos. A Carreta funciona sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e no sábado das 8h às 17h.
Veja as cidades que a Carreta Saúde da Mulher já passou:
Colorado (20 a 25 de out)
1.266 exames e 420 consultas
Municípios também atendidos: Santa Fé, Paranacity, Santo Inácio, Flórida, Lobato, Uniflor, Munhoz de Melo, Itaguajé e Nossa Senhora das Graças.
Primeiro de Maio (13 a 18 de out)
1.172 exames e 371 consultas
Municípios também atendidos: Alvorada do Sul, Bela Vista do Paraíso, Sertanópolis, Florestópolis e Sertaneja.
Conselheiro Mairinck (6 a 11 de out)
1.022 exames e 431 consultas
Municípios também atendidos: Guapirama, Jaboti, Japira, Pinhalão e Santana do Itararé.
Castro (29 a 4 de out)
1.070 exames e 443 consultas
Cidades de Piraí do Sul, Carambeí, Ipiranga e Ivaí.
Cerro Azul (22 a 27 de set)
942 exames e 324 consultas
Municípios também atendidos: Adrianópolis e Doutor Ulisses.
São José dos Pinhais (16 a 20 de set)
749 exames e 277 consultas
Municípios também atendidos: Almirante Tamandaré, Fazenda Rio Grande e Piraquara.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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