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Ministro Carlos Fávaro integra comitiva presidencial em missão oficial à Malásia

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Nesta sexta-feira (24), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, integra a comitiva do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em missão oficial à Malásia, no Sudeste Asiático.

Durante a visita, os governos do Brasil e da Malásia firmarão instrumentos de cooperação em áreas estratégicas, como ciência, tecnologia e inovação, semicondutores, tecnologia da informação e cooperação acadêmica. A programação também inclui dois fóruns de alto nível: o Fórum Empresarial da ASEAN, que reunirá lideranças governamentais e empresariais dos países-membros do bloco, e o Fórum Bilateral Brasil–Malásia, voltado à ampliação das parcerias entre os setores privados dos dois países.

De 24 a 28 de outubro, o presidente Lula cumpre agenda oficial em Kuala Lumpur e participará da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Esta será a primeira vez que um chefe de Estado brasileiro participa de uma Cúpula da ASEAN, marcada para os dias 26 e 27. No dia 28, Lula também estará presente na 30ª Cúpula do Leste Asiático, onde apresentará a visão do governo brasileiro sobre resiliência econômica e cooperação entre a ASEAN e o BRICS.

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FLUXO COMERCIAL

Em 2024, o comércio bilateral entre Brasil e Malásia somou US$ 5,9 bilhões. As exportações brasileiras totalizaram US$ 4,3 bilhões (alta de 5,9%), resultando em um superávit de US$ 2,8 bilhões. Os principais produtos exportados foram minério de ferro (37%) e óleos brutos de petróleo (28%). O desempenho coloca a Malásia à frente de países como Itália, Portugal, Reino Unido e França no volume de exportações brasileiras.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Zelensky endurece discurso e alerta Rússia após ataques: “Se a Ucrânia pegar fogo, Moscou também pegará”

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, elevou o tom contra a Rússia nesta quinta-feira (18) ao afirmar que Moscou poderá enfrentar consequências cada vez mais severas caso os ataques russos ao território ucraniano continuem. A declaração foi feita após uma nova onda de ataques com drones atingir a capital russa durante a madrugada.

Segundo Zelensky, a ofensiva ucraniana foi uma resposta direta aos recentes bombardeios promovidos pela Rússia, que resultaram em mortes e danos significativos à infraestrutura civil da Ucrânia, incluindo um ataque que atingiu o histórico Mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.

“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso. Mas, se a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará fogo”, declarou o presidente ucraniano em mensagem enviada a jornalistas.

Ataques atingem Moscou e refinaria de petróleo

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades russas, dezenas de drones foram lançados contra Moscou durante a madrugada. Entre os alvos atingidos está uma refinaria de petróleo da capital, que sofreu impactos pela segunda vez na mesma semana.

Os ataques refletem uma intensificação das operações de ambos os lados do conflito, que já ultrapassa quatro anos e segue sem perspectivas concretas de encerramento.

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Analistas avaliam que a ampliação das ofensivas em território russo busca aumentar a pressão sobre o governo do presidente Vladimir Putin, especialmente em um momento de crescente desgaste econômico e militar provocado pela guerra.

Ataque em Kiev deixou mortos e atingiu patrimônio histórico

Na última segunda-feira, uma ofensiva russa com drones e mísseis deixou pelo menos dez mortos em diferentes regiões da Ucrânia. Um dos alvos foi o tradicional Mosteiro de Pechersk Lavra, considerado um dos principais símbolos religiosos e históricos do país.

O episódio provocou forte reação do governo ucraniano e ampliou os pedidos por apoio internacional para reforçar a defesa aérea do país.

Defesa aérea e novas medidas serão debatidas na Otan

Zelensky participa nesta quinta-feira de reuniões com aliados da Ucrânia em Bruxelas, onde a ampliação da assistência militar estará entre os principais temas da agenda.

Entre as propostas em discussão estão o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea fornecidos pela OTAN e o desenvolvimento de uma estrutura integrada de defesa contra mísseis balísticos envolvendo Ucrânia e países parceiros.

O presidente ucraniano argumenta que a ampliação dessas capacidades é fundamental para proteger cidades, instalações estratégicas e a população civil dos ataques russos.

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Ucrânia pede novas sanções contra a Rússia

Além do apoio militar, Zelensky voltou a defender o endurecimento das sanções econômicas contra Moscou. O líder ucraniano pediu que Europa, Estados Unidos e demais aliados ampliem as restrições aos setores de energia, defesa e finanças da Rússia.

Segundo ele, o aumento da pressão econômica é uma das principais ferramentas para forçar o Kremlin a rever sua estratégia militar e buscar uma solução para o conflito.

“Todos precisam pressionar Putin: ucranianos, europeus, norte-americanos e também os russos. É hora de encarar a realidade e pressionar seu líder”, afirmou.

Guerra segue sem perspectiva de trégua

O conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo um dos principais focos de instabilidade geopolítica global, com impactos diretos sobre os mercados internacionais, energia, fertilizantes, commodities agrícolas e cadeias de abastecimento.

A escalada dos ataques em ambos os territórios aumenta as preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação da guerra e seus reflexos sobre a economia mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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