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Mapa institui programa de inovação aberta na agropecuária

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu, nesta terça-feira (21), o Programa Nacional de Inovação Aberta na Agropecuária (Mapa Conecta), que tem como objetivo ampliar e fortalecer a inovação agropecuária, promovendo o desenvolvimento estratégico e a competitividade dos ecossistemas estaduais de inovação. 

O programa prevê ampliar e fortalecer a inovação no setor agropecuário por meio do estímulo à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação aberta, além de incentivar a criação de novos negócios voltados ao campo brasileiro. 

A criação do programa foi oficializada pela Portaria nº 839, publicada no Diário Oficial da União. A medida substitui o Programa AgroHub, instituído em 2022, e estabelece novas diretrizes para a política de inovação do Ministério. 

Coordenado pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), o Mapa Conecta vai articular parcerias com órgãos públicos, empresas privadas e organismos internacionais. A Secretaria também será responsável por criar grupos técnicos, redes de cooperação e comitês consultivos para fortalecer a governança do programa. As Superintendências de Agricultura e Pecuária (SFAs) atuarão como pontos de apoio e implementação da iniciativa nos estados. 

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Para o secretário de Inovação do Mapa, Marcelo Fiadeiro, a iniciativa reforça a aproximação entre os diferentes atores do setor. “O Mapa Conecta promove a integração entre produtores, pesquisadores, startups e empresas, criando um ambiente mais dinâmico para o desenvolvimento de soluções e tecnologias”, disse. Marcelo destacou ainda a importância da participação da sociedade do agro na iniciativa. 

Para facilitar essas conexões, o Mapa também lançou a Plataforma Eletrônica de Inovação Agropecuária (Mapa Conecta), uma iniciativa conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). 

Ainda segundo a Portaria, três temas prioritários para a inovação agropecuária serão desenvolvidos, como o Plano de Ação para Bioeconomia na Agropecuária; o Plano de Ação para Agricultura Digital; e o Plano de Ação para Alimentos e Ingredientes Contemporâneos. 

Informações à imprensa
[email protected] 

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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