Política Nacional
Comissão debate impactos da alopecia areata grave e alternativas de tratamento
A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (21), audiência pública sobre os impactos da alopecia areata grave e formas de melhorar o atendimento às pessoas com a doença. A alopecia areata grave é uma doença autoimune que causa queda de cabelo em homens e mulheres, principalmente em crianças e jovens adultos.
O debate foi solicitado pelo deputado Afonso Hamm (PP-RS) e será realizado às 17 horas, no plenário 7.
Segundo o parlamentar, a doença pode causar isolamento, depressão e até tentativas de suicídio. Nos casos mais graves, a doença afeta todos os pelos do corpo, como cílios, sobrancelhas e pelos do nariz.
“Até 2023, não existiam tratamentos aprovados pela Anvisa para a doença, condenando os pacientes às complicações da doença ou ao uso de medicações usadas para o transplante de órgãos”, afirmou. “Recentemente, foram desenvolvidas e aprovadas novas opções terapêuticas, com segurança e efetividade comprovadas, representando uma nova esperança para os pacientes”, acrescenta.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Hugo Motta comemora aprovação de projeto de combate à violência contra mulheres
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comemorou a aprovação do projeto que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta (PLP 41/26) foi aprovada pelos deputados em Plenário e será enviada ao Senado.
Motta ressaltou que a Câmara já aprovou diversos projetos no combate à violência contra a mulher e, em particular, ao feminicídio. “O Brasil chora com a morte de nossas mulheres, infelizmente, todos os dias”, disse ele, ao pedir 1 minuto de silêncio pelo assassinato de Karen Aparecida Ferreira Rosa, de 44 anos, que foi morta estrangulada dentro de casa em Cataguases (MG). Segundo a Polícia Militar, os agentes encontraram a filha de um ano da vítima ainda mamando junto ao corpo da mãe.
Motta afirmou que a homenagem é a maneira de demonstrar a revolta do Parlamento com essa agressão que acontece nas diferentes regiões do país. “Esta Casa só irá sossegar enquanto nenhuma mulher mais no Brasil for vítima de violência ou assassinato por seu companheiro ou por quem quer que seja”, afirmou.
O presidente da Câmara reforçou que o tema não pertence a nenhum partido, mas é agenda de Estado.
Tragédia
A relatora do projeto aprovado, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que o feminicídio citado por Motta expressa “da forma mais dolorosa, dramática e trágica” a situação das mulheres brasileiras.
“Encontrar uma mulher assassinada pelo seu ‘em tese’ companheiro e com filha de 1 ano agarrada a seu peito para ser amamentada, talvez não haja imagem mais explícita do significado dessa violência”, afirmou.
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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