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Belo Horizonte (MG), capital dos sabores: 2ª Bienal da Gastronomia transforma cidade em banquete a céu aberto

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O aroma do café coado se mistura ao do pão de queijo recém-saído do forno. Nos mercados, o burburinho das conversas se une ao colorido das frutas e ao cheiro de temperos que contam histórias. Até o dia 31 de outubro, estes cenários cotidianos de Belo Horizonte (MG) ganham ainda mais vida com a 2ª edição da Bienal da Gastronomia, um evento que transforma a cidade em uma grande celebração de sabores e saberes.

Mais que um festival, a Bienal é a materialização do título que orgulha os mineiros: o de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Com uma programação gratuita, o evento reforça a identidade local e se posiciona como poderoso motor do turismo. Segundo um estudo do Ministério do Turismo em parceria junto à Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, a culinária já é a principal motivação de viagem de 11% dos brasileiros.

Nesta edição, chefs renomados, produtores, pesquisadores e grandes nomes do setor desembarcam na capital mineira para uma série de palestras, mostras gastronômicas e seminários. O encontro promove um diálogo profundo entre tradição e vanguarda, valorizando desde os saberes ancestrais até as potentes cozinhas periféricas, a partir de experiências imersivas em mercados e outros espaços urbanos.

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PROGRAMAÇÃO – Prepare o apetite e o bloco de notas: a programação da Bienal convida o público para uma verdadeira jornada pela cultura alimentar de Belo Horizonte:

Walking Tour Gastronômico (18.10): uma imersão gratuita a pé pelo coração pulsante da cidade, desbravando os segredos e sabores do Mercado Central, da Galeria São Vicente e do Mercado Novo.

Fórum Internacional de Gastronomia (21 e 22.10): no Teatro Francisco Nunes, dois dias de debates intensos com chefs, pesquisadores e produtores sobre temas como ancestralidade, inovação e o papel social da cozinha.

Encontro de Gigantes (23.10): um intercâmbio único entre Cidades Criativas da Gastronomia. Belo Horizonte, Belém (PA), Paraty (RJ) e Florianópolis (SC) se reúnem em cozinhas-show e uma feira gastronômica para celebrar a diversidade brasileira.

Sabores da Norte (26.10): a Praça Padre Lage, na região Norte de Belo Horizonte, será palco de um evento focado em gastronomia sustentável, turismo comunitário e inclusão produtiva, mostrando a força da comida como agente de transformação.

Além da agenda principal, dezenas de eventos associados acontecem por toda a cidade. Os detalhes da programação e a forma de retirada de ingressos estão disponíveis no Portal Belo Horizonte. Não perca a chance de provar, aprender e entender por que, em Belo Horizonte, cada prato conta uma história.

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Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Em Goiás, Lula e Padilha inauguram Hospital Universitário de Catalão e visitam unidade referência em cirurgias robóticas em Rio Verde

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Leonardo Barchini, estiveram em Goiás, nesta terça-feira (2), para a inauguração do Hospital Universitário de Catalão (HUUFCAT). A unidade, que antes funcionava como hospital regional, passa a integrar a rede federal de hospitais universitários, com foco em assistência, ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A agenda no estado também incluiu visitação ao Hospital Municipal Universitário de Rio Verde (HMU), unidade 100% SUS, que realizou, em janeiro deste ano, a primeira cirurgia robótica da região Centro-Oeste.

“Não tem nenhum país no mundo que tem um sistema público tão completo como o nosso. Toda mulher e todo homem, independente do berço em que nasceu, da religião, da cor, do time de futebol, quando tiver doente, vai ter o mesmo tratamento do presidente da república. O que nós queremos é tratar o povo com respeito, e a educação e a saúde são duas áreas que nós não abrimos mão neste país”, ressaltou o presidente Lula.

Para garantir o funcionamento do novo modelo, o Ministério da Saúde recompôs o teto de Média e Alta Complexidade (MAC) da gestão estadual, com investimento anual de R$ 61,2 milhões destinado à abertura, estruturação e pleno funcionamento do Hospital Universitário da Universidade Federal de Catalão. Além disso, a pasta destinou R$ 27 milhões para a aquisição de equipamentos médico-hospitalares, contemplando a estruturação da Central de Material e Esterilização (CME), a compra de tomógrafo e aparelho de raio-X, além de camas hospitalares elétricas e aparelhos para o centro cirúrgico e as Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

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“Aquilo que era apenas um prédio se transforma, hoje, em atendimento, internações e cuidado à saúde. Esse hospital passa a funcionar porque o Governo do Brasil assume a gestão, garante a contratação de profissionais, os insumos e os recursos necessários para os atendimentos. A partir das próximas semanas, a unidade começa a receber pacientes e ampliar, de forma gradual, a assistência à população do interior de Goiás”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.

Vinculado à Universidade Federal de Catalão, o HU-UFCAT aumenta a oferta de serviços de saúde na região Centro-Sudeste de Goiás, com atendimento nas áreas clínica, cirúrgica e materno-infantil. O prédio, originalmente projetado para funcionar como hospital regional, foi adaptado para se tornar um hospital universitário, com a implantação consolidada entre 2024 e 2026. O local está já está equipado, e terá os serviços implantados gradualmente em quatro fases. A estrutura contará com:

• 166 leitos de internação, incluindo 30 leitos de UTI adulto e 25 leitos de cuidados intensivos neonatais;
• 40 leitos de observação e recuperação pós-anestésica.
• 22 consultórios ambulatoriais;
• seis salas cirúrgicas;
• três salas de endoscopia;
• duas salas obstétricas;
• parque de diagnóstico por imagem com ressonância magnética, tomógrafo, raio-X, mamógrafo e ultrassom;
• serviços de cardiologia, incluindo eletrocardiograma, ecocardiograma, Holter, MAPA e teste ergométrico.

Alta tecnologia no Hospital Municipal Universitário de Rio Verde

O presidente Lula e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Goiás, também visitaram o Hospital Municipal Universitário (HMU) de Rio Verde, unidade 100% SUS que realizou a primeira cirurgia robótica da região Centro-Oeste, em janeiro deste ano. A tecnologia permite maior precisão dos movimentos cirúrgicos por meio de braços articulados e visão tridimensional em alta definição, contribuindo para procedimentos menos invasivos, recuperação mais rápida dos pacientes e redução do tempo de internação.

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O Hospital Municipal Universitário de Rio Verde é referência em inovação tecnológica e assistência especializada. Atualmente, atende 700 mil habitantes de 28 municípios, sendo o maior hospital da região.  Integrado à Universidade de Rio Verde (UniRV), o local reúne assistência, ensino, pesquisa clínica e inovação tecnológica em saúde, com programas de residência médica e multiprofissional. A estrutura conta com oito salas cirúrgicas modernas, sistema robótico Da Vinci X, hemodinâmica integrada, tomografia computadorizada, ressonância magnética e outros serviços de alta complexidade.

 Em 2026, o Ministério da Saúde destinou um incremento de R$ 24 milhões anual no Teto MAC direcionado ao HMU. O reforço no financiamento integra uma trajetória de ampliação dos investimentos federais na saúde de Rio Verde. Entre 2022 e 2026, os repasses do Teto MAC para o município cresceram 248%, passando de R$ 38,2 milhões para R$ 133,2 milhões por ano. O aumento fortalece a rede de saúde local, amplia a capacidade de atendimento e garante maior acesso da população a serviços especializados sem necessidade de deslocamentos para outros centros.

Foto: Walterson Rocha/MS
Foto: Walterson Rocha/MS

Regulamentação da profissão de sanitaristas

Ainda em Rio Verde, o ministro da Saúde entregou carteiras profissionais a sanitaristas. A profissão foi regulamentada no último dia 7 de abril e representa um avanço estratégico para o fortalecimento do SUS, ao ampliar e consolidar políticas públicas de saúde, como vigilância epidemiológica, planejamento em saúde e gestão de serviços.

Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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